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BC: possibilidade de 2ª onda da covid é principal risco nas economias centrais



11/08/2020 | 10:42


O Banco Central afirmou nesta terça-feira, 11, por meio da ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), que a possibilidade de uma segunda onda de contágio de covid-19 é o principal risco para a recuperação das economias centrais. Essa seria a principal restrição a uma retomada plena da atividade nesses países.

Na semana passada, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto porcentual, de 2,25% para 2,00% ao ano.

De acordo com o documento, os indicadores externos sobre o segundo trimestre não surpreenderam, mas sim evidenciaram que profundidade da crise atual só seria comparável com a Grande Depressão.

"Nesse contexto, apesar de alguns sinais promissores de retomada da atividade nas principais economias e de alguma moderação na volatilidade dos ativos financeiros, o ambiente para as economias emergentes segue desafiador", repetiu o BC. "Há alguns sinais promissores de recuperação que, contudo, se mostra incompleta: a forte retomada no consumo de bens não é acompanhada no setor de serviços", completou a ata.



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BC: possibilidade de 2ª onda da covid é principal risco nas economias centrais


11/08/2020 | 10:42


O Banco Central afirmou nesta terça-feira, 11, por meio da ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), que a possibilidade de uma segunda onda de contágio de covid-19 é o principal risco para a recuperação das economias centrais. Essa seria a principal restrição a uma retomada plena da atividade nesses países.

Na semana passada, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto porcentual, de 2,25% para 2,00% ao ano.

De acordo com o documento, os indicadores externos sobre o segundo trimestre não surpreenderam, mas sim evidenciaram que profundidade da crise atual só seria comparável com a Grande Depressão.

"Nesse contexto, apesar de alguns sinais promissores de retomada da atividade nas principais economias e de alguma moderação na volatilidade dos ativos financeiros, o ambiente para as economias emergentes segue desafiador", repetiu o BC. "Há alguns sinais promissores de recuperação que, contudo, se mostra incompleta: a forte retomada no consumo de bens não é acompanhada no setor de serviços", completou a ata.

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