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Tem de ser transparente


Do Diário do Grande ABC

10/08/2020 | 23:59


A Sabesp (Companhia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo) está responsável pelo setor de água e esgoto em Santo André há um ano e 11 dias. E responde pelo abastecimento de Mauá tem pouco mais de dois meses. Em comum, nos dois municípios, as promessas de que os períodos de torneiras secas (principalmente no verão) tornar-se-ão coisa do passado. Além da redução no desperdício do precioso líquido. Marcas que, para serem obtidas, demandam investimentos na melhoria da rede e modernização de outros equipamentos.

Os eventos de assinatura dos documentos mereceram destaque nas páginas deste Diário, bem como o descontentamento dos moradores de bairros andreenses em que a falta d’água é tradição de longa data e que viram passar o primeiro aniversário da parceria sem que a melhora apregoada efetivamente se concretizasse.

O acordo firmado entre a Sabesp e as duas prefeituras também formaliza que o reajuste das tarifas não pode superar a inflação. Entretanto, a companhia anunciou elevação de 3,4% a partir de sábado, valor que supera os 2,31% do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), acumulado nos últimos 12 meses. Isso fez com que uma advogada de Santo André acionasse o MP (Ministério Público) para apurar a legalidade (ou não) do caso.

A lei municipal que autorizou o Executivo a repassar o controle do saneamento básico andreense à Sabesp é clara. Diz que “não haverá reajuste de tarifas e outros preços no período de três anos, excetuando as correções inflacionárias”.

A Sabesp apega-se a resolução da Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo) para justificar a alta na conta. Como assim? Não vale o que está no papel?

O fato é que esta situação está muito mal explicada. E este Diário, cumprindo seu papel fiscalizador, não medirá esforços para que os direitos dos cidadãos do Grande ABC sejam preservados. 



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Tem de ser transparente

Do Diário do Grande ABC

10/08/2020 | 23:59


A Sabesp (Companhia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo) está responsável pelo setor de água e esgoto em Santo André há um ano e 11 dias. E responde pelo abastecimento de Mauá tem pouco mais de dois meses. Em comum, nos dois municípios, as promessas de que os períodos de torneiras secas (principalmente no verão) tornar-se-ão coisa do passado. Além da redução no desperdício do precioso líquido. Marcas que, para serem obtidas, demandam investimentos na melhoria da rede e modernização de outros equipamentos.

Os eventos de assinatura dos documentos mereceram destaque nas páginas deste Diário, bem como o descontentamento dos moradores de bairros andreenses em que a falta d’água é tradição de longa data e que viram passar o primeiro aniversário da parceria sem que a melhora apregoada efetivamente se concretizasse.

O acordo firmado entre a Sabesp e as duas prefeituras também formaliza que o reajuste das tarifas não pode superar a inflação. Entretanto, a companhia anunciou elevação de 3,4% a partir de sábado, valor que supera os 2,31% do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), acumulado nos últimos 12 meses. Isso fez com que uma advogada de Santo André acionasse o MP (Ministério Público) para apurar a legalidade (ou não) do caso.

A lei municipal que autorizou o Executivo a repassar o controle do saneamento básico andreense à Sabesp é clara. Diz que “não haverá reajuste de tarifas e outros preços no período de três anos, excetuando as correções inflacionárias”.

A Sabesp apega-se a resolução da Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo) para justificar a alta na conta. Como assim? Não vale o que está no papel?

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