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Manifestantes protestam contra o fechamento do Hospital de Campanha de Mauá

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Grupos defendem que cidade ainda precisa da estrutura no combate ao novo coronavírus


Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

10/08/2020 | 17:06


 

Movimentos sociais e partidos políticos de Mauá se manifestaram contra o fechamento do Hospital de Campanha da cidade, que começou a ser desmontado nesta segunda-feira (10). Os grupos se reuníram em frente ao local, no Paço Municipal. O prefeito Atila Jacomussi (PSB) justificou o fechamento ao afirmar que Mauá é referência no combate à Covid-19. Ele mencionou pesquisa do Instituto Votorantim, que mostrou o município como o sexto com menor vulnerabilidade à doença na Região Metropolitana do Estado.

As organizações presentes no ato - UP (Unidade Popular), Movimento de Mulheres Olga Benario, PSOL Mauá, CPC (Comitê Popular de Cultura) - defenderam que Mauá não consegue suprir a necessidade de atendimento dos casos de coronavírus e que o município ainda apresenta a maior taxa de mortalidade entre as cidades da região - cerda de 10%. Além de lutar contra o fechamento, os manifestantes também deram visibilidade ao escândalo que envolve o atual prefeito e esquemas de superfaturamento da construção do hospital.

“Analisando os dados, dá para ver que os casos de Covid-19 em Mauá praticamente dobraram e a Prefeitura insiste em dizer que a cidade é referência. Do quê? Os casos não estão regredindo, estão crescendo cada vez mais. Fechar o Hospital de Campanha significa deixar mais pessoas perderem a vida”, disse Felipe Galisteo, 38 anos, servidor público e morador da Vila Magini, Mauá.

De acordo com boletim epidemiológico divulgado diariamente pela Prefeitura, a doença não está com tendência de diminuição na cidade. Nos últimos dois meses, o total de mortes causadas pelo novo coronavírus bateu de duas por dia (veja mais aqui). O mesmo ocorre com o número de infectados, que saltou de 862 para 2.175 no período, ou seja, cerca de 44 diagnósticos diários. No último boletim divuldado pela cidade, na sexta-feira (7), Mauá tinha 2.256 casos confirmados e 220 mortes.

 

 



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Manifestantes protestam contra o fechamento do Hospital de Campanha de Mauá

Grupos defendem que cidade ainda precisa da estrutura no combate ao novo coronavírus

Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

10/08/2020 | 17:06


 

Movimentos sociais e partidos políticos de Mauá se manifestaram contra o fechamento do Hospital de Campanha da cidade, que começou a ser desmontado nesta segunda-feira (10). Os grupos se reuníram em frente ao local, no Paço Municipal. O prefeito Atila Jacomussi (PSB) justificou o fechamento ao afirmar que Mauá é referência no combate à Covid-19. Ele mencionou pesquisa do Instituto Votorantim, que mostrou o município como o sexto com menor vulnerabilidade à doença na Região Metropolitana do Estado.

As organizações presentes no ato - UP (Unidade Popular), Movimento de Mulheres Olga Benario, PSOL Mauá, CPC (Comitê Popular de Cultura) - defenderam que Mauá não consegue suprir a necessidade de atendimento dos casos de coronavírus e que o município ainda apresenta a maior taxa de mortalidade entre as cidades da região - cerda de 10%. Além de lutar contra o fechamento, os manifestantes também deram visibilidade ao escândalo que envolve o atual prefeito e esquemas de superfaturamento da construção do hospital.

“Analisando os dados, dá para ver que os casos de Covid-19 em Mauá praticamente dobraram e a Prefeitura insiste em dizer que a cidade é referência. Do quê? Os casos não estão regredindo, estão crescendo cada vez mais. Fechar o Hospital de Campanha significa deixar mais pessoas perderem a vida”, disse Felipe Galisteo, 38 anos, servidor público e morador da Vila Magini, Mauá.

De acordo com boletim epidemiológico divulgado diariamente pela Prefeitura, a doença não está com tendência de diminuição na cidade. Nos últimos dois meses, o total de mortes causadas pelo novo coronavírus bateu de duas por dia (veja mais aqui). O mesmo ocorre com o número de infectados, que saltou de 862 para 2.175 no período, ou seja, cerca de 44 diagnósticos diários. No último boletim divuldado pela cidade, na sexta-feira (7), Mauá tinha 2.256 casos confirmados e 220 mortes.

 

 

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