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Metalúrgicos paralisam as atividades em alerta à Covid

Foram 100 minutos com 20 mil trabalhadores parados em respeito às vítimas do coronavírus


Tauana Marin
Diário do Grande ABC

07/08/2020 | 23:59


Cerca de 20 mil trabalhadores da base do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC pararam suas funções no chão de fábrica por 100 minutos, ontem, em memória às vítimas do novo coronavírus no País. Colaboradores de empresas como Mercedes-benz, Toyota e Scania, além das autopeças, como a ZF, participaram do manifesto, que teve abrangência nacional.
 

O ato faz parte do grito ‘Fora, Bolsonaro – Dia de Luto, Dia de Luta’, organizado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), demais centrais e frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.
 

“Na região concentramos nossas atividades com as pausas nas fábricas e um pessoal foi à Praça da Sé, na Capital. O objetivo foi prestar homenagem, solidariedade e conscientizar os trabalhadores. O movimento só não foi maior porque grande parte das pessoas ainda não voltou ao trabalho, devido, principalmente, à redução de jornada e salário (opção adotada pelas empresas devido à MP 936). Foi um dia triste e de luta, porque se nada for feito pelo Estado (governo federal) logo estaremos aqui nos mobilizando por mais e mais mortes. O ideal seria o governo assessorar as empresas, em especial as pequenas, com linhas de crédito, para manter o maior número de pessoas possível em casa”, sinaliza Moisés Selerges, secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. O dirigente sindical cobra maior efetividade do governo no combate à pandemia.



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Metalúrgicos paralisam as atividades em alerta à Covid

Foram 100 minutos com 20 mil trabalhadores parados em respeito às vítimas do coronavírus

Tauana Marin
Diário do Grande ABC

07/08/2020 | 23:59


Cerca de 20 mil trabalhadores da base do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC pararam suas funções no chão de fábrica por 100 minutos, ontem, em memória às vítimas do novo coronavírus no País. Colaboradores de empresas como Mercedes-benz, Toyota e Scania, além das autopeças, como a ZF, participaram do manifesto, que teve abrangência nacional.
 

O ato faz parte do grito ‘Fora, Bolsonaro – Dia de Luto, Dia de Luta’, organizado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), demais centrais e frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.
 

“Na região concentramos nossas atividades com as pausas nas fábricas e um pessoal foi à Praça da Sé, na Capital. O objetivo foi prestar homenagem, solidariedade e conscientizar os trabalhadores. O movimento só não foi maior porque grande parte das pessoas ainda não voltou ao trabalho, devido, principalmente, à redução de jornada e salário (opção adotada pelas empresas devido à MP 936). Foi um dia triste e de luta, porque se nada for feito pelo Estado (governo federal) logo estaremos aqui nos mobilizando por mais e mais mortes. O ideal seria o governo assessorar as empresas, em especial as pequenas, com linhas de crédito, para manter o maior número de pessoas possível em casa”, sinaliza Moisés Selerges, secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. O dirigente sindical cobra maior efetividade do governo no combate à pandemia.

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