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Saiba quais são os golpes mais comuns em tempos de pandemia

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

07/08/2020 | 18:48


*Artigo do advogado Pedro Henrique Moral

A pandemia de covid-19, além de todo o caos que trouxe para a rotina das pessoas, apresentou mais um dilema. Trata-se dos golpes virtuais que aumentaram consideravelmente. São dois os fatores que contribuíram para esse cenário. Um deles é a falta de estabelecimentos abertos, que trouxe uma desculpa perfeita para os golpistas, facilitando, inclusive, sua justificativa para requerer dados e informações a distância.

O segundo fato está relacionado ao aumento do desemprego, que fez com que pessoas pensassem em alternativas para aferir renda, sendo que, parte delas, terminou seguindo para o caminho dos crimes.

Leia mais:
Segurança: 11 dicas para evitar golpes virtuais durante a pandemia
Como evitar golpes na internet que usam o coronavírus
Alerta: idosos são mais suscetíveis a cair em golpes online durante pandemia

Dentro desse contexto, os golpes mais comuns envolvendo tecnologia, que ocorreram na quarenta, são clonagem de cartões de crédito, phishing, WhatsApp clonado, golpe do motoboy, leilão falso e o auxílio emergencial falso. Em boa parte dos casos, o prejuízo ocorre com pessoas mais velhas, por entenderem menos de tecnologia, o que as tornam um alvo mais fácil.

Para não cair em golpes, o ideal é sempre verificar quem é o remetente dos e-mails que chegam na caixa de entrada. Não compre em sites de leilões terminados em “.com”, opte pelos “.com.br”. E, o mais importante, não confidenciar a senha ou seu cartão para ninguém em hipótese alguma. Checar informações e avaliações do site que você está fazendo a compra também ajudam a prevenir dores de cabeça.

Vale ressaltar que, mesmo com tanta tecnologia disponível, inclusive para coibir a ação de golpistas, os bancos ainda são falhos porque não oferecem a segurança necessária para o consumidor. As instituições não têm interesse em investir para evitar esse transtorno, pois modificaria a estrutura consideravelmente. É mais fácil arcar com o eventual prejuízo de uma ação judicial.

A principal legislação que existe neste sentido, e que regulamenta essas relações, é o Código de Defesa do Consumidor que protege perante eventuais falhas no produto ou serviço oferecido pelas empresas. Por essa razão, é sempre bom tomar cuidado com e-mails e mensagens eletrônicas e nunca compartilhar o acesso ao cartão de crédito e conta-corrente.

Quer ficar por dentro do mundo da tecnologia e ainda baixar gratuitamente nosso e-book Manual de Segurança na Internet? Clique aqui e assine a newsletter do 33Giga

Na galeria, conheça a história de 15 hackers famosos:



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Saiba quais são os golpes mais comuns em tempos de pandemia

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07/08/2020 | 18:48


*Artigo do advogado Pedro Henrique Moral

A pandemia de covid-19, além de todo o caos que trouxe para a rotina das pessoas, apresentou mais um dilema. Trata-se dos golpes virtuais que aumentaram consideravelmente. São dois os fatores que contribuíram para esse cenário. Um deles é a falta de estabelecimentos abertos, que trouxe uma desculpa perfeita para os golpistas, facilitando, inclusive, sua justificativa para requerer dados e informações a distância.

O segundo fato está relacionado ao aumento do desemprego, que fez com que pessoas pensassem em alternativas para aferir renda, sendo que, parte delas, terminou seguindo para o caminho dos crimes.

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Alerta: idosos são mais suscetíveis a cair em golpes online durante pandemia

Dentro desse contexto, os golpes mais comuns envolvendo tecnologia, que ocorreram na quarenta, são clonagem de cartões de crédito, phishing, WhatsApp clonado, golpe do motoboy, leilão falso e o auxílio emergencial falso. Em boa parte dos casos, o prejuízo ocorre com pessoas mais velhas, por entenderem menos de tecnologia, o que as tornam um alvo mais fácil.

Para não cair em golpes, o ideal é sempre verificar quem é o remetente dos e-mails que chegam na caixa de entrada. Não compre em sites de leilões terminados em “.com”, opte pelos “.com.br”. E, o mais importante, não confidenciar a senha ou seu cartão para ninguém em hipótese alguma. Checar informações e avaliações do site que você está fazendo a compra também ajudam a prevenir dores de cabeça.

Vale ressaltar que, mesmo com tanta tecnologia disponível, inclusive para coibir a ação de golpistas, os bancos ainda são falhos porque não oferecem a segurança necessária para o consumidor. As instituições não têm interesse em investir para evitar esse transtorno, pois modificaria a estrutura consideravelmente. É mais fácil arcar com o eventual prejuízo de uma ação judicial.

A principal legislação que existe neste sentido, e que regulamenta essas relações, é o Código de Defesa do Consumidor que protege perante eventuais falhas no produto ou serviço oferecido pelas empresas. Por essa razão, é sempre bom tomar cuidado com e-mails e mensagens eletrônicas e nunca compartilhar o acesso ao cartão de crédito e conta-corrente.

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