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Mauá decide desativar hospital de campanha a partir de segunda-feira

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pessoas serão orientados a procurar as UPAs da cidade; justificativa é de queda nos casos e mortes pela Covid


Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

05/08/2020 | 18:13


A Prefeitura de Mauá anunciou, na tarde desta quarta-feira (5), que irá descentralizar o atendimento do Hospital de Campanha, instalado no Paço, a partir da próxima segunda-feira (10). Segundo a administração, a população será orientada a procurar as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) da cidade e a decisão foi tomada em razão da "tendência de queda nos casos confirmados e óbitos em decorrência da patologia".

O prefeito Átila Jacomussi (PSB) defendeu que a cidade é referência no combate à Covid-19, mencionando pesquisa do Instituto Votorantim, que mostrou Mauá como o sexto município com menor vulnerabilidade à doença na Região Metropolitana do Estado. "Salvamos somente na nossa rede municipal 1,8 mil vidas, por meio do nosso Hospital de Campanha, do (Hospital de Clínicas Doutor Radamés) Nardini e de toda a nossa rede das UPAs e UBSs (Unidades Básicas de Saúde). Vamos continuar nesse enfrentamento até que a vida da população volte ao normal", disse.

Chamado de Cecco (Centro Especializado de Combate ao Coronavírus), a instalação começou a operar em abril e conta com 30 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Com o encerramento das atividades, o município passa a contar com 49 leitos no Hospital de Clínicas Nardini, além de leitos de retaguarda e UTI em UPAs e UBSs (Unidades Básicas de Saúde).

Em março, a Prefeitura firmou parceira com o Hospital Vital, ampliando cinco vagas de UTI e 24 de enfermaria -- o contrato público-privado prevê que a administração paga ao hospital apenas quando os leitos são utilizados.

Conforme boletim epidemiológico divulgado ontem pela Prefeitura, Mauá possui 2.122 diagnósticos positivos para o novo coronavírus, 210 mortes e 1.790 recuperados.



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Mauá decide desativar hospital de campanha a partir de segunda-feira

Pessoas serão orientados a procurar as UPAs da cidade; justificativa é de queda nos casos e mortes pela Covid

Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

05/08/2020 | 18:13


A Prefeitura de Mauá anunciou, na tarde desta quarta-feira (5), que irá descentralizar o atendimento do Hospital de Campanha, instalado no Paço, a partir da próxima segunda-feira (10). Segundo a administração, a população será orientada a procurar as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) da cidade e a decisão foi tomada em razão da "tendência de queda nos casos confirmados e óbitos em decorrência da patologia".

O prefeito Átila Jacomussi (PSB) defendeu que a cidade é referência no combate à Covid-19, mencionando pesquisa do Instituto Votorantim, que mostrou Mauá como o sexto município com menor vulnerabilidade à doença na Região Metropolitana do Estado. "Salvamos somente na nossa rede municipal 1,8 mil vidas, por meio do nosso Hospital de Campanha, do (Hospital de Clínicas Doutor Radamés) Nardini e de toda a nossa rede das UPAs e UBSs (Unidades Básicas de Saúde). Vamos continuar nesse enfrentamento até que a vida da população volte ao normal", disse.

Chamado de Cecco (Centro Especializado de Combate ao Coronavírus), a instalação começou a operar em abril e conta com 30 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Com o encerramento das atividades, o município passa a contar com 49 leitos no Hospital de Clínicas Nardini, além de leitos de retaguarda e UTI em UPAs e UBSs (Unidades Básicas de Saúde).

Em março, a Prefeitura firmou parceira com o Hospital Vital, ampliando cinco vagas de UTI e 24 de enfermaria -- o contrato público-privado prevê que a administração paga ao hospital apenas quando os leitos são utilizados.

Conforme boletim epidemiológico divulgado ontem pela Prefeitura, Mauá possui 2.122 diagnósticos positivos para o novo coronavírus, 210 mortes e 1.790 recuperados.

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