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Curta! exibe hoje 'Cabra Marcado', de Coutinho

Reprodução Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


05/08/2020 | 07:50


Eduardo Coutinho levava uma trajetória errática nos anos 1960 e 70. A pressão da ditadura militar interrompera Cabra Marcado para Morrer. Seguiram-se o episódio O Pacto - muito bom - de O ABC do Amor, uma coprodução com a Argentina e o Chile, a comédia O Homem Que Comprou o Mundo, com Flávio Migliaccio, e a transposição de Falstaff para o Nordeste, em Faustão, com Eliezer Gomes. Sua experiência no Globo Repórter foi decisiva.

Em 1984, algo se passou. Coutinho reinventou-se ao retomar o material interrompido do Cabra. Sobre a ficção, erigiu um documentário - nas bordas. O que seria um filme sobre o líder das Ligas Camponesas, João Pedro Teixeira, paralisado pela invasão do local das filmagens - o Engenho Galileia - e a prisão da equipe, tomou outro rumo. João Pedro foi assassinado, Coutinho filmou sua viúva, Elizabeth, foi atrás dos filhos arremessados no mundo.

Resultou uma obra visceral sobre a questão fundiária no Brasil e a brutalidade da ditadura. Cabra Marcado foi eleito o melhor documentário brasileiro de todos os tempos numa enquete da Abracine. Não é. O próprio Coutinho superou-se com Edifício Master e Jogo de Cena. Mas Cabra segue sendo uma obra necessária, de referência. É a atração imperdível desta quarta, 5, às 21h, no canal Curta!.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Curta! exibe hoje 'Cabra Marcado', de Coutinho


05/08/2020 | 07:50


Eduardo Coutinho levava uma trajetória errática nos anos 1960 e 70. A pressão da ditadura militar interrompera Cabra Marcado para Morrer. Seguiram-se o episódio O Pacto - muito bom - de O ABC do Amor, uma coprodução com a Argentina e o Chile, a comédia O Homem Que Comprou o Mundo, com Flávio Migliaccio, e a transposição de Falstaff para o Nordeste, em Faustão, com Eliezer Gomes. Sua experiência no Globo Repórter foi decisiva.

Em 1984, algo se passou. Coutinho reinventou-se ao retomar o material interrompido do Cabra. Sobre a ficção, erigiu um documentário - nas bordas. O que seria um filme sobre o líder das Ligas Camponesas, João Pedro Teixeira, paralisado pela invasão do local das filmagens - o Engenho Galileia - e a prisão da equipe, tomou outro rumo. João Pedro foi assassinado, Coutinho filmou sua viúva, Elizabeth, foi atrás dos filhos arremessados no mundo.

Resultou uma obra visceral sobre a questão fundiária no Brasil e a brutalidade da ditadura. Cabra Marcado foi eleito o melhor documentário brasileiro de todos os tempos numa enquete da Abracine. Não é. O próprio Coutinho superou-se com Edifício Master e Jogo de Cena. Mas Cabra segue sendo uma obra necessária, de referência. É a atração imperdível desta quarta, 5, às 21h, no canal Curta!.

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