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500 Milhas de Indianápolis não terão público pela 1ª vez, após 104 anos

Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


04/08/2020 | 17:30


A 104ª edição das 500 milhas de Indianápolis, marcada para dia 23, não terá a presença de público por causa da pandemia do novo coronavírus. O anúncio foi feito, nesta terça-feira, por Roger Penske, dono do circuito Indianapolis Motor Speedway, que conta com 350 mil lugares, desde janeiro.

A ideia do ex-piloto e atual empresário era permitir a entrada de 62,5 mil pessoas (25% da capacidade do circuito), com a ajuda de um protocolo de 88 páginas, no qual estavam determinados testes de temperatura nos portões de entrada, distribuição dos fãs nas arquibancadas para manter distâncias de segurança e o uso obrigatório de máscaras.

Mas como os casos de covid-19 continuaram a aumentar constantemente no estado de Indiana e especificamente em Marion County, onde está localizada a pista, Penske decidiu mudar de plano. "Foi a decisão mais difícil que já tomei em minha vida. Compramos o Speedway há menos de um ano, um local de grande tradição e é importante para a nossa reputação fazer a coisa certa."

A atitude de Penske teve o auxílio das autoridades médicas de Indiana. "Precisamos ser seguros e inteligentes sobre isso. Obviamente, queremos participação total, mas não queremos comprometer a saúde e a segurança de nossos fãs e comunidade. Também não queremos comprometer a capacidade de manter uma corrida de sucesso", disse o ex-piloto, de 83 anos.

Por causa da pandemia do coronavírus, esta será a primeira vez, após 104 edições, que a corrida, prevista para 24 de maio, não será disputada no quinto mês do ano.

Uma das atrações da prova deverá ser o espanhol Fernando Alonso, que assinou contrato recentemente com a equipe Renault, de Fórmula 1. O bicampeão da principal categoria do automobilismo busca conquistar a tríplice coroa, que consiste reunir vencer o GP de Mônaco, as 24 horas de Le Mans e a corrida de Indianápolis. Alonso precisa ganhar a prova dos Estados Unidos. O único piloto a conseguir este feito foi o britânico Graham Hill, em 1972.



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500 Milhas de Indianápolis não terão público pela 1ª vez, após 104 anos


04/08/2020 | 17:30


A 104ª edição das 500 milhas de Indianápolis, marcada para dia 23, não terá a presença de público por causa da pandemia do novo coronavírus. O anúncio foi feito, nesta terça-feira, por Roger Penske, dono do circuito Indianapolis Motor Speedway, que conta com 350 mil lugares, desde janeiro.

A ideia do ex-piloto e atual empresário era permitir a entrada de 62,5 mil pessoas (25% da capacidade do circuito), com a ajuda de um protocolo de 88 páginas, no qual estavam determinados testes de temperatura nos portões de entrada, distribuição dos fãs nas arquibancadas para manter distâncias de segurança e o uso obrigatório de máscaras.

Mas como os casos de covid-19 continuaram a aumentar constantemente no estado de Indiana e especificamente em Marion County, onde está localizada a pista, Penske decidiu mudar de plano. "Foi a decisão mais difícil que já tomei em minha vida. Compramos o Speedway há menos de um ano, um local de grande tradição e é importante para a nossa reputação fazer a coisa certa."

A atitude de Penske teve o auxílio das autoridades médicas de Indiana. "Precisamos ser seguros e inteligentes sobre isso. Obviamente, queremos participação total, mas não queremos comprometer a saúde e a segurança de nossos fãs e comunidade. Também não queremos comprometer a capacidade de manter uma corrida de sucesso", disse o ex-piloto, de 83 anos.

Por causa da pandemia do coronavírus, esta será a primeira vez, após 104 edições, que a corrida, prevista para 24 de maio, não será disputada no quinto mês do ano.

Uma das atrações da prova deverá ser o espanhol Fernando Alonso, que assinou contrato recentemente com a equipe Renault, de Fórmula 1. O bicampeão da principal categoria do automobilismo busca conquistar a tríplice coroa, que consiste reunir vencer o GP de Mônaco, as 24 horas de Le Mans e a corrida de Indianápolis. Alonso precisa ganhar a prova dos Estados Unidos. O único piloto a conseguir este feito foi o britânico Graham Hill, em 1972.

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