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Juros têm leve alta com preocupação fiscal em meio a PIM e dólar mais forte



04/08/2020 | 10:36


Os juros futuros abriram em alta nesta terça-feira, 4, com maior força nos longos em meio ao dólar um pouco mais forte ante o real, mas reduziram depois um pouco do fôlego. Profissionais consultados pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apontam a preocupação fiscal como um fator de pressão na curva diante da possibilidade de extensão do auxílio emergencial até o fim do ano, o que poderia comprometer o teto de gastos.

O resultado melhor da produção industrial também colabora para ajuste nas taxas, embora a curva siga precificando 80% de chance de corte da Selic 25 pontos-base, para 2,00%, amanhã, e 30% de chance de novo corte na mesma magnitude em setembro.

Às 10h25, o DI para janeiro de 2027 estava em 6,13%, de 6,06% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2023 exibia taxa de 3,71%, de 3,65%, enquanto o vencimento para janeiro de 2021, que reflete as próximas decisões do Copom, marcava 1,905%, de 1,893% no ajuste anterior.



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Juros têm leve alta com preocupação fiscal em meio a PIM e dólar mais forte


04/08/2020 | 10:36


Os juros futuros abriram em alta nesta terça-feira, 4, com maior força nos longos em meio ao dólar um pouco mais forte ante o real, mas reduziram depois um pouco do fôlego. Profissionais consultados pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apontam a preocupação fiscal como um fator de pressão na curva diante da possibilidade de extensão do auxílio emergencial até o fim do ano, o que poderia comprometer o teto de gastos.

O resultado melhor da produção industrial também colabora para ajuste nas taxas, embora a curva siga precificando 80% de chance de corte da Selic 25 pontos-base, para 2,00%, amanhã, e 30% de chance de novo corte na mesma magnitude em setembro.

Às 10h25, o DI para janeiro de 2027 estava em 6,13%, de 6,06% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2023 exibia taxa de 3,71%, de 3,65%, enquanto o vencimento para janeiro de 2021, que reflete as próximas decisões do Copom, marcava 1,905%, de 1,893% no ajuste anterior.

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