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Surpresa para quem?

A sessão de Mauá, na terça-feira, serviu de lição para alguns servidores da casa


Do Diário do Grande ABC

22/06/2008 | 00:00


A sessão de Mauá, na terça-feira, serviu de lição para alguns servidores da casa: quem faz surpresa acaba surpreendido.

O alvo era o presidente da Câmara, Alberto Betão Pereira Justino (PSB), que comemorou no dia 42 anos.

Coincidência ou não, o fato é que os trabalhos foram finalizados rapidamente. Embora houvesse na pauta projetos polêmicos, como a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para 2009, a votação prosseguiu sem brigas, discursos inflamados ou questionamentos.

Enquanto isso, nos bastidores, os funcionários de Betão se empenhavam nos preparativos de uma festa surpresa, iniciados logo que o ‘chefe' seguiu para abrir a sessão do dia.

Seguros de que a pauta de votações era composta por itens suficientes para ocupar o presidente da Câmara por horas, os servidores não se preocuparam em acelerar a colocação de bexigas e de outros adereços típicos de festas de aniversário. Sem perceberem o fim da sessão, os servidores foram surpreendidos com a entrada repentina de Betão no gabinete.

Sem querer estragar a festa, o presidente fingiu não ter visto a movimentação e entrou em sua sala. Após alguns minutos, um dos funcionários, sem jeito, chamou o político, que fingiu surpresa.

Rápidas

1 - O Psol de São Caetano realiza neste domingo, às 10h, no plenário da Câmara, convenção que aprovará o vereador Horácio Neto como candidato a prefeito. O parlamentar terá ao seu lado a microempresária Ivany Martins Sanches. A missão do partido é recompor o apoio com o PCB, que sinaliza romper a aliança depois de ser preterido na escolha do vice.

2 - O vereador de São Caetano Paulo Pinheiro (PTB) lançou novo site nesta semana. Na página podem ser acessadas informações sobre seus três mandatos, a trajetória política e imagens. "É um canal de comunicação fundamental para termos um diálogo mais próximo e intenso com a comunidade", observa o parlamentar.

3 - A já fortalecida chapa de vereadores do PTB de São Caetano poderá ganhar um reforço: o presidente do Azulão Nairo Ferreira de Souza. Se confirmado como candidato, o comandante de um dos clubes mais tradicionais da região terá como bandeira o esporte. A idéia afeta alguns vereadores que já exploram a área.

4 - A concorrência por partidos nanicos de São Bernardo está cada vez mais acirrada. Depois de ser disputado pelo grupo governista e petista, o PPS tentou trazer o PSC para o arco de alianças. Mas a tática do prefeiturável Alex Manente em revelar a união no dia em que confirmou sua pré-candidatura, na última quarta-feira, pode ter afastado a legenda.

5 - Embora o líder da sigla, ex-deputado estadual Ramiro Meves, não tenha assegurado sua preferência, o presidente municipal do PT, Wanderley Salatiel, garante que a frente petista conta com o PSC. "A conversa com o PSC está acertada há muito tempo, estou achando estranho as negociações com o PPS", aponta o petista.

6 - Aliado do PT, o PMDB de Diadema fará a sua convenção na terça-feira. Ventila-se que após perder a coligação proporcional com o PR para o PSC, o partido deva confirmar sua adesão ao recém-chegado PTN.

7 - Ao que tudo indica, o PV de Diadema, que possui a segunda maior bancada de vereadores na Câmara, não deverá realizar coligação proporcional para a eleição. A legenda teria tentado uma articulação, mas acabou deixando o plano de lado. Os três vereadores da legenda, Milton Capel, João Merenda e Regina Gonçalves, já anunciaram que tentarão a reeleição do Legislativo em outubro.

8 - Depois de realizar sua convenção, o PT de Diadema ainda poderá receber um bloco de aliados, composto por partidos menores. Comenta-se que seria encabeçado pelo PSDC, juntamente com o PRP, PTdoB e PSL. Ventila-se que uma outra legenda ligada à chapa do PSDB poderia reforçar o bloco.

Você sabia?

Advogado formado pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, Paulinho Serra cursou economia na USP, mas não concluiu o curso.

Atualmente, o tucano faz mestrado em Políticas Públicas e Gestão Governamental na Escola Paulista de Direito.

O avô de Paulinho, Américo Pinto Serra, foi candidato a vice-prefeito em Santo André na década de 60. E o pai, Paulo Américo Serra, candidatou-se a vereador em 1996 pelo então PPB (hoje PP), ficando na primeira suplência.

Paulinho é o vereador mais jovem da atual legislatura. Em seu primeiro mandato, apresentou 83 projetos de lei, 432 requerimentos e 694 indicações.

Frases

"Eu já desencanei desse negócio de intervenção do partido."
Maurício Soares (PSB), ex-prefeito de São Bernardo e ex-aliado do governo, ao avaliar a impossibilidade da intervenção da executiva nacional do PSB no município para que seu nome fosse indicado a vice na chapa petista.

"Trabalhar junto não é ser submisso."
Wagner Lino, líder da bancada do PT de São Bernardo, ao criticar a base de sustentação do prefeito William Dib (PSB), que aprovou a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) sem a inclusão de nenhuma das 687 emendas petistas.

"Já vi muitas noivas darem as costas ao noivo na porta da igreja. Por isso, nada me surpreende."
José Augusto da Silva Ramos (PSDB), candidato a prefeito de Diadema, sobre as possíveis mudanças no cenário político antes da oficialização eleitoral.

"A intenção do PT em ter o nosso apoio refere-se à essência vermelha que resgataríamos naquela chapa."
Antônio Vladimir Trombini Campos, o Vladão (PCB), pré-candidato a prefeito de Diadema, sobre o assédio exercido pelo PT para adesão.

"Tenho certeza que deixarei a Prefeitura com mais acertos do que erros."
José de Filippi Júnior (PT), prefeito de Diadema, que se prepara para deixar a administração após oito anos consecutivos de mandato.

Entrevista - Paulinho Serra
Vereador mais jovem de Santo André na atual legislatura, o advogado Paulinho Serra (PSDB) descarta abrir mão de disputar a reeleição para ser candidato a vice-prefeito na chapa pura encabeçada pelo ex-chefe do Executivo Newton Brandão. "Minha tarefa partidária é outra", justifica. O parlamentar nega, porém, que a decisão esteja relacionada ao fato de ele não ter sido indicado pelo partido para ser o candidato a prefeito. "De forma alguma. Sou um democrata", garantiu o tucano, que não vê o PSDB isolado no primeiro turno, embora a sigla ainda não tenha conseguido coligação.

DIÁRIO - Ao contrário da última eleição, o PSDB deve disputar a sucessão neste ano sem o apoio de outras siglas. O sr. teme o isolamento?
PAULINHO SERRA - Não considero isolamento a ausência de coligação no primeiro turno. A idéia de eleição em dois turnos nos leva a uma reflexão de que os partidos deveriam sair com chapa própria e apresentar a ideologia, sem remendos, de forma originária, para ver o quanto cada um tem de representação social. A aproximação com outras siglas deveria se dar somente no segundo turno, quando, por vezes, há a aplicação do voto útil. Neste sentido, uma candidatura pura do PSDB pode ser benéfica, pois podemos mostrar o programa partidário, ideais e quadros para a população avaliar e ter consciência do que será defendido no curso do mandato, independentemente de quem seja eleito.

DIÁRIO - Então, o sr. defende chapa pura do PSDB?
PAULINHO - Podemos ter um vice de fora, o que acho pouco provável no atual cenário. O importante é o programa de governo. Não podemos recuar uma única linha nos princípios aos quais defendemos, sob pena de nos descaracterizarmos. Além disso, um vice de fora teria de ser melhor do que os quadros internos, ou não faria sentido.

DIÁRIO - O seu nome chegou a ser cogitado para ser vice ...
PAULINHO - Minha tarefa partidária é outra. Tenho convicção de que a eleição será acirrada e necessitaremos de uma forte chapa de vereadores. Temos ótimos nomes para cumprir este papel.

DIÁRIO - Essa decisão está relacionada com o fato de o sr. não ter sido escolhido candidato a prefeito pelo PSDB?
PAULINHO - De forma alguma. Sou um democrata. Defendi um projeto de renovação. Mas o partido adotou política mais conservadora, de olhar a questão eleitoral do ponto de vista numérico, de percentual. Pensou-se, somente, em curtíssimo prazo.

DIÁRIO - A decisão pela candidatura de Newton Brandão foi equivocada então?
PAULINHO - Não. O que digo, com muita tranqüilidade, é que diante das opções pela renovação e por um nome já conhecido, o partido optou pelo segundo caminho. A mim, cabe respeitar a decisão e trabalhar pela vitória do Brandão.

DIÁRIO - Qual o principal adversário do PSDB neste ano?
PAULINHO - Sem dúvida, a disputa será polarizada entre PT e PSDB. Porém, é bom lembrar que o PT que se apresentará nesta eleição é o PT sindical, o qual já deu mostras de ter abandonado as idéias do Celso Daniel. (Leandro Laranjeira)

Destaque da Semana
Vinte mil eleitores ‘fantasmas'

Levantamento do Diário, na semana passada, mostrou que São Caetano perdeu quase 20 mil eleitores fantasmas. O montante corresponde aos títulos de eleitor cancelados em função do recadastramento realizado na cidade no ano passado, quando havia 116.999 pessoas aptas a votar.

Hoje, são 97.274 eleitores registrados. A recontagem dos documentos fora exigida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), justamente pela suspeita de a cidade apresentar um número maior de eleitores do que o real, já que superava 80% da população de 144 mil habitantes.

As zonas eleitorais aguardam a consolidação dos números pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). "Às vezes ocorre um falecimento, ou alguém comete um delito. Mas ficaremos entre 97 mil e 97,5 mil eleitores, pois a variação será mínima", avaliou o chefe do cartório 269, Celso Roberto Gesse.



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Surpresa para quem?

A sessão de Mauá, na terça-feira, serviu de lição para alguns servidores da casa

Do Diário do Grande ABC

22/06/2008 | 00:00


A sessão de Mauá, na terça-feira, serviu de lição para alguns servidores da casa: quem faz surpresa acaba surpreendido.

O alvo era o presidente da Câmara, Alberto Betão Pereira Justino (PSB), que comemorou no dia 42 anos.

Coincidência ou não, o fato é que os trabalhos foram finalizados rapidamente. Embora houvesse na pauta projetos polêmicos, como a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para 2009, a votação prosseguiu sem brigas, discursos inflamados ou questionamentos.

Enquanto isso, nos bastidores, os funcionários de Betão se empenhavam nos preparativos de uma festa surpresa, iniciados logo que o ‘chefe' seguiu para abrir a sessão do dia.

Seguros de que a pauta de votações era composta por itens suficientes para ocupar o presidente da Câmara por horas, os servidores não se preocuparam em acelerar a colocação de bexigas e de outros adereços típicos de festas de aniversário. Sem perceberem o fim da sessão, os servidores foram surpreendidos com a entrada repentina de Betão no gabinete.

Sem querer estragar a festa, o presidente fingiu não ter visto a movimentação e entrou em sua sala. Após alguns minutos, um dos funcionários, sem jeito, chamou o político, que fingiu surpresa.

Rápidas

1 - O Psol de São Caetano realiza neste domingo, às 10h, no plenário da Câmara, convenção que aprovará o vereador Horácio Neto como candidato a prefeito. O parlamentar terá ao seu lado a microempresária Ivany Martins Sanches. A missão do partido é recompor o apoio com o PCB, que sinaliza romper a aliança depois de ser preterido na escolha do vice.

2 - O vereador de São Caetano Paulo Pinheiro (PTB) lançou novo site nesta semana. Na página podem ser acessadas informações sobre seus três mandatos, a trajetória política e imagens. "É um canal de comunicação fundamental para termos um diálogo mais próximo e intenso com a comunidade", observa o parlamentar.

3 - A já fortalecida chapa de vereadores do PTB de São Caetano poderá ganhar um reforço: o presidente do Azulão Nairo Ferreira de Souza. Se confirmado como candidato, o comandante de um dos clubes mais tradicionais da região terá como bandeira o esporte. A idéia afeta alguns vereadores que já exploram a área.

4 - A concorrência por partidos nanicos de São Bernardo está cada vez mais acirrada. Depois de ser disputado pelo grupo governista e petista, o PPS tentou trazer o PSC para o arco de alianças. Mas a tática do prefeiturável Alex Manente em revelar a união no dia em que confirmou sua pré-candidatura, na última quarta-feira, pode ter afastado a legenda.

5 - Embora o líder da sigla, ex-deputado estadual Ramiro Meves, não tenha assegurado sua preferência, o presidente municipal do PT, Wanderley Salatiel, garante que a frente petista conta com o PSC. "A conversa com o PSC está acertada há muito tempo, estou achando estranho as negociações com o PPS", aponta o petista.

6 - Aliado do PT, o PMDB de Diadema fará a sua convenção na terça-feira. Ventila-se que após perder a coligação proporcional com o PR para o PSC, o partido deva confirmar sua adesão ao recém-chegado PTN.

7 - Ao que tudo indica, o PV de Diadema, que possui a segunda maior bancada de vereadores na Câmara, não deverá realizar coligação proporcional para a eleição. A legenda teria tentado uma articulação, mas acabou deixando o plano de lado. Os três vereadores da legenda, Milton Capel, João Merenda e Regina Gonçalves, já anunciaram que tentarão a reeleição do Legislativo em outubro.

8 - Depois de realizar sua convenção, o PT de Diadema ainda poderá receber um bloco de aliados, composto por partidos menores. Comenta-se que seria encabeçado pelo PSDC, juntamente com o PRP, PTdoB e PSL. Ventila-se que uma outra legenda ligada à chapa do PSDB poderia reforçar o bloco.

Você sabia?

Advogado formado pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, Paulinho Serra cursou economia na USP, mas não concluiu o curso.

Atualmente, o tucano faz mestrado em Políticas Públicas e Gestão Governamental na Escola Paulista de Direito.

O avô de Paulinho, Américo Pinto Serra, foi candidato a vice-prefeito em Santo André na década de 60. E o pai, Paulo Américo Serra, candidatou-se a vereador em 1996 pelo então PPB (hoje PP), ficando na primeira suplência.

Paulinho é o vereador mais jovem da atual legislatura. Em seu primeiro mandato, apresentou 83 projetos de lei, 432 requerimentos e 694 indicações.

Frases

"Eu já desencanei desse negócio de intervenção do partido."
Maurício Soares (PSB), ex-prefeito de São Bernardo e ex-aliado do governo, ao avaliar a impossibilidade da intervenção da executiva nacional do PSB no município para que seu nome fosse indicado a vice na chapa petista.

"Trabalhar junto não é ser submisso."
Wagner Lino, líder da bancada do PT de São Bernardo, ao criticar a base de sustentação do prefeito William Dib (PSB), que aprovou a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) sem a inclusão de nenhuma das 687 emendas petistas.

"Já vi muitas noivas darem as costas ao noivo na porta da igreja. Por isso, nada me surpreende."
José Augusto da Silva Ramos (PSDB), candidato a prefeito de Diadema, sobre as possíveis mudanças no cenário político antes da oficialização eleitoral.

"A intenção do PT em ter o nosso apoio refere-se à essência vermelha que resgataríamos naquela chapa."
Antônio Vladimir Trombini Campos, o Vladão (PCB), pré-candidato a prefeito de Diadema, sobre o assédio exercido pelo PT para adesão.

"Tenho certeza que deixarei a Prefeitura com mais acertos do que erros."
José de Filippi Júnior (PT), prefeito de Diadema, que se prepara para deixar a administração após oito anos consecutivos de mandato.

Entrevista - Paulinho Serra
Vereador mais jovem de Santo André na atual legislatura, o advogado Paulinho Serra (PSDB) descarta abrir mão de disputar a reeleição para ser candidato a vice-prefeito na chapa pura encabeçada pelo ex-chefe do Executivo Newton Brandão. "Minha tarefa partidária é outra", justifica. O parlamentar nega, porém, que a decisão esteja relacionada ao fato de ele não ter sido indicado pelo partido para ser o candidato a prefeito. "De forma alguma. Sou um democrata", garantiu o tucano, que não vê o PSDB isolado no primeiro turno, embora a sigla ainda não tenha conseguido coligação.

DIÁRIO - Ao contrário da última eleição, o PSDB deve disputar a sucessão neste ano sem o apoio de outras siglas. O sr. teme o isolamento?
PAULINHO SERRA - Não considero isolamento a ausência de coligação no primeiro turno. A idéia de eleição em dois turnos nos leva a uma reflexão de que os partidos deveriam sair com chapa própria e apresentar a ideologia, sem remendos, de forma originária, para ver o quanto cada um tem de representação social. A aproximação com outras siglas deveria se dar somente no segundo turno, quando, por vezes, há a aplicação do voto útil. Neste sentido, uma candidatura pura do PSDB pode ser benéfica, pois podemos mostrar o programa partidário, ideais e quadros para a população avaliar e ter consciência do que será defendido no curso do mandato, independentemente de quem seja eleito.

DIÁRIO - Então, o sr. defende chapa pura do PSDB?
PAULINHO - Podemos ter um vice de fora, o que acho pouco provável no atual cenário. O importante é o programa de governo. Não podemos recuar uma única linha nos princípios aos quais defendemos, sob pena de nos descaracterizarmos. Além disso, um vice de fora teria de ser melhor do que os quadros internos, ou não faria sentido.

DIÁRIO - O seu nome chegou a ser cogitado para ser vice ...
PAULINHO - Minha tarefa partidária é outra. Tenho convicção de que a eleição será acirrada e necessitaremos de uma forte chapa de vereadores. Temos ótimos nomes para cumprir este papel.

DIÁRIO - Essa decisão está relacionada com o fato de o sr. não ter sido escolhido candidato a prefeito pelo PSDB?
PAULINHO - De forma alguma. Sou um democrata. Defendi um projeto de renovação. Mas o partido adotou política mais conservadora, de olhar a questão eleitoral do ponto de vista numérico, de percentual. Pensou-se, somente, em curtíssimo prazo.

DIÁRIO - A decisão pela candidatura de Newton Brandão foi equivocada então?
PAULINHO - Não. O que digo, com muita tranqüilidade, é que diante das opções pela renovação e por um nome já conhecido, o partido optou pelo segundo caminho. A mim, cabe respeitar a decisão e trabalhar pela vitória do Brandão.

DIÁRIO - Qual o principal adversário do PSDB neste ano?
PAULINHO - Sem dúvida, a disputa será polarizada entre PT e PSDB. Porém, é bom lembrar que o PT que se apresentará nesta eleição é o PT sindical, o qual já deu mostras de ter abandonado as idéias do Celso Daniel. (Leandro Laranjeira)

Destaque da Semana
Vinte mil eleitores ‘fantasmas'

Levantamento do Diário, na semana passada, mostrou que São Caetano perdeu quase 20 mil eleitores fantasmas. O montante corresponde aos títulos de eleitor cancelados em função do recadastramento realizado na cidade no ano passado, quando havia 116.999 pessoas aptas a votar.

Hoje, são 97.274 eleitores registrados. A recontagem dos documentos fora exigida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), justamente pela suspeita de a cidade apresentar um número maior de eleitores do que o real, já que superava 80% da população de 144 mil habitantes.

As zonas eleitorais aguardam a consolidação dos números pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). "Às vezes ocorre um falecimento, ou alguém comete um delito. Mas ficaremos entre 97 mil e 97,5 mil eleitores, pois a variação será mínima", avaliou o chefe do cartório 269, Celso Roberto Gesse.

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