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Justiça nega pedido de reabertura de bares à noite em Diadema, Mauá e Ribeirão

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Decisão aponta que cidades precisam seguir o que diz o Plano São Paulo, que obriga, na Fase Amarela, que estabelecimentos fechem as portas até as 17h; só S.Caetano liberou funcionamento noturno


Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

01/08/2020 | 17:24


A Justiça negou o pedido do Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC) que pedia a reabertura de bares e restaurantes à noite em Diadema, Mauá e Ribeirão Pires. A decisão segue a orientação da Fase 3 (Amarela) do Plano São Paulo, que determina que o limite de fechamento dos estabelecimentos seja às 17h. Ainda falta sair o resultado da solicitação de liminar que a entidade entrou também em São Caetano e Rio Grande da Serra.

Com o resultado, seis das sete cidades do Grande ABC precisarão cumprir a determinação estadual e encerrar as atividades de bares e restaurantes a partir das 17h. A exceção é São Caetano. O município tirou do decreto de quarentena esse limite de funcionamento noturno na semana passada.

“Para ser bem sincero acho difícil que libere também nas demais cidades. A esperança é o resultado da ação que entramos contra o Plano São Paulo já que, na realidade, o impeditivo das prefeituras é o decreto estadual. O tribunal pediu para o Estado se manifestar e estamos no aguardo”, diz o presidente licenciado do Sehal, Beto Moreira.

Segundo ele, a determinação de fechar às 17h favorece apenas os estabelecimentos que funcionam no horário do almoço. “Grande parte do nosso segmento só trabalha à noite, como pizzaria, restaurante japonês, os bares noturnos. Com o fechamento neste horário você segrega todo esse pessoal, deixa eles à margem da lei. E é importante dizer: o vírus não pega só à noite. Com o controle sanitário feito, seguindo os protocolos, todo mundo pode trabalhar”, analisa.

Ninguém, segundo Moreira, tem caixa suficiente para ficar tanto tempo fechado. “Cada empresa emprega, em média, seis funcionários. Imagina o número de pessoas paradas com a quantidade de comércio fechado?”, questiona. A chance de muitos não reabrirem mais, completa, é grande. “A situação é preocupante.” 



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Justiça nega pedido de reabertura de bares à noite em Diadema, Mauá e Ribeirão

Decisão aponta que cidades precisam seguir o que diz o Plano São Paulo, que obriga, na Fase Amarela, que estabelecimentos fechem as portas até as 17h; só S.Caetano liberou funcionamento noturno

Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

01/08/2020 | 17:24


A Justiça negou o pedido do Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC) que pedia a reabertura de bares e restaurantes à noite em Diadema, Mauá e Ribeirão Pires. A decisão segue a orientação da Fase 3 (Amarela) do Plano São Paulo, que determina que o limite de fechamento dos estabelecimentos seja às 17h. Ainda falta sair o resultado da solicitação de liminar que a entidade entrou também em São Caetano e Rio Grande da Serra.

Com o resultado, seis das sete cidades do Grande ABC precisarão cumprir a determinação estadual e encerrar as atividades de bares e restaurantes a partir das 17h. A exceção é São Caetano. O município tirou do decreto de quarentena esse limite de funcionamento noturno na semana passada.

“Para ser bem sincero acho difícil que libere também nas demais cidades. A esperança é o resultado da ação que entramos contra o Plano São Paulo já que, na realidade, o impeditivo das prefeituras é o decreto estadual. O tribunal pediu para o Estado se manifestar e estamos no aguardo”, diz o presidente licenciado do Sehal, Beto Moreira.

Segundo ele, a determinação de fechar às 17h favorece apenas os estabelecimentos que funcionam no horário do almoço. “Grande parte do nosso segmento só trabalha à noite, como pizzaria, restaurante japonês, os bares noturnos. Com o fechamento neste horário você segrega todo esse pessoal, deixa eles à margem da lei. E é importante dizer: o vírus não pega só à noite. Com o controle sanitário feito, seguindo os protocolos, todo mundo pode trabalhar”, analisa.

Ninguém, segundo Moreira, tem caixa suficiente para ficar tanto tempo fechado. “Cada empresa emprega, em média, seis funcionários. Imagina o número de pessoas paradas com a quantidade de comércio fechado?”, questiona. A chance de muitos não reabrirem mais, completa, é grande. “A situação é preocupante.” 

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