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Pandemia e questões raciais animam Hamilton a ficar pelo menos mais 3 anos na F-1

Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


30/07/2020 | 15:35


A pandemia do novo coronavírus e as questões raciais proporcionaram a Lewis Hamilton uma motivação a mais para buscar novos desafios dentro e fora das pistas em 2020. Em entrevista nesta quinta-feira, como preparação para o GP da Inglaterra, domingo, em Silverstone, o piloto inglês afirmou que pretende ficar pelo menos mais três anos na principal categoria do automobilismo.

"Em termos de quanto tempo eu vou continuar, isso é um pouco desconhecido neste momento, mas eu diria que o bloqueio da covid, quando tivemos a primeira parte da temporada cancelada, embora tenha sido negativa em muitos aspectos de certa forma, deu muita vida, muita energia para focar em outras coisas", disse o piloto seis vezes campeão mundial, que, aos 35 anos, terá seu contrato encerrado com a Mercedes no final do ano.

"Esse tempo foi realmente importante para respirar. Isso me deu um pouco de energia renovada para talvez ficar mais tempo em atividade", disse o britânico, que poderá somar a sétima vitória em Silverstone neste fim de semana.

Líder da temporada com 68 pontos, após duas vitórias nas três primeiras provas, Hamilton tem cinco pontos de vantagem sobre o companheiro de equipe, o finlandês Valtteri Bottas. Nesta temporada, o inglês poderá igualar o número de títulos de Michael Schumacher (sete) e superar a marca de 91 vitórias do alemão. O inglês soma 86.

"Há um ponto em que o físico e a mente pesam no momento de parar. Eu não sei quando isso vai acontecer, mas eu não vejo isso ocorrendo em um curto período, nos próximos três anos", disse o britânico. "Também estamos em um período em que não há outro piloto com a mesma origem que a minha e eu sou ciente disso também. Portanto, meu objetivo é continuar entregando o máximo de tempo possível", acrescentou o único piloto negro da F-1, que teve várias atitudes nas redes sociais após a morte do também negro George Floyd, nos Estados Unidos, morto por um policial branco, em Minneapolis, no fim do mês de maio.



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Pandemia e questões raciais animam Hamilton a ficar pelo menos mais 3 anos na F-1


30/07/2020 | 15:35


A pandemia do novo coronavírus e as questões raciais proporcionaram a Lewis Hamilton uma motivação a mais para buscar novos desafios dentro e fora das pistas em 2020. Em entrevista nesta quinta-feira, como preparação para o GP da Inglaterra, domingo, em Silverstone, o piloto inglês afirmou que pretende ficar pelo menos mais três anos na principal categoria do automobilismo.

"Em termos de quanto tempo eu vou continuar, isso é um pouco desconhecido neste momento, mas eu diria que o bloqueio da covid, quando tivemos a primeira parte da temporada cancelada, embora tenha sido negativa em muitos aspectos de certa forma, deu muita vida, muita energia para focar em outras coisas", disse o piloto seis vezes campeão mundial, que, aos 35 anos, terá seu contrato encerrado com a Mercedes no final do ano.

"Esse tempo foi realmente importante para respirar. Isso me deu um pouco de energia renovada para talvez ficar mais tempo em atividade", disse o britânico, que poderá somar a sétima vitória em Silverstone neste fim de semana.

Líder da temporada com 68 pontos, após duas vitórias nas três primeiras provas, Hamilton tem cinco pontos de vantagem sobre o companheiro de equipe, o finlandês Valtteri Bottas. Nesta temporada, o inglês poderá igualar o número de títulos de Michael Schumacher (sete) e superar a marca de 91 vitórias do alemão. O inglês soma 86.

"Há um ponto em que o físico e a mente pesam no momento de parar. Eu não sei quando isso vai acontecer, mas eu não vejo isso ocorrendo em um curto período, nos próximos três anos", disse o britânico. "Também estamos em um período em que não há outro piloto com a mesma origem que a minha e eu sou ciente disso também. Portanto, meu objetivo é continuar entregando o máximo de tempo possível", acrescentou o único piloto negro da F-1, que teve várias atitudes nas redes sociais após a morte do também negro George Floyd, nos Estados Unidos, morto por um policial branco, em Minneapolis, no fim do mês de maio.

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