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Perfil de usuários da ouvidoria muda na pandemia

Reclamações se concentravam em serviços de água e se voltaram à fiscalização de comércios


Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

30/07/2020 | 00:01


Mudou o perfil dos moradores de Santo André e São Bernardo que utilizam as ouvidorias das cidades para buscar soluções para os problemas. Se antes as reclamações eram relacionadas aos serviços e zeladoria, agora os munícipes pedem ajuda para conter o desrespeito às regras de isolamento.

Em Santo André, antes da pandemia a maioria das reclamações era sobre serviços prestados pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) e pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). De março para cá, os chamados são para denunciar irregularidades no comércio e questionar a aplicação de leis, que correspondem a 36,4% dos atendimentos.

Denuncias de comércios que estavam funcionando fora das medidas de segurança representam 23,6% dos chamados. Na sequência, 12,8% das ligações questionavam a aplicação de leis, como, por exemplo, a multa aos estabelecimentos em funcionamento durante o isolamento. A população também relatou aglomerações, já que a ouvidoria recebeu 5,9% de denúncias deste tipo. Além destes temas, o serviço foi procurado para relato de problemas com IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), saúde, vacinação, Dpav (Departamento de Parques e Áreas Verdes), kit merenda, Semasa e DCUrb (Controle Urbano). Ao todo, 4.940 andreenses foram orientados e 52 processos foram encaminhados à Prefeitura.

“Temos a convicção de que a união das forças em promover a melhor orientação e a melhor informação fez mediar de forma eficaz as relações, independentemente de ideologias partidárias, crenças ou convicções políticas, fatores estes que proporcionaram à nossa cidade um grande amadurecimento, ao ponto de tornar-se uma importante e coerente referência no combate ao coronavírus”, comentou o ouvidor Ronaldo Martim.

Em São Bernardo, foi observada pequena redução no número de demandas relacionadas à zeladoria e às consultas e aos exames e aumento no número de demandas relacionadas à poluição sonora e o desrespeito às regras de isolamento. Entre março e julho, foram recebidas 177 manifestações via ouvidoria, sendo todas encaminhadas para análise e instrução da área responsável. No mesmo período, foram autuados 68 processos.

CONTRAPONTO
Diante da mudança de perfil das reclamações feitas à Ouvidoria de Santo André, três prefeituras do Grande ABC – São Caetano, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra – afirmaram que não notaram mudança nas demandas no período de março a julho. Diadema e Mauá não retornaram até o fechamento desta edição. 



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Perfil de usuários da ouvidoria muda na pandemia

Reclamações se concentravam em serviços de água e se voltaram à fiscalização de comércios

Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

30/07/2020 | 00:01


Mudou o perfil dos moradores de Santo André e São Bernardo que utilizam as ouvidorias das cidades para buscar soluções para os problemas. Se antes as reclamações eram relacionadas aos serviços e zeladoria, agora os munícipes pedem ajuda para conter o desrespeito às regras de isolamento.

Em Santo André, antes da pandemia a maioria das reclamações era sobre serviços prestados pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) e pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). De março para cá, os chamados são para denunciar irregularidades no comércio e questionar a aplicação de leis, que correspondem a 36,4% dos atendimentos.

Denuncias de comércios que estavam funcionando fora das medidas de segurança representam 23,6% dos chamados. Na sequência, 12,8% das ligações questionavam a aplicação de leis, como, por exemplo, a multa aos estabelecimentos em funcionamento durante o isolamento. A população também relatou aglomerações, já que a ouvidoria recebeu 5,9% de denúncias deste tipo. Além destes temas, o serviço foi procurado para relato de problemas com IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), saúde, vacinação, Dpav (Departamento de Parques e Áreas Verdes), kit merenda, Semasa e DCUrb (Controle Urbano). Ao todo, 4.940 andreenses foram orientados e 52 processos foram encaminhados à Prefeitura.

“Temos a convicção de que a união das forças em promover a melhor orientação e a melhor informação fez mediar de forma eficaz as relações, independentemente de ideologias partidárias, crenças ou convicções políticas, fatores estes que proporcionaram à nossa cidade um grande amadurecimento, ao ponto de tornar-se uma importante e coerente referência no combate ao coronavírus”, comentou o ouvidor Ronaldo Martim.

Em São Bernardo, foi observada pequena redução no número de demandas relacionadas à zeladoria e às consultas e aos exames e aumento no número de demandas relacionadas à poluição sonora e o desrespeito às regras de isolamento. Entre março e julho, foram recebidas 177 manifestações via ouvidoria, sendo todas encaminhadas para análise e instrução da área responsável. No mesmo período, foram autuados 68 processos.

CONTRAPONTO
Diante da mudança de perfil das reclamações feitas à Ouvidoria de Santo André, três prefeituras do Grande ABC – São Caetano, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra – afirmaram que não notaram mudança nas demandas no período de março a julho. Diadema e Mauá não retornaram até o fechamento desta edição. 

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