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Governo estadual deve anunciar alteração na taxa mínima de ocupação de leitos de UTI pela Covid-19

Divulgação/Governo do Estado de SP Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Atualmente medida prevê índice abaixo de 60%a fim de migrar para faixa verde; anúncio deve acontecer em coletiva hoje


Do dgabc.com.br
com AE

27/07/2020 | 08:36


Mudanças na alteração da taxa mínima de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para que regiões migrem para a quarta fase do Plano São Paulo, que estabelece diretrizes para retomada das atividades no estado, devem ser anunciadas nesta segunda-feira (27) pelo governador João Doria (PSDB) - e passariam a valer a partir do dia 31 de julho. Atualmente, para passar para a faixa verde, as regiões precisam ter índice de ocupação abaixo dos 60% .

De acordo com o coordenador executivo do comitê de saúde estadual, João Gabbardo, a mudança deve acontecer em função dos custos e da demanda de leitos para outras comorbidades, no entanto, o novo índice não foi divulgado.
Gabbardo conta que o comitê vê redução do número de internações por coronavírus e, por conta da baixa, solicitou a alteração. Para se ter ideia, até sábado, a ocupação de leitos da UTI se mantiveram estáveis (66,1%) no Estado e na Grande São Paulo (63,6%), região onde está incluso o Grande ABC.  

Atualmente, para que uma cidade possa evoluir para a fase verde, em que mais setores econômicos são autorizados a reabrir, ela deve ter sua taxa de ocupação das UTIs abaixo dos 60%. A mudança foi revelada ontem em matéria do UOL e confirmada pelo Estadão.

Segundo fontes da gestão Doria, esse porcentual deverá ser alterado para 70% ou mais por duas principais razões: primeiro, porque nas cidades em que a pandemia vive momento de estabilidade, a ocupação de 70% não é tão ameaçadora, pois o número de casos tem tendência de queda.

Segundo, porque, com tal flexibilização, seria possível deslocar alguns leitos de UTI exclusivos para covid que estão ociosos para atender pacientes com outras doenças.

Tal mudança era uma demanda de cidades como São Paulo, uma das que vivem queda no número de novas infecções.

Plano - O plano de reabertura da economia do Estado de São Paulo é dividido em cinco fases, desde a 1 (vermelha), mais restrita, até a 5 (azul), que prevê retomada da normalidade. Na fase 3 (amarela), na qual a Capital se encontra no momento, podem funcionar bares, restaurantes e salões de beleza, além de estabelecimentos já permitidos na fase 2 (laranja), como concessionárias, escritórios, comércios de rua e shoppings centers.



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Governo estadual deve anunciar alteração na taxa mínima de ocupação de leitos de UTI pela Covid-19

Atualmente medida prevê índice abaixo de 60%a fim de migrar para faixa verde; anúncio deve acontecer em coletiva hoje

Do dgabc.com.br
com AE

27/07/2020 | 08:36


Mudanças na alteração da taxa mínima de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para que regiões migrem para a quarta fase do Plano São Paulo, que estabelece diretrizes para retomada das atividades no estado, devem ser anunciadas nesta segunda-feira (27) pelo governador João Doria (PSDB) - e passariam a valer a partir do dia 31 de julho. Atualmente, para passar para a faixa verde, as regiões precisam ter índice de ocupação abaixo dos 60% .

De acordo com o coordenador executivo do comitê de saúde estadual, João Gabbardo, a mudança deve acontecer em função dos custos e da demanda de leitos para outras comorbidades, no entanto, o novo índice não foi divulgado.
Gabbardo conta que o comitê vê redução do número de internações por coronavírus e, por conta da baixa, solicitou a alteração. Para se ter ideia, até sábado, a ocupação de leitos da UTI se mantiveram estáveis (66,1%) no Estado e na Grande São Paulo (63,6%), região onde está incluso o Grande ABC.  

Atualmente, para que uma cidade possa evoluir para a fase verde, em que mais setores econômicos são autorizados a reabrir, ela deve ter sua taxa de ocupação das UTIs abaixo dos 60%. A mudança foi revelada ontem em matéria do UOL e confirmada pelo Estadão.

Segundo fontes da gestão Doria, esse porcentual deverá ser alterado para 70% ou mais por duas principais razões: primeiro, porque nas cidades em que a pandemia vive momento de estabilidade, a ocupação de 70% não é tão ameaçadora, pois o número de casos tem tendência de queda.

Segundo, porque, com tal flexibilização, seria possível deslocar alguns leitos de UTI exclusivos para covid que estão ociosos para atender pacientes com outras doenças.

Tal mudança era uma demanda de cidades como São Paulo, uma das que vivem queda no número de novas infecções.

Plano - O plano de reabertura da economia do Estado de São Paulo é dividido em cinco fases, desde a 1 (vermelha), mais restrita, até a 5 (azul), que prevê retomada da normalidade. Na fase 3 (amarela), na qual a Capital se encontra no momento, podem funcionar bares, restaurantes e salões de beleza, além de estabelecimentos já permitidos na fase 2 (laranja), como concessionárias, escritórios, comércios de rua e shoppings centers.

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