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Dois anos depois da invasão dos EUA, Saddam espera julgamento


Da AFP

19/03/2005 | 11:28


Dois anos depois da invasão dos Estados Unidos ao Iraque para derrubar Saddam Hussein, ainda se desconhece a data do julgamento do ex-ditador, preso em dezembro de 2003. Ele e vários outros dirigentes do antigo regime deverão ser julgados pelo Tribunal Especial Iraquiano.

Um dos meio-irmãos de Saddam, o ex-chefe de inteligência Barzan Ibrahim Hassan al-Tikriti, e o ex-vice-presidente Taha Yassin Ramadan serão os primeiros a responder à justiça.

Criado no final de 2003 pelo ex-administrador americano Paul Bremer, o Tribunal julgará as pessoas acusadas de genocídio, crimes contra a humanidade, crimes de guerra e violações à lei iraquiana.

"Me surpreenderia não ver Saddam no banco dos réus antes do fim do ano", declarou no início de março Muaffak al-Rubai, conselheiro de segurança e membro da Aliança Unificada Iraquiana — a coalizão xiita que venceu as eleições de 30 de janeiro.

No entanto, a legitimidade do Tribunal ainda é questionada. Em julho do ano passado, um jurista iraquiano afirmou que a corte viola a Lei Fundamental, que vigorará no país até o final de 2005, já que uma de suas cláusulas estipula a proibição destes tribunais especiais.

A organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch também está preocupada pela falta de preparo dos juízes em relação a casos de genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

Enquanto espera o julgamento, Saddam Hussein passa seus dias no campo Croper, base militar americana perto do aeroporto de Bagdá, onde está detido ao lado de outros 11 dirigentes do regime ditatorial.



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