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Dólar cai alinhado ao exterior em manhã de cautela com EUA e China

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


22/07/2020 | 09:50


Após abrir em alta, o dólar futuro de agosto passou a cair nesta quarta-feira, em linha com o mercado à vista, sob influência da cautela global diante do acirramento das tensões entre Estados Unidos e China. Há preocupações também com a disseminação do novo coronavírus no mundo e em especial nos EUA. No exterior, o índice DXY caía 0,21% pouco antes das 9h30, e o dólar se enfraqueceu ante divisas emergentes pares do real, como o peso mexicano.

Os EUA exigiram nesta quarta que a China feche seu consulado em Houston (Texas), levando Pequim a ameaçar com retaliações se Washington não reverter a decisão. A China está considerando ordenar o fechamento do consulado dos EUA na cidade de Wuhan, segundo fonte com conhecimento direto do assunto disse à agência Reuters.

Na abertura, os sinais foram mistos no mercado de câmbio, com o contrato futuro de agosto em alta, refletindo ajustes após o fechamento ontem a R$ 5,1745, em reação à proposta de reforma tributária, que saiu depois do fechamento do mercado à vista, a R$ 5,2113.

O mercado futuro ampliou as vendas da moeda americana no fim da sessão estendida ontem, animado porque a proposta de reforma dos tributos manteve a desoneração da cesta básica e também devido ao recuo do governo em usar crédito acima do teto de gastos.

Há expectativas dos investidores pela fala do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, às 11h.

Às 9h23 desta quarta, o dólar à vista caía 1,10%, a R$ 5,1530. O dólar futuro para agosto recuava 0,39%, a R$ 5,1535.



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Dólar cai alinhado ao exterior em manhã de cautela com EUA e China


22/07/2020 | 09:50


Após abrir em alta, o dólar futuro de agosto passou a cair nesta quarta-feira, em linha com o mercado à vista, sob influência da cautela global diante do acirramento das tensões entre Estados Unidos e China. Há preocupações também com a disseminação do novo coronavírus no mundo e em especial nos EUA. No exterior, o índice DXY caía 0,21% pouco antes das 9h30, e o dólar se enfraqueceu ante divisas emergentes pares do real, como o peso mexicano.

Os EUA exigiram nesta quarta que a China feche seu consulado em Houston (Texas), levando Pequim a ameaçar com retaliações se Washington não reverter a decisão. A China está considerando ordenar o fechamento do consulado dos EUA na cidade de Wuhan, segundo fonte com conhecimento direto do assunto disse à agência Reuters.

Na abertura, os sinais foram mistos no mercado de câmbio, com o contrato futuro de agosto em alta, refletindo ajustes após o fechamento ontem a R$ 5,1745, em reação à proposta de reforma tributária, que saiu depois do fechamento do mercado à vista, a R$ 5,2113.

O mercado futuro ampliou as vendas da moeda americana no fim da sessão estendida ontem, animado porque a proposta de reforma dos tributos manteve a desoneração da cesta básica e também devido ao recuo do governo em usar crédito acima do teto de gastos.

Há expectativas dos investidores pela fala do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, às 11h.

Às 9h23 desta quarta, o dólar à vista caía 1,10%, a R$ 5,1530. O dólar futuro para agosto recuava 0,39%, a R$ 5,1535.

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