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Paulo Chuchu recorre para ter acesso às contas na redes sociais


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

22/07/2020 | 00:01


Coordenador do PRTB no Grande ABC e pré-candidato a vereador em São Bernardo, Paulo Eduardo Lopes, conhecido como Paulo Chuchu, perdeu em primeira instância pedido para que seus perfis nas redes sociais fossem reativados. Ele prepara recurso junto ao TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) contra o bloqueio imposto no início do mês, quando foi acusado de ser um operadores de contas que disseminam conteúdo de ódio e fake news.

O recurso em primeira instância foi rejeitado na sexta-feira, Chuchu alegou que pretende entrar com recurso pedindo tutela antecipada para reabertura de suas contas no Facebook, Twitter e Instagram, todas bloqueadas, e também indenização por danos morais, ainda nesta semana. “Já conversei com minha advogada e ainda esta semana vamos preparar recurso para ingressar no TJ. Não é possível que eu vá ficar sem o acesso às minhas contas. Eu nunca ofendi ninguém, só expus minhas opiniões.”

No dia 8, o Facebook removeu 35 contas, 14 páginas e um grupo que foram identificados como propagadores de conteúdo de ódio e que criavam perfis fictícios que se passavam por jornalistas para publicar conteúdo em páginas que simulavam veículo de notícias. Além do Facebook, o Instagram suspendeu 38 contas. Conforme a plataforma digital, a maioria das páginas estava vinculada a familiares do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). Paulo Chuchu, por exemplo, foi assessor do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do capitão.

“O mais engraçado é que essas empresas quiseram me prejudicar, mas o resultado foi o contrário. Se antes eu tinha somente 400 seguidores no Twitter, minha nova conta tem mais de 14 mil”, avaliou Chuchu.

Sem conseguir recuperar as contas bloqueadas, Chuchu decidiu fazer outros perfis para se manter ativo nas redes sociais, plataforma que ele diz ser importante nos dias de hoje. “Mas caso eu perca o recurso no TJ, acredito que não vou levar a questão até o STF (Supremo Tribunal Federal). Vou tentar dar publicidade ao fato, sem querer levar à Justiça”, declarou. 



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