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Procuradoria nega ter pedido buscas em escritório da mulher de Sérgio Moro

Antonio Cruz/ABr/Fotos Públicas Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


17/07/2020 | 14:48


O Ministério Público Federal divulgou nota nesta sexta, 17, negando a existência de pedidos de busca e apreensão no escritório de advocacia de Rosângela Moro, mulher do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro.

O comunicado informa que, segundo o gabinete do procurador-geral da República, Augusto Aras, a medida ''jamais foi cogitada uma vez que não há razão a sustentar a adoção'' do procedimento.

A manifestação veio após sites e blogs divulgarem na manhã desta sexta, 17, que, a pedido da Aras, a Polícia Federal estaria organizando operação para vasculhar o endereço profissional da Rosângela em função de uma suposta retomada de tratativas para acertar um acordo de delação com o advogado Rodrigo Tacla Duran, apontado como operador da Odebrecht.

Investigado pela Lava Jato, Tacla Duran afirmou ter pago dinheiro ao também advogado Carlos Zucolotto, amigo pessoal dos Moro e ex-sócio de Rosângela, para obter vantagens em uma delação premiada, posteriormente frustrada, com a força-tarefa em 2016. Entre elas, uma suposta redução no valor da multa delatória. Duran está foragido no exterior desde 2016, quando foi alvo de um mandado de prisão determinado por Moro.



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Procuradoria nega ter pedido buscas em escritório da mulher de Sérgio Moro


17/07/2020 | 14:48


O Ministério Público Federal divulgou nota nesta sexta, 17, negando a existência de pedidos de busca e apreensão no escritório de advocacia de Rosângela Moro, mulher do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro.

O comunicado informa que, segundo o gabinete do procurador-geral da República, Augusto Aras, a medida ''jamais foi cogitada uma vez que não há razão a sustentar a adoção'' do procedimento.

A manifestação veio após sites e blogs divulgarem na manhã desta sexta, 17, que, a pedido da Aras, a Polícia Federal estaria organizando operação para vasculhar o endereço profissional da Rosângela em função de uma suposta retomada de tratativas para acertar um acordo de delação com o advogado Rodrigo Tacla Duran, apontado como operador da Odebrecht.

Investigado pela Lava Jato, Tacla Duran afirmou ter pago dinheiro ao também advogado Carlos Zucolotto, amigo pessoal dos Moro e ex-sócio de Rosângela, para obter vantagens em uma delação premiada, posteriormente frustrada, com a força-tarefa em 2016. Entre elas, uma suposta redução no valor da multa delatória. Duran está foragido no exterior desde 2016, quando foi alvo de um mandado de prisão determinado por Moro.

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