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Rihanna, 19, e no topo


Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

23/08/2007 | 07:06


A cada ano, o universo pop é sacudido por um artista que esbanja sensualidade, petulância juvenil e forte apelo popular. Nesta temporada, ninguém reúne esses predicados em proporções equivalentes às da cantora Rihanna, de apenas 19 anos.

Intérprete do hit Umbrella, que tomou conta da programação das rádios e das pistas de dança, ela já demarcou seu espaço no cenário mundial do rhythm & blues. Um dos destaques do CD Good Girl Gone Bad, a música conta com a participação do padrinho artístico da moça, o multimilionário rapper norte-americano Jay-Z.

Presidente da gravadora DefJam Records, o músico foi fundamental na ascensão da garota, iniciada em 2005, com o lançamento do disco Music of the Sun. Antes de cair nas graças do poderoso cantor, a beldade, nascida na ilha caribenha de Barbados, recebeu a ajuda dos produtores Evan Rogers e Carl Sturken. Eles foram responsáveis pela mudança de Rihanna para os Estados Unidos.

O primeiro single do álbum de estréia foi Pon de Play, que sintetiza as influências da musa de olhos verdes. A fórmula é simples e certeira: além do r&b, suas canções trazem referências a gêneros como dancehall e dance music.

Seu mais recente trabalho não se sustenta apenas na grudenta Umbrella, e traz os sucessos Don’t Stop the Music e Push Up on Me. Mas, assim como é difícil negar a popularidade de Rihanna, é tarefa inglória prever sua permanência no concorrido mercado musical.

Outros lançamentos

The Hitchcock Trio
O universo cinematográfico inspira o The Hitchcock Trio, que lança seu primeiro e homônimo CD (Arsenal Music, R$ 25 em média). Capitaneada pelo produtor musical Rodrigo Castanho, a banda não se propõe a fazer versões dos temas musicais de filmes consagrados.

Entretanto, utiliza o conceito de seus longas-metragens prediletos para compor ótimas canções instrumentais, entre elas o rock etéreo Blade Runner e o funk Laranja Mecânica, em que se destaca o baixista Adriano Paternostro.

Roberta Sá
A cantora Roberta Sá demonstra maturidade em seu segundo CD, Que Belo Estranho Dia pra Se Ter Alegria (Universal, R$ 24 em média). Cercada de intérpretes e compositores ilustres, ela convida o ouvinte para o samba de roda em Girando na Renda, que traz a flauta virtuosa de Carlos Malta. Na faixa, Fogo e Gasolina, um dos destaques do disco, experimenta o tempero de ritmos nordestinos, acompanhada pelo cantor Lenine. Também merecem atenção o choro Novo Amor e a bossa Cansei de Esperar Você.

Família Assad
Reconhecida por seus exímios instrumentistas, a família Assad reuniu todos os seus talentos no DVD Um Songbook Brasileiro (Rob Digital, R$ 36 em média). Gravado em 2004, durante um show no Palácio de Belas Artes de Bruxelas, na Bélgica, o repertório inclui clássicos da MPB como Casa Forte, de Edu Lobo, e Rosa, de Pixinguinha. O espetáculo também ganhou registro em CD (Rob Digital, R$ 25 em média). Artigo fino e recomendável.


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