Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 4 de Agosto

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

|

Governança corporativa na pandemia


Do Diário do Grande ABC

13/07/2020 | 23:59


A crise gerada pela pandemia da Covid-19 trouxe um alerta às empresas: a importância da governança corporativa como um dos pilares de sustentação do negócio. Em qualquer crise, a transparência nas relações entre sócios, colaboradores e com a própria sociedade é fundamental para manter a sustentabilidade das organizações. Além disso, diante da dificuldade de captar recursos em fase como esta, as empresas devem buscar boas práticas para manter a estabilidade no mercado.

O IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) define a governança corporativa como o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas. Os princípios básicos desse sistema são transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa.

Além dos desafios financeiros, a busca por manter as boas práticas neste período é importante para que as organizações não pareçam frágeis para o mercado, o que pode limitar as possibilidades de captação de recursos e prejudicar a reputação.

A pandemia trouxe um agravante: a necessidade do home office. A falta de contato presencial entre gestores e colaboradores tem sido, para muitos, desafio a ser cumprido no sentido de se manter conduta adequada no gerenciamento da governança. Por outro lado, este é o momento de demonstrar o preparo da empresa para lidar com crises e transmitir confiança aos investidores e parceiros. Identificar os pontos vulneráveis deve estar entre as prioridades dos empresários, a fim de possibilitar a criação de procedimentos de gestão e a adequação do planejamento, para se ter mais eficiência nas ações. A elaboração de planos de contingência, por meio de comitês de crise, auxilia na tomada de decisões estratégicas, que tenham como foco a sustentabilidade da empresa e a redução de riscos.

A transparência está diretamente ligada à comunicação, com interação dos executivos, sócios, investidores e colaboradores, estabelecendo bom canal de relacionamento. É preciso expor claramente a situação da empresa, os pontos frágeis e o que tem sido feito para melhorar, mesmo que pensando nos resultados em médio prazo.

Com o grande impacto causado pela pandemia do novo coronavírus, a economia vai se recuperar gradativamente, mas é preciso estar preparado para essa fase. Assim, é essencial preservar as relações que foram construídas ao longo do tempo, aumentando não apenas a confiabilidade da organização, mas o engajamento de todas as partes envolvidas, incluindo a sociedade.

Ana Rita Petraroli é sócia-fundadora do Petraroli Advogados.

PALAVRA DO LEITOR


Brasil
Aqui, com a Justiça que temos, é tão difícil soltar inocentes pobres como prender corruptos ricos. Que bela democracia temos! Antes mesmo de chegarem à prisão, já entram com habeas corpus para continuarem livres e sorridentes. Foro privilegiado, prisão domiciliar, cela especial, prescrição e progressão de pena, indultos de Natal, de Páscoa, do Dia das Mães, dos Pais, menores assassinos livres aos 18 anos e a infinidade de recursos possíveis – enriquecendo ‘bons’ advogados, mantendo seus clientes soltos com a sociedade pagando – são imoralidades ‘legais’ que nos envergonham e impedem que o País vá para frente. Queremos democracia, sim, mas não isso que temos aqui. Muda, Brasil!
Nilson Martins Altran
São Caetano

Continuação
A maioria dos protagonistas da história deste País parece que tem obsessão pela retórica da pobreza. Se não tem pobreza, não tem discurso eleitoral. Tudo pelo social, pelo corporativismo, assembleísmo, coletivos, e nada pelo lucro, produção, desenvolvimento, geração de riquezas, diminuição da confiscatória carga tributária, privatizações incondicionais (imagina abrir mão do patrimônio nacional), muito menos em modernizar a vetusta legislação trabalhista. Isso é coisa de burguês! E decorridos mais de 60 anos que, com brilho nos olhos, colaborei com as correntinhas e anéis que tinha em casa para o Tesouro Nacional – ‘Ouro Para o Bem do Brasil’ –, o que vi foi o crescimento da casta dos mandarins, e a total inoperância estatal em enfrentar e superar as injustiças e os óbices do nosso desenvolvimento. E, pelo andar da carruagem, permita Deus que esteja equivocado, as crianças de hoje, como eu 65 anos atrás, continuarão dando ‘Ouro Para o Bem do Brasil!
Adauto Campanella
São Caetano

18-Bronze
‘O (Grande) ABC perdeu um monotrilho e ganhou duas linhas de Metrô’. Essas foram as palavras do secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, em julho de 2019, para decretar o fim da Linha 18-Bronze. Segundo a apresentação da secretaria, a Linha 20-Rosa é cogitada para operação em meados de 2028. Nessa mesma época, o governador Doria bradou: ‘O critério será absolutamente técnico. Se não houver nenhum viés político. Situação de obras públicas, com recurso público, com recurso privado ou de ambos, tem que ser o critério técnico’. Como pode ser critério técnico de escolha se iria trafegar em fundo de vale sujeito a inundações, com inúmeros cruzamentos em nível? Desta forma é fundamental que o sistema seja elevado, para não ocorrer o que acontece com a Linha 10-Turquesa da CPTM, ou o Corredor ABD, do BRT da Metra, podendo até ser o VLT, ou se corre o risco de construir sistema obsoleto já na sua criação.
Luiz Carlos Leoni
São Caetano

Pandemia
Mais de 70 mil mortos no Brasil! Ao mesmo tempo em que me solidarizo e deixo o meu profundo sentimento de luto com todas as famílias que tiveram perdas, também deixo o meu repúdio a todos os governantes que aproveitaram o caos para se beneficiar de dinheiro público, dinheiro esse que passa a ser podre uma vez que não é gasto devidamente para o bem comum da população. Incrível como ainda vemos secretários com milhões em espécie dentro de suas casas. Fico a pensar, por que ainda não temos leis eficientes para esses? Entendo que se houvesse lei dura e firme muita coisa não aconteceria. Penso que se é funcionário público, desde auxiliar de serviços, bem como senador, ministro do Supremo, todos que se envolvessem em fraudes deveriam ter seus direitos suspensos e nunca mais poderem participar do funcionalismo público. Muitas reformas são necessárias para podermos ter justiça.
Rosângela Caris
Mauá

Amazônia
O Brasil, perante investidores internacionais, está com sua imagem no fundo do poço. E mesmo assim Jair Bolsonaro não toma jeito, com seu descaso à fiscalização e ao zelo com a Floresta Amazônica. Ou seja, entre outras aberrações, desonerou o cientista e ex-diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) Ricardo Galvão, que apontou, em meados de 2019, número recorde de desmatamento. Agora, e pelo mesmo motivo, exonera Lubia Vinhas, que semana passada apontou que, em junho último, o desmatamento subiu 10,65%. E com mais essa desfaçatez do presidente e a pressão internacional em defesa do meio ambiente, que já é grande, agora certamente o nosso País vai amargar também prejuízos com a balança comercial. Infelizmente, este governo de Bolsonaro é piada.
Paulo Panossian
São Carlos (SP) 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Governança corporativa na pandemia

Do Diário do Grande ABC

13/07/2020 | 23:59


A crise gerada pela pandemia da Covid-19 trouxe um alerta às empresas: a importância da governança corporativa como um dos pilares de sustentação do negócio. Em qualquer crise, a transparência nas relações entre sócios, colaboradores e com a própria sociedade é fundamental para manter a sustentabilidade das organizações. Além disso, diante da dificuldade de captar recursos em fase como esta, as empresas devem buscar boas práticas para manter a estabilidade no mercado.

O IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) define a governança corporativa como o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas. Os princípios básicos desse sistema são transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa.

Além dos desafios financeiros, a busca por manter as boas práticas neste período é importante para que as organizações não pareçam frágeis para o mercado, o que pode limitar as possibilidades de captação de recursos e prejudicar a reputação.

A pandemia trouxe um agravante: a necessidade do home office. A falta de contato presencial entre gestores e colaboradores tem sido, para muitos, desafio a ser cumprido no sentido de se manter conduta adequada no gerenciamento da governança. Por outro lado, este é o momento de demonstrar o preparo da empresa para lidar com crises e transmitir confiança aos investidores e parceiros. Identificar os pontos vulneráveis deve estar entre as prioridades dos empresários, a fim de possibilitar a criação de procedimentos de gestão e a adequação do planejamento, para se ter mais eficiência nas ações. A elaboração de planos de contingência, por meio de comitês de crise, auxilia na tomada de decisões estratégicas, que tenham como foco a sustentabilidade da empresa e a redução de riscos.

A transparência está diretamente ligada à comunicação, com interação dos executivos, sócios, investidores e colaboradores, estabelecendo bom canal de relacionamento. É preciso expor claramente a situação da empresa, os pontos frágeis e o que tem sido feito para melhorar, mesmo que pensando nos resultados em médio prazo.

Com o grande impacto causado pela pandemia do novo coronavírus, a economia vai se recuperar gradativamente, mas é preciso estar preparado para essa fase. Assim, é essencial preservar as relações que foram construídas ao longo do tempo, aumentando não apenas a confiabilidade da organização, mas o engajamento de todas as partes envolvidas, incluindo a sociedade.

Ana Rita Petraroli é sócia-fundadora do Petraroli Advogados.

PALAVRA DO LEITOR


Brasil
Aqui, com a Justiça que temos, é tão difícil soltar inocentes pobres como prender corruptos ricos. Que bela democracia temos! Antes mesmo de chegarem à prisão, já entram com habeas corpus para continuarem livres e sorridentes. Foro privilegiado, prisão domiciliar, cela especial, prescrição e progressão de pena, indultos de Natal, de Páscoa, do Dia das Mães, dos Pais, menores assassinos livres aos 18 anos e a infinidade de recursos possíveis – enriquecendo ‘bons’ advogados, mantendo seus clientes soltos com a sociedade pagando – são imoralidades ‘legais’ que nos envergonham e impedem que o País vá para frente. Queremos democracia, sim, mas não isso que temos aqui. Muda, Brasil!
Nilson Martins Altran
São Caetano

Continuação
A maioria dos protagonistas da história deste País parece que tem obsessão pela retórica da pobreza. Se não tem pobreza, não tem discurso eleitoral. Tudo pelo social, pelo corporativismo, assembleísmo, coletivos, e nada pelo lucro, produção, desenvolvimento, geração de riquezas, diminuição da confiscatória carga tributária, privatizações incondicionais (imagina abrir mão do patrimônio nacional), muito menos em modernizar a vetusta legislação trabalhista. Isso é coisa de burguês! E decorridos mais de 60 anos que, com brilho nos olhos, colaborei com as correntinhas e anéis que tinha em casa para o Tesouro Nacional – ‘Ouro Para o Bem do Brasil’ –, o que vi foi o crescimento da casta dos mandarins, e a total inoperância estatal em enfrentar e superar as injustiças e os óbices do nosso desenvolvimento. E, pelo andar da carruagem, permita Deus que esteja equivocado, as crianças de hoje, como eu 65 anos atrás, continuarão dando ‘Ouro Para o Bem do Brasil!
Adauto Campanella
São Caetano

18-Bronze
‘O (Grande) ABC perdeu um monotrilho e ganhou duas linhas de Metrô’. Essas foram as palavras do secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, em julho de 2019, para decretar o fim da Linha 18-Bronze. Segundo a apresentação da secretaria, a Linha 20-Rosa é cogitada para operação em meados de 2028. Nessa mesma época, o governador Doria bradou: ‘O critério será absolutamente técnico. Se não houver nenhum viés político. Situação de obras públicas, com recurso público, com recurso privado ou de ambos, tem que ser o critério técnico’. Como pode ser critério técnico de escolha se iria trafegar em fundo de vale sujeito a inundações, com inúmeros cruzamentos em nível? Desta forma é fundamental que o sistema seja elevado, para não ocorrer o que acontece com a Linha 10-Turquesa da CPTM, ou o Corredor ABD, do BRT da Metra, podendo até ser o VLT, ou se corre o risco de construir sistema obsoleto já na sua criação.
Luiz Carlos Leoni
São Caetano

Pandemia
Mais de 70 mil mortos no Brasil! Ao mesmo tempo em que me solidarizo e deixo o meu profundo sentimento de luto com todas as famílias que tiveram perdas, também deixo o meu repúdio a todos os governantes que aproveitaram o caos para se beneficiar de dinheiro público, dinheiro esse que passa a ser podre uma vez que não é gasto devidamente para o bem comum da população. Incrível como ainda vemos secretários com milhões em espécie dentro de suas casas. Fico a pensar, por que ainda não temos leis eficientes para esses? Entendo que se houvesse lei dura e firme muita coisa não aconteceria. Penso que se é funcionário público, desde auxiliar de serviços, bem como senador, ministro do Supremo, todos que se envolvessem em fraudes deveriam ter seus direitos suspensos e nunca mais poderem participar do funcionalismo público. Muitas reformas são necessárias para podermos ter justiça.
Rosângela Caris
Mauá

Amazônia
O Brasil, perante investidores internacionais, está com sua imagem no fundo do poço. E mesmo assim Jair Bolsonaro não toma jeito, com seu descaso à fiscalização e ao zelo com a Floresta Amazônica. Ou seja, entre outras aberrações, desonerou o cientista e ex-diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) Ricardo Galvão, que apontou, em meados de 2019, número recorde de desmatamento. Agora, e pelo mesmo motivo, exonera Lubia Vinhas, que semana passada apontou que, em junho último, o desmatamento subiu 10,65%. E com mais essa desfaçatez do presidente e a pressão internacional em defesa do meio ambiente, que já é grande, agora certamente o nosso País vai amargar também prejuízos com a balança comercial. Infelizmente, este governo de Bolsonaro é piada.
Paulo Panossian
São Carlos (SP) 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;