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Hamilton e Ricciardo dizem que pretendem protestar contra o racismo no domingo

Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


09/07/2020 | 17:13


Lewis Hamilton e Daniel Ricciardo indicaram que pretendem realizar novo protesto contra o racismo, provavelmente voltando a se ajoelhar, antes da realização do GP da Estíria, no domingo, se as circunstâncias permitirem.

Antes do GP da Áustria no fim de semana passado, 14 dos 20 pilotos do grid da Fórmula 1 se ajoelharam antes da execução do Hino Nacional do país. Além disso, o ato contou com os corredores utilizando camisetas pretas com uma mensagem pelo fim do racismo.

Um protocolo semelhante não está planejado antes da corrida de domingo no Red Bull Ring, mas Hamilton não descartou fazer alguma manifestação, desde que isso não interfira na sua preparação.

"Eu não sou contra ajoelhar novamente, então se eu puder encontrar uma maneira de garantir que isso não atrapalhe o nosso trabalho, então eu farei", disse Hamilton, nesta quinta-feira. "Realmente precisamos continuar falando, continuar utilizando o momento para espalhar a consciência e continuar pressionando por mudanças. Isso não vai mudar em algumas semanas, então farei o máximo possível."

Uma possibilidade poderia ser os membros da Mercedes se ajoelharem coletivamente junto ao seu carro, como os mecânicos da equipe Red Bull fizeram no último domingo. "Talvez se tivermos tempo, isso seja algo que minha equipe e eu possamos fazer. Depende apenas do tempo, não há muito tempo antes da corrida", disse Hamilton, o único piloto negro da Fórmula 1.

Ricciardo ecoou a visão de Hamilton de que o protesto do fim de semana passado não deveria ser único. "Eu não sei qual será o procedimento neste fim de semana, mas é claro, se houver uma oportunidade novamente, a resposta é sim. Não é algo que eu só quero fazer uma vez e esquecer, por isso, se tivermos a chance de fazê-lo novamente, então eu farei", disse.

Hamilton falou amplamente sobre o racismo nas últimas semanas após a morte em Minneapolis de George Floyd, um homem negro que estava algemado e desarmado, depois de um policial pressionar o joelho no seu pescoço de Floyd por quase oito minutos em maio. O britânico participou de um protesto em Londres e montou uma comissão para aumentar a diversidade no automobilismo.

Os atos têm sido realizados em diferentes eventos esportivos. Mas no fim de semana passado, os pilotos Kimi Raikkonen, Max Verstappen, Charles Leclerc, Daniil Kvyat, Antonio Giovinazzi e Carlos Sainz Jr. optaram por não se ajoelharem.

"Nosso combinado no domingo antes da corrida era usar camisetas que estavam dizendo ''acabem com o racismo''. Eu pensei que já era uma mensagem muito forte para o mundo todo. Eu diria que minha mentalidade e no meu país não me permitem ficar de joelhos", disse Kvyat.

Sainz também defendeu que a utilização da camiseta era suficiente. "Mostramos no domingo quão fortes estamos contra o racismo. Eu senti que foi o suficiente", afirmou.



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Hamilton e Ricciardo dizem que pretendem protestar contra o racismo no domingo


09/07/2020 | 17:13


Lewis Hamilton e Daniel Ricciardo indicaram que pretendem realizar novo protesto contra o racismo, provavelmente voltando a se ajoelhar, antes da realização do GP da Estíria, no domingo, se as circunstâncias permitirem.

Antes do GP da Áustria no fim de semana passado, 14 dos 20 pilotos do grid da Fórmula 1 se ajoelharam antes da execução do Hino Nacional do país. Além disso, o ato contou com os corredores utilizando camisetas pretas com uma mensagem pelo fim do racismo.

Um protocolo semelhante não está planejado antes da corrida de domingo no Red Bull Ring, mas Hamilton não descartou fazer alguma manifestação, desde que isso não interfira na sua preparação.

"Eu não sou contra ajoelhar novamente, então se eu puder encontrar uma maneira de garantir que isso não atrapalhe o nosso trabalho, então eu farei", disse Hamilton, nesta quinta-feira. "Realmente precisamos continuar falando, continuar utilizando o momento para espalhar a consciência e continuar pressionando por mudanças. Isso não vai mudar em algumas semanas, então farei o máximo possível."

Uma possibilidade poderia ser os membros da Mercedes se ajoelharem coletivamente junto ao seu carro, como os mecânicos da equipe Red Bull fizeram no último domingo. "Talvez se tivermos tempo, isso seja algo que minha equipe e eu possamos fazer. Depende apenas do tempo, não há muito tempo antes da corrida", disse Hamilton, o único piloto negro da Fórmula 1.

Ricciardo ecoou a visão de Hamilton de que o protesto do fim de semana passado não deveria ser único. "Eu não sei qual será o procedimento neste fim de semana, mas é claro, se houver uma oportunidade novamente, a resposta é sim. Não é algo que eu só quero fazer uma vez e esquecer, por isso, se tivermos a chance de fazê-lo novamente, então eu farei", disse.

Hamilton falou amplamente sobre o racismo nas últimas semanas após a morte em Minneapolis de George Floyd, um homem negro que estava algemado e desarmado, depois de um policial pressionar o joelho no seu pescoço de Floyd por quase oito minutos em maio. O britânico participou de um protesto em Londres e montou uma comissão para aumentar a diversidade no automobilismo.

Os atos têm sido realizados em diferentes eventos esportivos. Mas no fim de semana passado, os pilotos Kimi Raikkonen, Max Verstappen, Charles Leclerc, Daniil Kvyat, Antonio Giovinazzi e Carlos Sainz Jr. optaram por não se ajoelharem.

"Nosso combinado no domingo antes da corrida era usar camisetas que estavam dizendo ''acabem com o racismo''. Eu pensei que já era uma mensagem muito forte para o mundo todo. Eu diria que minha mentalidade e no meu país não me permitem ficar de joelhos", disse Kvyat.

Sainz também defendeu que a utilização da camiseta era suficiente. "Mostramos no domingo quão fortes estamos contra o racismo. Eu senti que foi o suficiente", afirmou.

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