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Estado libera volta do Paulistão, sem torcida, a partir do dia 22

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Equipes do Grande ABC divergem sobre retomada da competição: Netuno se diz preparado; líder Ramalhão lamenta curta preparação


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

08/07/2020 | 23:45


O Paulistão 2020 já tem data para voltar. Mesmo que sem torcida nas arquibancadas. Isso porque ontem, em coletiva, o governador João Doria (PSDB) anunciou que a elite do futebol estadual volta à ativa no dia 22 e segue até 8 de agosto, período que servirá para completar as duas rodadas restantes da primeira fase até a final, e somente em cidades que estiverem na faixa amarela do plano de retomada (leia mais abaixo). Representantes do Grande ABC, Santo André (que liderava o torneio quando fora suspenso) e Água Santa divergem sobre a data de regresso da competição.

Técnico do Ramalhão, Paulo Roberto Santos projetava o retorno do Paulistão no início de agosto, tendo em vista que a equipe regressou aos treinos no dia 1º – enquanto diversos outros concorrentes reiniciaram as atividades em 22 de junho. “O ideal para que a gente pudesse recondicionar grupo em patamar aceitável é de, no mínimo, 30 dias (de treino). Não vejo condição de reiniciar a competição no mesmo patamar que parou. A gente gostaria de ter 30 dias, mas a atual situação impede isso. Se não tivesse saído data do início do Brasileiro (8 de agosto, com cinco clubes paulistas), pudéssemos ter 30 dias. Mas estamos procurando trabalhar, antecipando algumas etapas, porque havíamos feito planejamento para 30 dias, então estamos avançando algumas etapas”, disse o treinador, que citou ainda as perdas do elenco ramalhino (quatro titulares, entre outras peças). “Todas pararam no mesmo momento, mas grande parte retornou com 90% dos elencos e até contratações feitas. Então acho que são equipes que saem bem na frente.”

Por outro lado, o Água Santa, do técnico Toninho Cecílio, se mostrou mais satisfeito com o regresso do torneio. O time, que luta contra o rebaixamento e visa uma chance de classificação, vinha se preparando para essa possibilidade de volta antecipada do Paulistão.

“Desde que cheguei, na segunda-feira retrasada, fiz reunião com diretoria e estabelecemos três cenários de datas que entendíamos como possíveis de retorno: dia 22, dia 29 e uma data indefinida. Então a gente trabalhou o cenário do dia 22 como o mais pessimista, que apresentava o menor tempo de preparação, mas a partir dali trabalhamos para atingir nível de preparação e contratações para estar prontos para o dia 22. Caso fosse mais para frente, já estaríamos preparados, com as contratações e equipe pronta”, explicou o comandante.

Desde o início da semana a delegação do Netuno seguiu para o Interior, onde se prepara. “Vir para o CT de Itu na segunda-feira, no escuro, sem saber a data, justamente para nos planejarmos para o mais cedo possível, foi acertado. (A antecipação) Não vai trazer prejuízo, porque estamos trabalhando aqui. Não é o cenário ideal, no entanto todos os setores (jogadores, treinadores, dirigentes) precisam ter nível de compreensão maior por conta da pandemia. Todos os prazos não são os ideais para preparação, mas existe perfeita compreensão do que é possível”, disse.
<EM>Durante a coletiva, João Doria explicou que os times deverão seguir rigoroso protocolo para a retomada da competição. Coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus, Paulo Menezes elogiou o protocolo médico definido pela FPF, com diferentes zonas de exclusão dentro dos estádios – restringindo acessos e com no máximo 200 pessoas envolvidas com o jogo – e cuidado aos testes. “O protocolo médico foi aprovado de forma unânime. Estamos lidando com uma situação de baixo risco de contágio, pela excelente condição física e de saúde dos jogadores”, disse. “O futebol de São Paulo vai continuar respeitando vidas e cumprindo rigorosamente os protocolos aprovados pelos médicos”, disse o Presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos.

Anacleto Campanella pode servir como palco

O Plano São Paulo de retomada econômica do governo do Estado vai interferir diretamente nos palcos a serem utilizados pelos times para o complemento do Paulistão (duas rodadas faltantes da primeira fase e mata-mata). Se os jogos fossem hoje, apenas três cidades que abrigam times da Série A-1 estariam dentro da Fase 3 (amarela), a indicada para receber a competição futebolística: Santo André, Diadema (onde fica o Inamar, casa do Água Santa) e a Capital (que abriga o Allianz Parque, do Palmeiras, Morumbi, do São Paulo, e Arena Corinthians, do Timão). Entretanto, a casa do Ramalhão está sendo utilizada como hospital de campanha contra a Covid-19 e, desta forma, o líder da competição deverá mandar a partida contra o Ituano, possivelmente dia 26, no Estádio do Canindé, da Portuguesa, que está na Série A-2.

Até o reinício do Paulistão, haverá outras duas reclassificações das regiões de saúde do Estado, sendo possível que mais cidades sejam contempladas com a liberação. Independentemente disso, uma reunião entre clubes e a FPF (Federação Paulista de Futebol) está marcada para as 11h de hoje e outros estádios poderão ser apontados como aptos a receberem os jogos. Um deles é o Anacleto Campanella, em São Caetano, que só deverá ser utilizado pelo Azulão em agosto, quando retornar a A-2.

De acordo com o administrador do futebol do Azulão, Carlos Silva de Oliveira (que segue no comando até a concretização da transferência ao empresário Fernando Rocha Garcia), houve uma sondagem. “Surgiu a possibilidade de liberar o estádio para jogos da Série A-1, devido ao gramado estar muito bom. A Federação provavelmente vai nos solicitar e vou consultar a Prefeitura, porque é estádio municipal”, explicou.

Além do fato de ser um espaço público, o Anacleto Campanella faz parte do Complexo Esportivo Lauro Gomes – que contempla o Ginásio Milton Feijão e a piscina olímpica. Desta maneira, existe a necessidade que todo o espaço seja liberado.

FPF convoca reunião para definir futuro da Série A-2 na terça

Os 16 clubes participantes do Campeonato Paulista da Série A-2, entre eles o líder São Bernardo FC e o São Caetano, foram convocados para reunião com a FPF (Federação Paulista de Futebol) na terça-feira. Provavelmente na data serão definidos os regressos dos times aos treinos e quando será o retorno da competição, paralisada restando três rodadas para o fim da primeira fase.

A expectativa é que o torneio siga as determinações da Série A-1 – que volta dia 22. “A gente acredita que a Federação deverá priorizar o protocolo da A-1 e a gente deva começar a jogar em meados de 10 de agosto”, disse o gerente de futebol do Tigre, Daniel Flumignan, que revelou uma possibilidade. “Surgiram conversas de Copa Paulista simultânea”, indicou, citando a competição que preenche o calendário do segundo semestre das equipes que não disputam campeonatos nacionais.

Administrador do futebol do São Caetano, Carlos Silva de Oliveira não escondeu a ansiedade por uma definição. “A expectativa é boa. Já são mais de 100 dias parados. A gente espera que as coisas voltem a funcionar normalmente, porque o futebol é a paixão do povo brasileiro e pode dar um pouco de alegria em meio a essa triste história que estamos vivendo nesta pandemia”, destacou o dirigente.
<EM>Tigre e Azulão se enfrentarão justamente na primeira rodada pós-pandemia, com mando são-caetanense.<TL>DB

Série A-3 ainda aguarda indicação sobre desfecho
do campeonato

Se a Série A-2 do Campeonato Paulista já enxerga uma luz no fim do túnel e vislumbra o retorno da competição para o início de agosto, a Série A-3 ainda vive de projeções. Ontem, o presidente da FPF (Federação Paulista de Futebol) falou sobre o segundo nível do futebol estadual, mas não citou a sequência da Terceira Divisão, a qual tem o EC São Bernardo como vice-líder, restando quatro rodadas para o fim da primeira fase.

“O mais breve possível vamos encaminhar ao comitê da covid o protocolo de volta aos testes e avaliação física da Série A2 do Campeonato Paulista. Assim que liberado, vamos encaminhar ao Centro de Contingência”, disse o dirigente máximo da FPF em coletiva. O presidente do Cachorrão, Felipe Cheidde Júnior, disse que acompanhou a fala. “Não tem nada oficial. Ouvi entrevista do (Reinaldo) Carneiro (Bastos, presidente da FPF) de que vai falar com (os clubes) a Série A-2 sobre data do início, dando a entender que A-3 vem a posterior”, interpretou.

De acordo com o dirigente alvinegro, o EC São Bernardo não só seguiu treinando a distância como agiu no mercado e trouxe reforços para o técnico Renato Peixe. “Expectativas são as melhores possíveis, contratamos três jogadores que disputaram a Primeira Divisão do Gaúcho. Nosso grupo está muito focado em terminar essa competição em alto nível”, concluiu Felipinho Cheidde. 



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Estado libera volta do Paulistão, sem torcida, a partir do dia 22

Equipes do Grande ABC divergem sobre retomada da competição: Netuno se diz preparado; líder Ramalhão lamenta curta preparação

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

08/07/2020 | 23:45


O Paulistão 2020 já tem data para voltar. Mesmo que sem torcida nas arquibancadas. Isso porque ontem, em coletiva, o governador João Doria (PSDB) anunciou que a elite do futebol estadual volta à ativa no dia 22 e segue até 8 de agosto, período que servirá para completar as duas rodadas restantes da primeira fase até a final, e somente em cidades que estiverem na faixa amarela do plano de retomada (leia mais abaixo). Representantes do Grande ABC, Santo André (que liderava o torneio quando fora suspenso) e Água Santa divergem sobre a data de regresso da competição.

Técnico do Ramalhão, Paulo Roberto Santos projetava o retorno do Paulistão no início de agosto, tendo em vista que a equipe regressou aos treinos no dia 1º – enquanto diversos outros concorrentes reiniciaram as atividades em 22 de junho. “O ideal para que a gente pudesse recondicionar grupo em patamar aceitável é de, no mínimo, 30 dias (de treino). Não vejo condição de reiniciar a competição no mesmo patamar que parou. A gente gostaria de ter 30 dias, mas a atual situação impede isso. Se não tivesse saído data do início do Brasileiro (8 de agosto, com cinco clubes paulistas), pudéssemos ter 30 dias. Mas estamos procurando trabalhar, antecipando algumas etapas, porque havíamos feito planejamento para 30 dias, então estamos avançando algumas etapas”, disse o treinador, que citou ainda as perdas do elenco ramalhino (quatro titulares, entre outras peças). “Todas pararam no mesmo momento, mas grande parte retornou com 90% dos elencos e até contratações feitas. Então acho que são equipes que saem bem na frente.”

Por outro lado, o Água Santa, do técnico Toninho Cecílio, se mostrou mais satisfeito com o regresso do torneio. O time, que luta contra o rebaixamento e visa uma chance de classificação, vinha se preparando para essa possibilidade de volta antecipada do Paulistão.

“Desde que cheguei, na segunda-feira retrasada, fiz reunião com diretoria e estabelecemos três cenários de datas que entendíamos como possíveis de retorno: dia 22, dia 29 e uma data indefinida. Então a gente trabalhou o cenário do dia 22 como o mais pessimista, que apresentava o menor tempo de preparação, mas a partir dali trabalhamos para atingir nível de preparação e contratações para estar prontos para o dia 22. Caso fosse mais para frente, já estaríamos preparados, com as contratações e equipe pronta”, explicou o comandante.

Desde o início da semana a delegação do Netuno seguiu para o Interior, onde se prepara. “Vir para o CT de Itu na segunda-feira, no escuro, sem saber a data, justamente para nos planejarmos para o mais cedo possível, foi acertado. (A antecipação) Não vai trazer prejuízo, porque estamos trabalhando aqui. Não é o cenário ideal, no entanto todos os setores (jogadores, treinadores, dirigentes) precisam ter nível de compreensão maior por conta da pandemia. Todos os prazos não são os ideais para preparação, mas existe perfeita compreensão do que é possível”, disse.
<EM>Durante a coletiva, João Doria explicou que os times deverão seguir rigoroso protocolo para a retomada da competição. Coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus, Paulo Menezes elogiou o protocolo médico definido pela FPF, com diferentes zonas de exclusão dentro dos estádios – restringindo acessos e com no máximo 200 pessoas envolvidas com o jogo – e cuidado aos testes. “O protocolo médico foi aprovado de forma unânime. Estamos lidando com uma situação de baixo risco de contágio, pela excelente condição física e de saúde dos jogadores”, disse. “O futebol de São Paulo vai continuar respeitando vidas e cumprindo rigorosamente os protocolos aprovados pelos médicos”, disse o Presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos.

Anacleto Campanella pode servir como palco

O Plano São Paulo de retomada econômica do governo do Estado vai interferir diretamente nos palcos a serem utilizados pelos times para o complemento do Paulistão (duas rodadas faltantes da primeira fase e mata-mata). Se os jogos fossem hoje, apenas três cidades que abrigam times da Série A-1 estariam dentro da Fase 3 (amarela), a indicada para receber a competição futebolística: Santo André, Diadema (onde fica o Inamar, casa do Água Santa) e a Capital (que abriga o Allianz Parque, do Palmeiras, Morumbi, do São Paulo, e Arena Corinthians, do Timão). Entretanto, a casa do Ramalhão está sendo utilizada como hospital de campanha contra a Covid-19 e, desta forma, o líder da competição deverá mandar a partida contra o Ituano, possivelmente dia 26, no Estádio do Canindé, da Portuguesa, que está na Série A-2.

Até o reinício do Paulistão, haverá outras duas reclassificações das regiões de saúde do Estado, sendo possível que mais cidades sejam contempladas com a liberação. Independentemente disso, uma reunião entre clubes e a FPF (Federação Paulista de Futebol) está marcada para as 11h de hoje e outros estádios poderão ser apontados como aptos a receberem os jogos. Um deles é o Anacleto Campanella, em São Caetano, que só deverá ser utilizado pelo Azulão em agosto, quando retornar a A-2.

De acordo com o administrador do futebol do Azulão, Carlos Silva de Oliveira (que segue no comando até a concretização da transferência ao empresário Fernando Rocha Garcia), houve uma sondagem. “Surgiu a possibilidade de liberar o estádio para jogos da Série A-1, devido ao gramado estar muito bom. A Federação provavelmente vai nos solicitar e vou consultar a Prefeitura, porque é estádio municipal”, explicou.

Além do fato de ser um espaço público, o Anacleto Campanella faz parte do Complexo Esportivo Lauro Gomes – que contempla o Ginásio Milton Feijão e a piscina olímpica. Desta maneira, existe a necessidade que todo o espaço seja liberado.

FPF convoca reunião para definir futuro da Série A-2 na terça

Os 16 clubes participantes do Campeonato Paulista da Série A-2, entre eles o líder São Bernardo FC e o São Caetano, foram convocados para reunião com a FPF (Federação Paulista de Futebol) na terça-feira. Provavelmente na data serão definidos os regressos dos times aos treinos e quando será o retorno da competição, paralisada restando três rodadas para o fim da primeira fase.

A expectativa é que o torneio siga as determinações da Série A-1 – que volta dia 22. “A gente acredita que a Federação deverá priorizar o protocolo da A-1 e a gente deva começar a jogar em meados de 10 de agosto”, disse o gerente de futebol do Tigre, Daniel Flumignan, que revelou uma possibilidade. “Surgiram conversas de Copa Paulista simultânea”, indicou, citando a competição que preenche o calendário do segundo semestre das equipes que não disputam campeonatos nacionais.

Administrador do futebol do São Caetano, Carlos Silva de Oliveira não escondeu a ansiedade por uma definição. “A expectativa é boa. Já são mais de 100 dias parados. A gente espera que as coisas voltem a funcionar normalmente, porque o futebol é a paixão do povo brasileiro e pode dar um pouco de alegria em meio a essa triste história que estamos vivendo nesta pandemia”, destacou o dirigente.
<EM>Tigre e Azulão se enfrentarão justamente na primeira rodada pós-pandemia, com mando são-caetanense.<TL>DB

Série A-3 ainda aguarda indicação sobre desfecho
do campeonato

Se a Série A-2 do Campeonato Paulista já enxerga uma luz no fim do túnel e vislumbra o retorno da competição para o início de agosto, a Série A-3 ainda vive de projeções. Ontem, o presidente da FPF (Federação Paulista de Futebol) falou sobre o segundo nível do futebol estadual, mas não citou a sequência da Terceira Divisão, a qual tem o EC São Bernardo como vice-líder, restando quatro rodadas para o fim da primeira fase.

“O mais breve possível vamos encaminhar ao comitê da covid o protocolo de volta aos testes e avaliação física da Série A2 do Campeonato Paulista. Assim que liberado, vamos encaminhar ao Centro de Contingência”, disse o dirigente máximo da FPF em coletiva. O presidente do Cachorrão, Felipe Cheidde Júnior, disse que acompanhou a fala. “Não tem nada oficial. Ouvi entrevista do (Reinaldo) Carneiro (Bastos, presidente da FPF) de que vai falar com (os clubes) a Série A-2 sobre data do início, dando a entender que A-3 vem a posterior”, interpretou.

De acordo com o dirigente alvinegro, o EC São Bernardo não só seguiu treinando a distância como agiu no mercado e trouxe reforços para o técnico Renato Peixe. “Expectativas são as melhores possíveis, contratamos três jogadores que disputaram a Primeira Divisão do Gaúcho. Nosso grupo está muito focado em terminar essa competição em alto nível”, concluiu Felipinho Cheidde. 

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