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Câmara de Diadema aprova projeto que proíbe honraria a condenados

Texto de Márcio Júnior impede homenagem de culpados por racismo e crimes contra administração


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

09/07/2020 | 00:01


A Câmara de Diadema aprovou, por unanimidade, projeto de lei que proíbe que condenados por crimes contra humanidade ou contra a administração pública, por fraude eleitoral, por racismo ou até associação à escravidão sejam homenageados com nome de ruas ou espaços públicos na cidade. O texto precisa passar por segunda votação antes de ir à sanção do prefeito Lauro Michels (PV).

Autor da proposta, o vereador Márcio Júnior (Podemos) argumentou que a ideia é lembrar moradores que ajudaram a construir a história de Diadema e evitar que figuras sem conexão com o município tenham seus nomes estampados em vias ou equipamentos públicos.

“Somos uma cidade construída a braços longos por trabalhadores, por pessoas dignas. Essas são as pessoas que precisam ser homenageadas, as que ajudaram a construir a nossa cidade. Muitas vezes buscamos pessoas de fora, sem identidade com a cidade. Temos de buscar aquele Seu Zé, que não é tão lembrado, mas que era quem, no passado, quando poucos carros tinham na cidade, levava as pessoas para ganhar o neném nos hospitais. Precisamos identificar essas pessoas nos bairros e valorizá-las. Não temos de pegar pessoas com ativos políticos ou condenadas para homenagear”, comparou.

O texto veda a honraria para condenados em segunda instância por crimes como abuso de poder econômico ou político em uma eleição; contra a economia popular ou a administração pública; contra o meio ambiente; lavagem de dinheiro; tráfico de drogas; racismo, tortura ou terrorismo; por fomentar condução análoga à escravidão; contra a vida e dignidade sexual; tráfico de influência ou exploração sexual; e formação de quadrilha ou organização criminosa. 



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Câmara de Diadema aprova projeto que proíbe honraria a condenados

Texto de Márcio Júnior impede homenagem de culpados por racismo e crimes contra administração

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

09/07/2020 | 00:01


A Câmara de Diadema aprovou, por unanimidade, projeto de lei que proíbe que condenados por crimes contra humanidade ou contra a administração pública, por fraude eleitoral, por racismo ou até associação à escravidão sejam homenageados com nome de ruas ou espaços públicos na cidade. O texto precisa passar por segunda votação antes de ir à sanção do prefeito Lauro Michels (PV).

Autor da proposta, o vereador Márcio Júnior (Podemos) argumentou que a ideia é lembrar moradores que ajudaram a construir a história de Diadema e evitar que figuras sem conexão com o município tenham seus nomes estampados em vias ou equipamentos públicos.

“Somos uma cidade construída a braços longos por trabalhadores, por pessoas dignas. Essas são as pessoas que precisam ser homenageadas, as que ajudaram a construir a nossa cidade. Muitas vezes buscamos pessoas de fora, sem identidade com a cidade. Temos de buscar aquele Seu Zé, que não é tão lembrado, mas que era quem, no passado, quando poucos carros tinham na cidade, levava as pessoas para ganhar o neném nos hospitais. Precisamos identificar essas pessoas nos bairros e valorizá-las. Não temos de pegar pessoas com ativos políticos ou condenadas para homenagear”, comparou.

O texto veda a honraria para condenados em segunda instância por crimes como abuso de poder econômico ou político em uma eleição; contra a economia popular ou a administração pública; contra o meio ambiente; lavagem de dinheiro; tráfico de drogas; racismo, tortura ou terrorismo; por fomentar condução análoga à escravidão; contra a vida e dignidade sexual; tráfico de influência ou exploração sexual; e formação de quadrilha ou organização criminosa. 

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