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Quatro meses após suspensão de corridas em decorrência da pandemia, categoria inicia temporada cercada por protocolos


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

03/07/2020 | 23:50


Em meio ao ‘novo normal’ em razão da pandemia do novo coronavírus, a Fórmula 1 realiza hoje o treino qualificatório para o primeiro Grande Prêmio da temporada, no circuito Red Bull Ring, em Spielberg, na Áustria. A Covid-19 causou o cancelamento de diversas etapas e adiou de março para agora o começo das disputas. Além disso, provocou a criação de série de protocolos de segurança e higiene entre pilotos, equipes, imprensa e demais envolvidos. Tudo para minimizar ao máximo o contato entre as pessoas e a proliferação da doença. Inclusive, por ora, nenhuma das etapas terá a presença de público. As arquibancadas austríacas, por exemplo, ganharam gigantescos banners com o rosto de cada um dos 20 pilotos, para ocupar os espaços.

Alguns carros também ganharam mudanças de última hora, sobretudo em razão dos acontecimentos recentes envolvendo racismo e homofobia. Assim, equipes como Mercedes e McLaren adotaram novas cores e símbolos. A equipe alemã, por exemplo, que conta com o único piloto negro do grid – o britânico Lewis Hamilton – ganhou pintura majoritariamente preta. Já a escuderia inglesa integrou a pintura do arco-íris – símbolo LGBT – à sua carenagem.

Mas, independentemente de todas as alterações, tem uma situação que não muda: a soberania da Mercedes. Nos treinos livres de ontem, os carros da equipe alemã permaneceram na frente, assim como terminaram a temporada 2019 e o mesmo que fizeram durante os testes coletivos, em fevereiro. Lewis Hamilton foi o mais rápido, seguido pelo companheiro, Valtteri Bottas. E, na terceira colocação, uma grata surpresa: Sergio Perez, da Racing Point (ex-Force India).

A Ferrari fechou os treinos com Sebastian Vettel na quarta colocação e Charles Leclerc apenas em nono. Dona da casa, a Red Bull não teve grande desempenho, com Max Verstappen no oitavo posto e Alex Albon no 13º. Hoje, a partir das 10h, os carros partem para a qualificatória e amanhã, às 10h10, as luzes ficarão verdes pela primeira vez no ano, dando – enfim – largada para a temporada 2020.

NEGADO
Ontem a Red Bull entrou com protesto junto à FIA (Federação Internacional de Automobilismo) contra o uso do DAS (sistema que comanda movimentos do eixo de direção) da Mercedes. Porém, a entidade rejeitou o argumento “por não ter fundamento”.

GP do Brasil corre risco de não ser realizado em razão da Covid

O Grande Prêmio do Brasil, inicialmente marcado para 15 de novembro, pode não mais ser realizado nesta temporada da Fórmula 1. Ao menos é o que considera o CEO da Fórmula 1, Chase Carey, tomando por base os efeitos da pandemia do novo coronavírus no País. Aliás, a situação se estende também às corridas nos Estados Unidos (25 de outubro) e México (1º de novembro).

“Quando você olha para Estados Unidos, México e Brasil, percebe claramente agora que eles parecem ter uma incidência maior de infecções do que em outros lugares. Então, (estamos) tentando obter informações destes lugares sobre o que é possível e o que podemos fazer. Precisamos saber: podemos correr nestes locais? Haverá restrições à nossa capacidade de entrar e sair de um local de maneira funcional? Além disso, estamos tentando resolver a questão dos fãs. Gostaríamos de tê-los em nossas corridas”, disse o CEO.

Chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff concorda com as ideias de Casey. “Olhando para esses países agora, não se pode imaginar que iríamos para lá", afirmou em entrevista à TV britânica BBC. “Baseado em minhas conversas com Chase Carey, ele não quer fechar nenhuma porta, mas não parece que iremos para estes locais. Eles são muito cuidadosos e não irão lá se for arriscar as pessoas”, acrescentou.<TL>DB 



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Adaptada, F-1 liga motores

Quatro meses após suspensão de corridas em decorrência da pandemia, categoria inicia temporada cercada por protocolos

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

03/07/2020 | 23:50


Em meio ao ‘novo normal’ em razão da pandemia do novo coronavírus, a Fórmula 1 realiza hoje o treino qualificatório para o primeiro Grande Prêmio da temporada, no circuito Red Bull Ring, em Spielberg, na Áustria. A Covid-19 causou o cancelamento de diversas etapas e adiou de março para agora o começo das disputas. Além disso, provocou a criação de série de protocolos de segurança e higiene entre pilotos, equipes, imprensa e demais envolvidos. Tudo para minimizar ao máximo o contato entre as pessoas e a proliferação da doença. Inclusive, por ora, nenhuma das etapas terá a presença de público. As arquibancadas austríacas, por exemplo, ganharam gigantescos banners com o rosto de cada um dos 20 pilotos, para ocupar os espaços.

Alguns carros também ganharam mudanças de última hora, sobretudo em razão dos acontecimentos recentes envolvendo racismo e homofobia. Assim, equipes como Mercedes e McLaren adotaram novas cores e símbolos. A equipe alemã, por exemplo, que conta com o único piloto negro do grid – o britânico Lewis Hamilton – ganhou pintura majoritariamente preta. Já a escuderia inglesa integrou a pintura do arco-íris – símbolo LGBT – à sua carenagem.

Mas, independentemente de todas as alterações, tem uma situação que não muda: a soberania da Mercedes. Nos treinos livres de ontem, os carros da equipe alemã permaneceram na frente, assim como terminaram a temporada 2019 e o mesmo que fizeram durante os testes coletivos, em fevereiro. Lewis Hamilton foi o mais rápido, seguido pelo companheiro, Valtteri Bottas. E, na terceira colocação, uma grata surpresa: Sergio Perez, da Racing Point (ex-Force India).

A Ferrari fechou os treinos com Sebastian Vettel na quarta colocação e Charles Leclerc apenas em nono. Dona da casa, a Red Bull não teve grande desempenho, com Max Verstappen no oitavo posto e Alex Albon no 13º. Hoje, a partir das 10h, os carros partem para a qualificatória e amanhã, às 10h10, as luzes ficarão verdes pela primeira vez no ano, dando – enfim – largada para a temporada 2020.

NEGADO
Ontem a Red Bull entrou com protesto junto à FIA (Federação Internacional de Automobilismo) contra o uso do DAS (sistema que comanda movimentos do eixo de direção) da Mercedes. Porém, a entidade rejeitou o argumento “por não ter fundamento”.

GP do Brasil corre risco de não ser realizado em razão da Covid

O Grande Prêmio do Brasil, inicialmente marcado para 15 de novembro, pode não mais ser realizado nesta temporada da Fórmula 1. Ao menos é o que considera o CEO da Fórmula 1, Chase Carey, tomando por base os efeitos da pandemia do novo coronavírus no País. Aliás, a situação se estende também às corridas nos Estados Unidos (25 de outubro) e México (1º de novembro).

“Quando você olha para Estados Unidos, México e Brasil, percebe claramente agora que eles parecem ter uma incidência maior de infecções do que em outros lugares. Então, (estamos) tentando obter informações destes lugares sobre o que é possível e o que podemos fazer. Precisamos saber: podemos correr nestes locais? Haverá restrições à nossa capacidade de entrar e sair de um local de maneira funcional? Além disso, estamos tentando resolver a questão dos fãs. Gostaríamos de tê-los em nossas corridas”, disse o CEO.

Chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff concorda com as ideias de Casey. “Olhando para esses países agora, não se pode imaginar que iríamos para lá", afirmou em entrevista à TV britânica BBC. “Baseado em minhas conversas com Chase Carey, ele não quer fechar nenhuma porta, mas não parece que iremos para estes locais. Eles são muito cuidadosos e não irão lá se for arriscar as pessoas”, acrescentou.<TL>DB 

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