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Programa habitacional prevê 5,2 mil imóveis no interior

Fernando Frazão/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


30/06/2020 | 07:26


Quatorze cidades do Estado de São Paulo terão empreendimentos da nova etapa do programa habitacional Nossa Casa. O secretário estadual da Habitação, Flavio Amary, assina eletronicamente nesta terça-feira, 30, as autorizações dos convênios em videoconferência com participação dos prefeitos dos municípios contemplados, que também assinam digitalmente a documentação.

A ideia é, por meio de licitações, que a iniciativa privada construa 17 empreendimentos, com o objetivo de viabilizar 5.215 imóveis. Metade deles será destinada a famílias com renda de até três salários mínimos - o restante será vendido a preço de mercado.

Adamantina (369 unidades habitacionais); Águas de Lindoia (360), Araçatuba (500), Bauru (500), Caieiras (376), Carapicuíba (220), Garça (80), Itupeva (370), Jaguariúna (312), Pereira Barreto (187), Ribeiro Preto (1351), Sorocaba (248), Taubaté (266) e Vargem Grande do Sul (76) são os municípios que terão os novos empreendimentos do programa.

De acordo com Amary, os imóveis devem ficar prontos até 2022. Ele diz que o governo do Estado deve investir cerca de R$ 1 bilhão em todas as modalidades do programa habitacional, totalizando 60 mil imóveis.

"É um programa inovador, que utiliza terrenos disponíveis das prefeituras para agilizar o processo em um prazo mais curto e com custos mais baixos", ressalta. Amary afirma que os terrenos estão em áreas habitadas e com infraestrutura, incluindo transporte coletivo, parques e escolas.

A incorporadora que oferecer o maior número de unidades pelo menor preço vence a licitação. O tamanho do terreno e o porte da cidade servem de parâmetros para definir se serão construídos prédios verticais ou casas. Os imóveis poderão ser financiados pela Caixa Econômica Federal, utilizando o FGTS e o programa Minha Casa Minha Vida.

As famílias de baixa renda receberão subsídios de até R$ 40 mil da Agência Casa Paulista da Secretaria de Habitação. Os preços sociais que devem ser praticados vão de R$ 100 a R$ 130 mil por unidade.

Inscrição

Quem estiver interessado em comprar os imóveis já pode fazer o registro de interesse para participar do programa por meio do site: www.nossacasa.sp.gov.br. Caso o número de candidatos seja superior às unidades sociais disponíveis, a seleção será realizada por sorteios públicos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Programa habitacional prevê 5,2 mil imóveis no interior


30/06/2020 | 07:26


Quatorze cidades do Estado de São Paulo terão empreendimentos da nova etapa do programa habitacional Nossa Casa. O secretário estadual da Habitação, Flavio Amary, assina eletronicamente nesta terça-feira, 30, as autorizações dos convênios em videoconferência com participação dos prefeitos dos municípios contemplados, que também assinam digitalmente a documentação.

A ideia é, por meio de licitações, que a iniciativa privada construa 17 empreendimentos, com o objetivo de viabilizar 5.215 imóveis. Metade deles será destinada a famílias com renda de até três salários mínimos - o restante será vendido a preço de mercado.

Adamantina (369 unidades habitacionais); Águas de Lindoia (360), Araçatuba (500), Bauru (500), Caieiras (376), Carapicuíba (220), Garça (80), Itupeva (370), Jaguariúna (312), Pereira Barreto (187), Ribeiro Preto (1351), Sorocaba (248), Taubaté (266) e Vargem Grande do Sul (76) são os municípios que terão os novos empreendimentos do programa.

De acordo com Amary, os imóveis devem ficar prontos até 2022. Ele diz que o governo do Estado deve investir cerca de R$ 1 bilhão em todas as modalidades do programa habitacional, totalizando 60 mil imóveis.

"É um programa inovador, que utiliza terrenos disponíveis das prefeituras para agilizar o processo em um prazo mais curto e com custos mais baixos", ressalta. Amary afirma que os terrenos estão em áreas habitadas e com infraestrutura, incluindo transporte coletivo, parques e escolas.

A incorporadora que oferecer o maior número de unidades pelo menor preço vence a licitação. O tamanho do terreno e o porte da cidade servem de parâmetros para definir se serão construídos prédios verticais ou casas. Os imóveis poderão ser financiados pela Caixa Econômica Federal, utilizando o FGTS e o programa Minha Casa Minha Vida.

As famílias de baixa renda receberão subsídios de até R$ 40 mil da Agência Casa Paulista da Secretaria de Habitação. Os preços sociais que devem ser praticados vão de R$ 100 a R$ 130 mil por unidade.

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Quem estiver interessado em comprar os imóveis já pode fazer o registro de interesse para participar do programa por meio do site: www.nossacasa.sp.gov.br. Caso o número de candidatos seja superior às unidades sociais disponíveis, a seleção será realizada por sorteios públicos.

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