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Família arrecada dinheiro para tratamento de jovem

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Morador sofreu descarga elétrica e ficou em estado vegetativo; recurso será para fisioterapia


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

26/06/2020 | 00:01


Atualizada às 14h16

A família do auxiliar de produção Willy Aparecido Amaral, 31 anos, está realizando campanha de arrecadação de dinheiro para custear seu tratamento médico. No dia 7 de março, o jovem, que mora em Mauá, estava em Diadema ajudando primo a fazer obra em casa, quando sofreu grave acidente. Sofreu forte descarga elétrica quando segurava uma barra de ferro e caiu. Familiares alegam que o ferro não chegou a encostar nos fios de alta tensão. Amaral foi socorrido por um vizinho ao hospital e encaminhado para UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Depois de 60 dias e duas paradas cardíacas, foi diagnosticado com coma vigil, quando a pessoa passa a ficar em estado vegetativo.

Segundo a prima do rapaz, a assistente financeira Luana Amaral dos Santos, 26, os médicos disseram que a parte do cérebro que foi atingida é a que controla os movimentos, as emoções e os sentimentos e que ele não sentiria mais nada. Mas logo que foi para casa, Amaral deu sinais de que consegue sentir e interagir. “Ele tinha reações de dor, mexia os olhos, a boca, a mão, saíam lágrimas dos seus olhos. Então a gente acredita que se ele tiver acesso a tratamento, a fisioterapia, tratamento com fonoaudiólogo, ele possa se recuperar”, afirmou.

Sem laudo médico que ateste a possibilidade de recuperação, o convênio médico não cobre o tratamento intensivo para reabilitação e oferta, apenas uma vez por mês, sessões de fisioterapia. Há cerca de um mês, a família paga por sessões particulares de fisioterapia e observa progressos. “Ele esta mexendo a mão. Quando a gente pega no pé, ele sente e quando a gente pergunta alguma coisa e pede para ele responder piscando, ele responde”, relatou a prima.

Os familiares vão passar o rapaz em novo neurologista para tentar conseguir o encaminhamento para os exames. Até lá, segue pagando pelas sessões, na esperança de que Amaral recupere mais movimentos. Quem puder contribuir com a vaquinha on- line pode acessar o link vakinha.com.br/vaquinha/fisio-e-fono-para-o-willy . 



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Família arrecada dinheiro para tratamento de jovem

Morador sofreu descarga elétrica e ficou em estado vegetativo; recurso será para fisioterapia

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

26/06/2020 | 00:01


Atualizada às 14h16

A família do auxiliar de produção Willy Aparecido Amaral, 31 anos, está realizando campanha de arrecadação de dinheiro para custear seu tratamento médico. No dia 7 de março, o jovem, que mora em Mauá, estava em Diadema ajudando primo a fazer obra em casa, quando sofreu grave acidente. Sofreu forte descarga elétrica quando segurava uma barra de ferro e caiu. Familiares alegam que o ferro não chegou a encostar nos fios de alta tensão. Amaral foi socorrido por um vizinho ao hospital e encaminhado para UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Depois de 60 dias e duas paradas cardíacas, foi diagnosticado com coma vigil, quando a pessoa passa a ficar em estado vegetativo.

Segundo a prima do rapaz, a assistente financeira Luana Amaral dos Santos, 26, os médicos disseram que a parte do cérebro que foi atingida é a que controla os movimentos, as emoções e os sentimentos e que ele não sentiria mais nada. Mas logo que foi para casa, Amaral deu sinais de que consegue sentir e interagir. “Ele tinha reações de dor, mexia os olhos, a boca, a mão, saíam lágrimas dos seus olhos. Então a gente acredita que se ele tiver acesso a tratamento, a fisioterapia, tratamento com fonoaudiólogo, ele possa se recuperar”, afirmou.

Sem laudo médico que ateste a possibilidade de recuperação, o convênio médico não cobre o tratamento intensivo para reabilitação e oferta, apenas uma vez por mês, sessões de fisioterapia. Há cerca de um mês, a família paga por sessões particulares de fisioterapia e observa progressos. “Ele esta mexendo a mão. Quando a gente pega no pé, ele sente e quando a gente pergunta alguma coisa e pede para ele responder piscando, ele responde”, relatou a prima.

Os familiares vão passar o rapaz em novo neurologista para tentar conseguir o encaminhamento para os exames. Até lá, segue pagando pelas sessões, na esperança de que Amaral recupere mais movimentos. Quem puder contribuir com a vaquinha on- line pode acessar o link vakinha.com.br/vaquinha/fisio-e-fono-para-o-willy . 

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