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Moradora de Santo André compra chocolate com bicho e teia de aranha

Reprodução Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Marcela Ibelli
Do Diário do Grande ABC

25/06/2020 | 15:49


Atualizado às 18h15

A auxiliar financeira Maitê Gaspar, 30 anos, de Santo André, levou um susto ao ser chamada pela filha mais velha de 5 para mostrar a larva que encontrou no chocolate que a irmã de 2 anos e 10 meses estava comendo. “Além do bicho tinha teia de aranha no doce”, conta Maitê que, rapidamente entrou em contato com o pediatra para saber como proceder. “Minha preocupação é que ela tinha comido quase todo o chocolate. O médico pediu para observar se apresentasse dores de barriga e vômitos.” Ela não apresentou até o momento.

O alimento da Arcor (abaixo a nota oficial da empresa) – com validade para 11 de julho de 2020 – foi comprado nas Lojas Americanas da Avenida Giovanni Battista Pirelli, em Santo André, na terça-feira (23). A Americanas respondeu ao Diário que ia “apurar o ocorrido”, porém Maitê contou que a gerente regional da marca já entrou em contato e pediu desculpas. “Ela disse que fizeram levantamento na loja para ver se achava outro com bicho e não acharam.” A andreense afirma que já está em contato com advogada e que vai tomar as medidas judiciais cabíveis.

Segundo Fernando Capez, secretário de Defesa do Consumidor, em casos como os da Maitê tanto o fabricante do chocolate como a loja que o vendeu têm responsabilidades e devem reparar os danos com possíveis tratamentos médicos, além de multa. “O conselho é que a cliente faça uma reclamação no site do Procon (www.procon.sp.gov.br) para que seja encaminhada equipe de fiscalização. Também é importante registrar boletim de ocorrência e manter o alimento – gravar vídeo - para que se realize possível perícia”, explica.

Nota oficial da Arcor:
"A Arcor do Brasil, empresa de alimentos e uma das líderes nas categorias de Chocolates, Guloseimas e Biscoitos na América Latina, informa que possui um rígido e reforçado protocolo de segurança em todas as suas fábricas, que passam por processos de esterilização frequentes. Além disso, produtos não são manipulados durante a fabricação e, antes de entrarem na linha de produção, todas as pessoas, funcionários ou não, passam por uma área isolada para higienização.

Com uma trajetória de mais de 38 anos no País, a companhia reforça suas medidas de controle, assim como as orientações para armazenamento no varejo. A empresa lamenta a experiência negativa da consumidora e suas filhas com um de seus produtos e informa que até o momento não recebeu o contato para auxiliá-la em um dos canais de atendimento: SAC 0800 055 8450, aquiarcor@arcor.com e www.arcor.com.br. "

 



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Moradora de Santo André compra chocolate com bicho e teia de aranha

Marcela Ibelli
Do Diário do Grande ABC

25/06/2020 | 15:49


Atualizado às 18h15

A auxiliar financeira Maitê Gaspar, 30 anos, de Santo André, levou um susto ao ser chamada pela filha mais velha de 5 para mostrar a larva que encontrou no chocolate que a irmã de 2 anos e 10 meses estava comendo. “Além do bicho tinha teia de aranha no doce”, conta Maitê que, rapidamente entrou em contato com o pediatra para saber como proceder. “Minha preocupação é que ela tinha comido quase todo o chocolate. O médico pediu para observar se apresentasse dores de barriga e vômitos.” Ela não apresentou até o momento.

O alimento da Arcor (abaixo a nota oficial da empresa) – com validade para 11 de julho de 2020 – foi comprado nas Lojas Americanas da Avenida Giovanni Battista Pirelli, em Santo André, na terça-feira (23). A Americanas respondeu ao Diário que ia “apurar o ocorrido”, porém Maitê contou que a gerente regional da marca já entrou em contato e pediu desculpas. “Ela disse que fizeram levantamento na loja para ver se achava outro com bicho e não acharam.” A andreense afirma que já está em contato com advogada e que vai tomar as medidas judiciais cabíveis.

Segundo Fernando Capez, secretário de Defesa do Consumidor, em casos como os da Maitê tanto o fabricante do chocolate como a loja que o vendeu têm responsabilidades e devem reparar os danos com possíveis tratamentos médicos, além de multa. “O conselho é que a cliente faça uma reclamação no site do Procon (www.procon.sp.gov.br) para que seja encaminhada equipe de fiscalização. Também é importante registrar boletim de ocorrência e manter o alimento – gravar vídeo - para que se realize possível perícia”, explica.

Nota oficial da Arcor:
"A Arcor do Brasil, empresa de alimentos e uma das líderes nas categorias de Chocolates, Guloseimas e Biscoitos na América Latina, informa que possui um rígido e reforçado protocolo de segurança em todas as suas fábricas, que passam por processos de esterilização frequentes. Além disso, produtos não são manipulados durante a fabricação e, antes de entrarem na linha de produção, todas as pessoas, funcionários ou não, passam por uma área isolada para higienização.

Com uma trajetória de mais de 38 anos no País, a companhia reforça suas medidas de controle, assim como as orientações para armazenamento no varejo. A empresa lamenta a experiência negativa da consumidora e suas filhas com um de seus produtos e informa que até o momento não recebeu o contato para auxiliá-la em um dos canais de atendimento: SAC 0800 055 8450, aquiarcor@arcor.com e www.arcor.com.br. "

 

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