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Reeleição de Atila seria pior do que a tragédia do Titanic, afirma Donisete

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ex-prefeito e pré-candidato em Mauá dispara contra socialista: ‘Diniz, Leonel e Grecco foram melhores’


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

18/06/2020 | 00:01


Ex-prefeito de Mauá e pré-candidato do PDT à Prefeitura neste ano, Donisete Braga classificou que eventual reeleição do atual chefe do Executivo, Atila Jacomussi (PSB), seria mais catastrófica do que a tragédia do Titanic, navio britânico que afundou em 1912 em sua viagem inaugural, deixando cerca de 1.500 mortos.

“(A recondução de Atila) Seria grande tragédia. Vejo que seria pior que a do Titanic, porque no Titanic muitas pessoas se salvaram. Seria um filme de terror”, disse o pedetista. Dos quase 2.200 passageiros e tripulantes no histórico navio, aproximadamente 700 se salvaram.

Ex-aliado de Atila – em 2012, quando se elegeu prefeito, Donisete contou com apoio de Atila no segundo turno e o alocou no comando da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá –, o ex-prefeito não poupou críticas ao atual adversário. Declarou que a gestão de Atila foi marcada por escândalos policiais, o mais recente na segunda-feira, quando o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) acusou superfaturamento no hospital de campanha contra a Covid-19 (o socialista nega qualquer irregularidade), e que outros mandatos questionáveis no meio político foram superiores.

“Tenho de reconhecer que o Diniz (Lopes) em 11 meses fez mais do que o Atila (Diniz foi prefeito interino de Mauá entre janeiro e dezembro de 2005) em quase quatro anos. Que Oswaldo (Dias, PT, três vezes prefeito) fez muito mais. O Leonel Damo (duas vezes prefeito) fez muito mais. Que até o Zé Carlos Grecco (PSDB, uma vez prefeito) fez muito mais que o Atila. É uma constatação. Nunca na história de Mauá aconteceu fato tão terrível, tão trágico como o governo dele. São três anos e meio de melancolia”, reclamou.

Donisete se diz mais maduro na disputa eleitoral deste ano depois de mandatos de vereador, de deputado estadual e prefeito. Garantiu que as obras que Atila coloca em sua cartela de feitos são oriundas de sua administração e afirmou que as derrotas eleitorais – a não reeleição ao Paço e o revés em 2018, quando, pelo Pros, ficou longe de obter cadeira de deputado federal – são explicadas por fenômenos políticos. “Em 2012 tinha realizado muito na cidade, mas enfrentei uma onda muito grande de desgaste no PT (seu partido à época). Em 2018, o efeito (Jair) Bolsonaro. O Eduardo Bolsonaro (filho do presidente) teve 40 mil votos em Mauá e nunca pisou lá.”

Sobre a condição jurídica, Donisete garantiu estar apto ao pleito. “Se eu tivesse qualquer problema jurídico, se fosse concorrer sub judice, jamais seria candidato. Na minha questão, não houve dolo nem enriquecimento ilícito (ele foi condenado por excesso de comissionados em seu governo). Tenho todas as condições de ser candidato a prefeito. Quem está atrás vai dizer que estou inelegível, faz parte do jogo político. Pena que não posso pedir agora o registro da minha candidatura (para mostrar a viabilidade).” 



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Reeleição de Atila seria pior do que a tragédia do Titanic, afirma Donisete

Ex-prefeito e pré-candidato em Mauá dispara contra socialista: ‘Diniz, Leonel e Grecco foram melhores’

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

18/06/2020 | 00:01


Ex-prefeito de Mauá e pré-candidato do PDT à Prefeitura neste ano, Donisete Braga classificou que eventual reeleição do atual chefe do Executivo, Atila Jacomussi (PSB), seria mais catastrófica do que a tragédia do Titanic, navio britânico que afundou em 1912 em sua viagem inaugural, deixando cerca de 1.500 mortos.

“(A recondução de Atila) Seria grande tragédia. Vejo que seria pior que a do Titanic, porque no Titanic muitas pessoas se salvaram. Seria um filme de terror”, disse o pedetista. Dos quase 2.200 passageiros e tripulantes no histórico navio, aproximadamente 700 se salvaram.

Ex-aliado de Atila – em 2012, quando se elegeu prefeito, Donisete contou com apoio de Atila no segundo turno e o alocou no comando da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá –, o ex-prefeito não poupou críticas ao atual adversário. Declarou que a gestão de Atila foi marcada por escândalos policiais, o mais recente na segunda-feira, quando o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) acusou superfaturamento no hospital de campanha contra a Covid-19 (o socialista nega qualquer irregularidade), e que outros mandatos questionáveis no meio político foram superiores.

“Tenho de reconhecer que o Diniz (Lopes) em 11 meses fez mais do que o Atila (Diniz foi prefeito interino de Mauá entre janeiro e dezembro de 2005) em quase quatro anos. Que Oswaldo (Dias, PT, três vezes prefeito) fez muito mais. O Leonel Damo (duas vezes prefeito) fez muito mais. Que até o Zé Carlos Grecco (PSDB, uma vez prefeito) fez muito mais que o Atila. É uma constatação. Nunca na história de Mauá aconteceu fato tão terrível, tão trágico como o governo dele. São três anos e meio de melancolia”, reclamou.

Donisete se diz mais maduro na disputa eleitoral deste ano depois de mandatos de vereador, de deputado estadual e prefeito. Garantiu que as obras que Atila coloca em sua cartela de feitos são oriundas de sua administração e afirmou que as derrotas eleitorais – a não reeleição ao Paço e o revés em 2018, quando, pelo Pros, ficou longe de obter cadeira de deputado federal – são explicadas por fenômenos políticos. “Em 2012 tinha realizado muito na cidade, mas enfrentei uma onda muito grande de desgaste no PT (seu partido à época). Em 2018, o efeito (Jair) Bolsonaro. O Eduardo Bolsonaro (filho do presidente) teve 40 mil votos em Mauá e nunca pisou lá.”

Sobre a condição jurídica, Donisete garantiu estar apto ao pleito. “Se eu tivesse qualquer problema jurídico, se fosse concorrer sub judice, jamais seria candidato. Na minha questão, não houve dolo nem enriquecimento ilícito (ele foi condenado por excesso de comissionados em seu governo). Tenho todas as condições de ser candidato a prefeito. Quem está atrás vai dizer que estou inelegível, faz parte do jogo político. Pena que não posso pedir agora o registro da minha candidatura (para mostrar a viabilidade).” 

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