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Bolsas da Europa fecham sem direção única, com retomada e tensão geopolítica

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


17/06/2020 | 14:33


As bolsas da Europa fecharam sem direção única no pregão desta quarta-feira, 17, embora os ganhos tenham prevalecido entre os principais índices acionários. Por um lado, os investidores continuam confiantes de que o fim das quarentenas levará a uma recuperação em "V" da atividade econômica. Mas, por outro lado, novos focos de covid-19 em Pequim e tensões geopolíticas entre a China, a Índia e as Coreias do Norte e do Sul geram cautela no mercado.

Com isso, o índice pan-europeu Stoxx 600 fechou com ganho de 0,74%, a 366,02 pontos. "O apetite por risco parece persistir nesta manhã, ainda que de forma mais modesta, com as ações buscando um quarto dia consecutivo de ganhos", avaliaram analistas do banco canadense BMO.

Na visão do analista Boris Schlossberg, da BK Asset Management, as notícias sobre o medicamento Dexametasona, que passou a ser usado pelo governo britânico para tratar a covid-19, deram um impulso às ações europeias no início do pregão. Hoje, o Reino Unido também iniciou testes em humanos de uma nova vacina contra o coronavírus.

Avanços na fabricação de vacinas e no uso de remédios para a covid-19 aumentam as apostas em uma retomada rápida das economias, mas novos focos da doença em Pequim geram cautela. Além disso, há preocupações geopolíticas. Ontem, a Coreia do Norte explodiu um escritório que coordenava as relações com a Coreia do Sul e a Índia informou que 20 soldados de seu exército foram mortos em um confronto com a China. "O risco geopolítico está de volta ao jogo", comentam analistas do banco americano Brown Brothers Harriman (BBH).

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 avançou 0,17%, a 6.253,25 pontos. No Reino Unido, a inflação anual desacelerou de 0,8% em abril para 0,5% em maio. Na zona do euro, a inflação também desacelerou, de 0,3% em abril para 0,1% em maio.

Em Frankfurt, o DAX teve alta de 0,54%, a 12.382,14 pontos. Os papéis da Wirecard avançaram 4,90%, mas os da Lufthansa caíram 1,63%, depois de a companhia alertar para a possibilidade de um resgate do governo não ser aprovado pelos acionistas.

O índice CAC 40, da bolsa de Paris, subiu 0,88%, a 4.995,97 pontos. As ações da Sanofi avançaram 2,90% e as da Capgemini ganharam 0,99%.

O FTSE MIB, índice da Bolsa de Milão recuou 0,20%, a 19.585,89 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,22%, a 7.478,70 pontos. Já o índice PSI 20, de Lisboa, subiu 0,41%, a 4.450,47 pontos.



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Bolsas da Europa fecham sem direção única, com retomada e tensão geopolítica


17/06/2020 | 14:33


As bolsas da Europa fecharam sem direção única no pregão desta quarta-feira, 17, embora os ganhos tenham prevalecido entre os principais índices acionários. Por um lado, os investidores continuam confiantes de que o fim das quarentenas levará a uma recuperação em "V" da atividade econômica. Mas, por outro lado, novos focos de covid-19 em Pequim e tensões geopolíticas entre a China, a Índia e as Coreias do Norte e do Sul geram cautela no mercado.

Com isso, o índice pan-europeu Stoxx 600 fechou com ganho de 0,74%, a 366,02 pontos. "O apetite por risco parece persistir nesta manhã, ainda que de forma mais modesta, com as ações buscando um quarto dia consecutivo de ganhos", avaliaram analistas do banco canadense BMO.

Na visão do analista Boris Schlossberg, da BK Asset Management, as notícias sobre o medicamento Dexametasona, que passou a ser usado pelo governo britânico para tratar a covid-19, deram um impulso às ações europeias no início do pregão. Hoje, o Reino Unido também iniciou testes em humanos de uma nova vacina contra o coronavírus.

Avanços na fabricação de vacinas e no uso de remédios para a covid-19 aumentam as apostas em uma retomada rápida das economias, mas novos focos da doença em Pequim geram cautela. Além disso, há preocupações geopolíticas. Ontem, a Coreia do Norte explodiu um escritório que coordenava as relações com a Coreia do Sul e a Índia informou que 20 soldados de seu exército foram mortos em um confronto com a China. "O risco geopolítico está de volta ao jogo", comentam analistas do banco americano Brown Brothers Harriman (BBH).

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 avançou 0,17%, a 6.253,25 pontos. No Reino Unido, a inflação anual desacelerou de 0,8% em abril para 0,5% em maio. Na zona do euro, a inflação também desacelerou, de 0,3% em abril para 0,1% em maio.

Em Frankfurt, o DAX teve alta de 0,54%, a 12.382,14 pontos. Os papéis da Wirecard avançaram 4,90%, mas os da Lufthansa caíram 1,63%, depois de a companhia alertar para a possibilidade de um resgate do governo não ser aprovado pelos acionistas.

O índice CAC 40, da bolsa de Paris, subiu 0,88%, a 4.995,97 pontos. As ações da Sanofi avançaram 2,90% e as da Capgemini ganharam 0,99%.

O FTSE MIB, índice da Bolsa de Milão recuou 0,20%, a 19.585,89 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,22%, a 7.478,70 pontos. Já o índice PSI 20, de Lisboa, subiu 0,41%, a 4.450,47 pontos.

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