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Vila João Ramalhão ainda sofre com falta de água

Arquivo/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Moradores dizem que ficaram sem abastecimento por até cinco dias e que problema é constante


Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

16/06/2020 | 23:55


Desde que a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) assumiu como concessionária em Santo André – em julho de 2019 –, a principal missão da estatal é o desafio de encerrar problema recorrente de falta d’água na cidade. Embora ao longo destes 11 meses diversos projetos tenham sido colocados em prática, justamente com intuito de sanar a reclamação, a promessa era a de que até o verão deste ano o município andreense não teria mais torneiras secas e isso ainda não foi integralmente cumprido. A novela continua a atormentar os moradores da Rua Nicolau Coelho, na Vila João Ramalho, que se dizem cansados de ficar sem abastecimento, dia sim, dia não, há mais de cinco anos.

Os moradores afirmam que na data  em que casas com numeração par recebem água, as de número ímpar ficam sem. Embora a Sabesp atenda aos chamados para ir até o local, os munícipes garantem que, no dia seguinte, as torneiras voltam a mostrar que a resolução está longe do fim.

Este é caso de André Moura de Andrade, 33 anos. Morador da Rua Nicolau Coelho há pelo menos 28 anos, o publicitário reclama da situação. “No fim de maio ficamos três dias (de sexta-feira até domingo) com a caixa-d’água seca. Tive de comprar até galão de água para fazer pelo menos o mínimo ao longo do período”, relembrou, contando que após o fim de semana a Sabesp realizou manutenção na rua, mas no outro dia já estavam sem o fornecimento mais uma vez.

“Há muitos anos temos problema de falta de água aqui no bairro, mas, agora, está muito pior. Racionamos ao máximo, mas nunca sabemos se no dia seguinte realmente teremos o abastecimento. Parece que é um sistema, já que sempre recebemos água em dias alternados”, pontuou.

Os moradores dizem que costumam pedir auxílio à Sabesp até mesmo pelas redes sociais, mas se sentem esquecidos pela estatal. Eles apelam para que o bairro tenha atenção necessária.

Questionada, a Sabesp afirmou que, desde que assumiu os serviços de água e esgoto em Santo André, está trabalhando para ampliar e regularizar o fornecimento de água no município. Em nota, a empresa pontuou que os trabalhos estão “incluindo diversas intervenções na Rua Nicolau Coelho e em suas imediações”. Além disso, a concessionária garantiu que verificará a situação a fim de realizar a regularização de toda a área.
 



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Vila João Ramalhão ainda sofre com falta de água

Moradores dizem que ficaram sem abastecimento por até cinco dias e que problema é constante

Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

16/06/2020 | 23:55


Desde que a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) assumiu como concessionária em Santo André – em julho de 2019 –, a principal missão da estatal é o desafio de encerrar problema recorrente de falta d’água na cidade. Embora ao longo destes 11 meses diversos projetos tenham sido colocados em prática, justamente com intuito de sanar a reclamação, a promessa era a de que até o verão deste ano o município andreense não teria mais torneiras secas e isso ainda não foi integralmente cumprido. A novela continua a atormentar os moradores da Rua Nicolau Coelho, na Vila João Ramalho, que se dizem cansados de ficar sem abastecimento, dia sim, dia não, há mais de cinco anos.

Os moradores afirmam que na data  em que casas com numeração par recebem água, as de número ímpar ficam sem. Embora a Sabesp atenda aos chamados para ir até o local, os munícipes garantem que, no dia seguinte, as torneiras voltam a mostrar que a resolução está longe do fim.

Este é caso de André Moura de Andrade, 33 anos. Morador da Rua Nicolau Coelho há pelo menos 28 anos, o publicitário reclama da situação. “No fim de maio ficamos três dias (de sexta-feira até domingo) com a caixa-d’água seca. Tive de comprar até galão de água para fazer pelo menos o mínimo ao longo do período”, relembrou, contando que após o fim de semana a Sabesp realizou manutenção na rua, mas no outro dia já estavam sem o fornecimento mais uma vez.

“Há muitos anos temos problema de falta de água aqui no bairro, mas, agora, está muito pior. Racionamos ao máximo, mas nunca sabemos se no dia seguinte realmente teremos o abastecimento. Parece que é um sistema, já que sempre recebemos água em dias alternados”, pontuou.

Os moradores dizem que costumam pedir auxílio à Sabesp até mesmo pelas redes sociais, mas se sentem esquecidos pela estatal. Eles apelam para que o bairro tenha atenção necessária.

Questionada, a Sabesp afirmou que, desde que assumiu os serviços de água e esgoto em Santo André, está trabalhando para ampliar e regularizar o fornecimento de água no município. Em nota, a empresa pontuou que os trabalhos estão “incluindo diversas intervenções na Rua Nicolau Coelho e em suas imediações”. Além disso, a concessionária garantiu que verificará a situação a fim de realizar a regularização de toda a área.
 

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