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Região contabiliza 62 prefeituráveis
a um mês do período de convenções

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Tendência, contudo, é que número caia diante das composições próximas ao pleito; em 2016, 50 nomes foram registrados


Fabio Martins
Diário do Grande ABC

14/06/2020 | 08:06


A um mês do início das convenções partidárias, o Grande ABC parte para esse período com ao menos 62 pré-candidaturas a prefeito nas sete cidades, de acordo com levantamento do Diário, restando pouco mais de 100 dias para o pleito municipal, caso não haja mudança no calendário devido à pandemia do coronavírus. Tendência, contudo, é que esse número caia diante de possíveis composições eleitorais, apesar da vigência da nova regra de fim das coligações proporcionais, que força série de siglas a se lançar na empreitada visando a própria sobrevivência.

Na eleição de 2016, 50 candidaturas foram formalizadas na região. Diadema e Ribeirão Pires tiveram nove prefeituráveis cada, recordistas na ocasião. Em 2012, 36 nomes entraram no páreo – Mauá viu oito na briga. As convenções, segundo a legislação, devem ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto, servindo para a escolha oficial dos candidatos que serão lançados ou apoiados pelas legendas no processo de outubro. Já há aval, inclusive, para realização por videoconferência devido à crise sanitária.

Mauá é o município do Grande ABC que mais tem pré-candidaturas majoritárias colocadas no jogo. São 15 postulantes – num cenário de 33 partidos com registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Apresenta quadro pulverizado, principalmente por conta da instabilidade política vivida diante de duas prisões e impeachment do prefeito Atila Jacomussi (PSB) – revertidos na Justiça. O socialista obteve respaldo jurídico para se manter no posto e vai buscar renovar o mandato. Ao menos quatro dos nomes da lista são dissidências, entre eles Vanessa Damo (MDB).

Esse panorama registrado em solo mauaense, embora deve ser encolhido, aparece também em cidades onde o prefeito não pode mais concorrer à reeleição, a exemplo de Rio Grande da Serra e Diadema. São 12 e nove pleiteantes, respectivamente. Em ambas houve dissidência do grupo governista. Em território diademense, cinco dos cogitados faziam parte da situação. Em Rio Grande, pelo menos sete transitaram na órbita do Paço.

São Bernardo, por outro lado, indica o cenário com menos postulantes ao Paço – quatro ao todo –, hoje chefiado por Orlando Morando (PSDB), que também irá disputar a reeleição. A provável saída do deputado federal Alex Manente (Cidadania) do tabuleiro é reflexo do atual cenário local, no qual se tenta transformar o pleito em corrida plebiscitária com Luiz Marinho (PT). Integrante de família tradicional na cidade, o vereador Rafael Demarchi (PSL) trabalha para se firmar como alternativa viável no processo.

Santo André tem dez pré-candidatos, três a mais que a vizinha São Caetano. Em ambas, os prefeitos tucanos Paulo Serra e José Auricchio Júnior, respectivamente, aparecem como postulantes à reeleição. PSDB e PT são únicos a manter concorrentes nas sete cidades. Em Ribeirão Pires, cinco estão no páreo.

Outros dados que chamam atenção é a grande presença de ex-prefeitos na disputa. São sete consolidados: Marinho, João Avamileno (SD), José de Filippi Júnior (PT), Donisete Braga (PDT), Clóvis Volpi (PL), José Teixeira (PSL) e Ramon Velásquez (PT). Três outros ainda podem ser vice, entre eles Aidan Ravin (Republicanos, acertado com Ailton Lima, PSB), Paulo Pinheiro (DEM, ao lado de Fabio Palacio, PSD) e Oswaldo Dias (PT, cotado a compor com Marcelo Oliveira, PT).

O Diário consultou lideranças partidárias para fazer o levantamento. O baixo índice de mulheres, que tende a diminuir até o período de registro, também é destaque no rol. São oito nas sete cidades – e uma delas ainda briga internamente para ser candidata na sigla. Em Rio Grande, a vice Marilza de Oliveira (PSD) é a indicada do Paço na sucessão, que irá duelar contra Dayana Franco (MDB), filha do ex-prefeito Cido Franco, morto em 1997. 



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Região contabiliza 62 prefeituráveis
a um mês do período de convenções

Tendência, contudo, é que número caia diante das composições próximas ao pleito; em 2016, 50 nomes foram registrados

Fabio Martins
Diário do Grande ABC

14/06/2020 | 08:06


A um mês do início das convenções partidárias, o Grande ABC parte para esse período com ao menos 62 pré-candidaturas a prefeito nas sete cidades, de acordo com levantamento do Diário, restando pouco mais de 100 dias para o pleito municipal, caso não haja mudança no calendário devido à pandemia do coronavírus. Tendência, contudo, é que esse número caia diante de possíveis composições eleitorais, apesar da vigência da nova regra de fim das coligações proporcionais, que força série de siglas a se lançar na empreitada visando a própria sobrevivência.

Na eleição de 2016, 50 candidaturas foram formalizadas na região. Diadema e Ribeirão Pires tiveram nove prefeituráveis cada, recordistas na ocasião. Em 2012, 36 nomes entraram no páreo – Mauá viu oito na briga. As convenções, segundo a legislação, devem ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto, servindo para a escolha oficial dos candidatos que serão lançados ou apoiados pelas legendas no processo de outubro. Já há aval, inclusive, para realização por videoconferência devido à crise sanitária.

Mauá é o município do Grande ABC que mais tem pré-candidaturas majoritárias colocadas no jogo. São 15 postulantes – num cenário de 33 partidos com registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Apresenta quadro pulverizado, principalmente por conta da instabilidade política vivida diante de duas prisões e impeachment do prefeito Atila Jacomussi (PSB) – revertidos na Justiça. O socialista obteve respaldo jurídico para se manter no posto e vai buscar renovar o mandato. Ao menos quatro dos nomes da lista são dissidências, entre eles Vanessa Damo (MDB).

Esse panorama registrado em solo mauaense, embora deve ser encolhido, aparece também em cidades onde o prefeito não pode mais concorrer à reeleição, a exemplo de Rio Grande da Serra e Diadema. São 12 e nove pleiteantes, respectivamente. Em ambas houve dissidência do grupo governista. Em território diademense, cinco dos cogitados faziam parte da situação. Em Rio Grande, pelo menos sete transitaram na órbita do Paço.

São Bernardo, por outro lado, indica o cenário com menos postulantes ao Paço – quatro ao todo –, hoje chefiado por Orlando Morando (PSDB), que também irá disputar a reeleição. A provável saída do deputado federal Alex Manente (Cidadania) do tabuleiro é reflexo do atual cenário local, no qual se tenta transformar o pleito em corrida plebiscitária com Luiz Marinho (PT). Integrante de família tradicional na cidade, o vereador Rafael Demarchi (PSL) trabalha para se firmar como alternativa viável no processo.

Santo André tem dez pré-candidatos, três a mais que a vizinha São Caetano. Em ambas, os prefeitos tucanos Paulo Serra e José Auricchio Júnior, respectivamente, aparecem como postulantes à reeleição. PSDB e PT são únicos a manter concorrentes nas sete cidades. Em Ribeirão Pires, cinco estão no páreo.

Outros dados que chamam atenção é a grande presença de ex-prefeitos na disputa. São sete consolidados: Marinho, João Avamileno (SD), José de Filippi Júnior (PT), Donisete Braga (PDT), Clóvis Volpi (PL), José Teixeira (PSL) e Ramon Velásquez (PT). Três outros ainda podem ser vice, entre eles Aidan Ravin (Republicanos, acertado com Ailton Lima, PSB), Paulo Pinheiro (DEM, ao lado de Fabio Palacio, PSD) e Oswaldo Dias (PT, cotado a compor com Marcelo Oliveira, PT).

O Diário consultou lideranças partidárias para fazer o levantamento. O baixo índice de mulheres, que tende a diminuir até o período de registro, também é destaque no rol. São oito nas sete cidades – e uma delas ainda briga internamente para ser candidata na sigla. Em Rio Grande, a vice Marilza de Oliveira (PSD) é a indicada do Paço na sucessão, que irá duelar contra Dayana Franco (MDB), filha do ex-prefeito Cido Franco, morto em 1997. 

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