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Ao MP, oposição associa falta d’água a casos de Covid em Mauá

Fernando Rubinelli (PTB) protocolou representação contra a Prefeitura de Mauá associando o volume de casos e óbitos em decorrência da Covid-19 no município à falta d’água Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Na ação, vereador anexa reportagens que mostram o problema de desabastecimento em bairros do município, fato que impede uma das medidas de mitigação mais eficazes ao novo coronavírus: a higiene pessoal


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

12/06/2020 | 00:01


O vereador de oposição Fernando Rubinelli (PTB) protocolou representação contra a Prefeitura de Mauá associando o volume de casos e óbitos em decorrência da Covid-19 no município à falta d’água.

Na ação, o petebista anexa reportagens que mostram o problema de desabastecimento em bairros do município, fato que impede uma das medidas de mitigação mais eficazes ao novo coronavírus: a higiene pessoal.

“Fazer com que a população fique em quarentena sem água é algo desumano, que viola o próprio princípio da dignidade da pessoa humana e, além disso, coloca toda a população sobre o risco de contágio à Covid-19”, escreveu o vereador, na petição. “Além de a população não ter água para beber ou mesmo para preparar seus alimentos, fica também impedida de praticar seus hábitos de higiene, algo fundamental durante a pandemia que enfrentamos neste momento”, prosseguiu.

O petebista ainda incluiu frase de Wanderson de Oliveira, ex-secretário nacional de vigilância no Ministério da Saúde. “Água e sabão são a melhor prevenção. A melhor estratégia é lavar a mão com água e sabão.”

Fernando pede que sejam investigados o prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), e o diretor-presidente da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), Benedito Braga – a estatal paulista, entretanto, ainda não faz o serviço de distribuição de água, ainda sob responsabilidade da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá), autarquia gerida por José Francisco Jacinto, o Icão.

Em Mauá, 536 pessoas se infectaram com o novo coronavírus, com 102 mortes.

O caso está nas mãos da promotora Ariella Toyama Shiraki, de Mauá, que agendou reunião virtual com Fernando Rubinelli para tratar da representação.

Mauá busca acordo com a Sabesp justamente para minizar o problema de falta de água e para investir em melhoria na rede – o município registra perda de 40% de água em suas tubulações. 



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Ao MP, oposição associa falta d’água a casos de Covid em Mauá

Na ação, vereador anexa reportagens que mostram o problema de desabastecimento em bairros do município, fato que impede uma das medidas de mitigação mais eficazes ao novo coronavírus: a higiene pessoal

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

12/06/2020 | 00:01


O vereador de oposição Fernando Rubinelli (PTB) protocolou representação contra a Prefeitura de Mauá associando o volume de casos e óbitos em decorrência da Covid-19 no município à falta d’água.

Na ação, o petebista anexa reportagens que mostram o problema de desabastecimento em bairros do município, fato que impede uma das medidas de mitigação mais eficazes ao novo coronavírus: a higiene pessoal.

“Fazer com que a população fique em quarentena sem água é algo desumano, que viola o próprio princípio da dignidade da pessoa humana e, além disso, coloca toda a população sobre o risco de contágio à Covid-19”, escreveu o vereador, na petição. “Além de a população não ter água para beber ou mesmo para preparar seus alimentos, fica também impedida de praticar seus hábitos de higiene, algo fundamental durante a pandemia que enfrentamos neste momento”, prosseguiu.

O petebista ainda incluiu frase de Wanderson de Oliveira, ex-secretário nacional de vigilância no Ministério da Saúde. “Água e sabão são a melhor prevenção. A melhor estratégia é lavar a mão com água e sabão.”

Fernando pede que sejam investigados o prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), e o diretor-presidente da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), Benedito Braga – a estatal paulista, entretanto, ainda não faz o serviço de distribuição de água, ainda sob responsabilidade da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá), autarquia gerida por José Francisco Jacinto, o Icão.

Em Mauá, 536 pessoas se infectaram com o novo coronavírus, com 102 mortes.

O caso está nas mãos da promotora Ariella Toyama Shiraki, de Mauá, que agendou reunião virtual com Fernando Rubinelli para tratar da representação.

Mauá busca acordo com a Sabesp justamente para minizar o problema de falta de água e para investir em melhoria na rede – o município registra perda de 40% de água em suas tubulações. 

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