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Consórcio pede recontagem do número de leitos na região ao Estado

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Grande ABC diz que alteração no volume de acomodações poderia levar sete cidades à Fase 2


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

08/06/2020 | 16:32


O Consórcio Intermunicipal do Grande ABC elaborou ofício para pedir à gestão do governador João Doria (PSDB) que faça recontagem dos leitos reservados para o tratamento da Covid-19 na região, já que os números apresentados nas duas últimas semanas apresentaram inconsistências na visão da entidade.

Segundo o presidente do Consórcio e prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (Cidadania), o número de leitos existentes no Grande ABC é maior do que o apresentado pelos dados do governo do Estado, já que alguns hospitais particulares acabaram por apresentar o volume de leitos exclusivos ocupados pelos pacientes da Covid-19 em vez de o número total de acomodações para o tratamento da doença. O prefeito acredita que a região poderá passar para a Fase 2 (laranja) ou até mesmo para a Fase 3 (amarela) do Plano São Paulo, que versa sobre a reabertura econômica da Região Metropolitana.

“Esse número acabou por mostrar que não havia mais leitos reservados para o tratamento da doença, mas essa informação estava equivocada. Alguns hospitais da rede particular acabaram por interpretar de maneira errada as informações o que causou esta discrepância. Não queremos encontrar culpados, mas sim, queremos passar a informação correta”, declarou Maranhão.

O Consórcio deverá se reunir ainda na noite desta segunda-feira (8), às 20h, com o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi (PSDB), na qual apresentará de forma oficial o ofício e pedirá para que o Palácio dos Bandeirantes refaça a contagem dos leitos. A gestão Doria deverá fechar o balanço dos números dos leitos amanhã e por isso o Consórcio tem urgência de apresentar os números, caso contrário a reabertura da economia na região poderá atrasar mais uma vez.

“Nesta semana os nossos números, tanto de leitos, como de taxa de transmissão foram ótimos, então temos que apresentar os números corretos ao Vinholi. Um outro equívoco que foi computado, por exemplo, foram 10 leitos que o Executivo de Diadema acabou equipando e que foram contabilizados para a Capital. Ainda que o número seja humilde, os leitos pertencem ao Grande ABC”, salientou Maranhão.

Quarteirão
O segundo andar do Quarteirão da Saúde, em Diadema, deverá receber 30 leitos para o tratamento da Covid-19 e não mais 100 como foi anunciado pelo governo do Estado e pelo Executivo da cidade. Conforme Gabriel Maranhão, a gestão Doria alegou que os 100 leitos ficariam “muito caros” e que poderia entregar apenas 30 camas.

“O governo do Estado nos encaminhou esta proposta e aceitamos. Ainda que menos do que o acertado inicialmente, os leitos deverão ajudar a região no tratamento desta doença”, afirmou. 



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Consórcio pede recontagem do número de leitos na região ao Estado

Grande ABC diz que alteração no volume de acomodações poderia levar sete cidades à Fase 2

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

08/06/2020 | 16:32


O Consórcio Intermunicipal do Grande ABC elaborou ofício para pedir à gestão do governador João Doria (PSDB) que faça recontagem dos leitos reservados para o tratamento da Covid-19 na região, já que os números apresentados nas duas últimas semanas apresentaram inconsistências na visão da entidade.

Segundo o presidente do Consórcio e prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (Cidadania), o número de leitos existentes no Grande ABC é maior do que o apresentado pelos dados do governo do Estado, já que alguns hospitais particulares acabaram por apresentar o volume de leitos exclusivos ocupados pelos pacientes da Covid-19 em vez de o número total de acomodações para o tratamento da doença. O prefeito acredita que a região poderá passar para a Fase 2 (laranja) ou até mesmo para a Fase 3 (amarela) do Plano São Paulo, que versa sobre a reabertura econômica da Região Metropolitana.

“Esse número acabou por mostrar que não havia mais leitos reservados para o tratamento da doença, mas essa informação estava equivocada. Alguns hospitais da rede particular acabaram por interpretar de maneira errada as informações o que causou esta discrepância. Não queremos encontrar culpados, mas sim, queremos passar a informação correta”, declarou Maranhão.

O Consórcio deverá se reunir ainda na noite desta segunda-feira (8), às 20h, com o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi (PSDB), na qual apresentará de forma oficial o ofício e pedirá para que o Palácio dos Bandeirantes refaça a contagem dos leitos. A gestão Doria deverá fechar o balanço dos números dos leitos amanhã e por isso o Consórcio tem urgência de apresentar os números, caso contrário a reabertura da economia na região poderá atrasar mais uma vez.

“Nesta semana os nossos números, tanto de leitos, como de taxa de transmissão foram ótimos, então temos que apresentar os números corretos ao Vinholi. Um outro equívoco que foi computado, por exemplo, foram 10 leitos que o Executivo de Diadema acabou equipando e que foram contabilizados para a Capital. Ainda que o número seja humilde, os leitos pertencem ao Grande ABC”, salientou Maranhão.

Quarteirão
O segundo andar do Quarteirão da Saúde, em Diadema, deverá receber 30 leitos para o tratamento da Covid-19 e não mais 100 como foi anunciado pelo governo do Estado e pelo Executivo da cidade. Conforme Gabriel Maranhão, a gestão Doria alegou que os 100 leitos ficariam “muito caros” e que poderia entregar apenas 30 camas.

“O governo do Estado nos encaminhou esta proposta e aceitamos. Ainda que menos do que o acertado inicialmente, os leitos deverão ajudar a região no tratamento desta doença”, afirmou. 

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