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Alckmin deixa o governo até 2 de abril



09/01/2006 | 08:35


Diante da convicção de que será o escolhido pelo PSDB para disputar a Presidência da República na próxima eleição, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou domingo que deixará o cargo até abril. ‘‘Pela lei, quem quiser ser candidato, se no dia 2 de abril estiver no governo, está inelegível. Então, vou deixar o governo antes do dia 2 de abril’’, revelou, durante o lançamento de projetos educacionais numa escola na zona sul da capital paulista.

Alckmin disse estar otimista e preparado para a disputa e descartou uma eventual candidatura ao Senado. O governador insistia no discurso de que seu nome estava à disposição do partido quando foi questionado se isso poderia resultar na cadeira de senador. ‘‘Não. Eu sou candidato a trabalhar pelo Brasil e gosto do Executivo. Sou candidato a presidente da República’’, respondeu. ‘‘Em relação a senador, quem se apresentou até agora em nosso partido foi a deputada Zulaiê Cobra.’’

Para Alckmin, as últimas pesquisas de intenção de voto, nas quais fica atrás do prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), não passam de ‘‘fotografias do passado’’ que ‘‘não têm nada a ver com o futuro’’. ‘‘Evidente que a nossa curva é a melhor curva partidária’’, disse ao se comparar a Serra. ‘‘Quando começar o horário do rádio e da televisão, rasga todas as pesquisas e aí começa para valer’’, continuou.



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Alckmin deixa o governo até 2 de abril


09/01/2006 | 08:35


Diante da convicção de que será o escolhido pelo PSDB para disputar a Presidência da República na próxima eleição, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou domingo que deixará o cargo até abril. ‘‘Pela lei, quem quiser ser candidato, se no dia 2 de abril estiver no governo, está inelegível. Então, vou deixar o governo antes do dia 2 de abril’’, revelou, durante o lançamento de projetos educacionais numa escola na zona sul da capital paulista.

Alckmin disse estar otimista e preparado para a disputa e descartou uma eventual candidatura ao Senado. O governador insistia no discurso de que seu nome estava à disposição do partido quando foi questionado se isso poderia resultar na cadeira de senador. ‘‘Não. Eu sou candidato a trabalhar pelo Brasil e gosto do Executivo. Sou candidato a presidente da República’’, respondeu. ‘‘Em relação a senador, quem se apresentou até agora em nosso partido foi a deputada Zulaiê Cobra.’’

Para Alckmin, as últimas pesquisas de intenção de voto, nas quais fica atrás do prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), não passam de ‘‘fotografias do passado’’ que ‘‘não têm nada a ver com o futuro’’. ‘‘Evidente que a nossa curva é a melhor curva partidária’’, disse ao se comparar a Serra. ‘‘Quando começar o horário do rádio e da televisão, rasga todas as pesquisas e aí começa para valer’’, continuou.

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