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Bolsas da Europa fecham em alta após payroll e têm ganhos semanais de até 10%



05/06/2020 | 14:40


Depois da realização de lucros desta quinta, 4, as bolsas da Europa voltaram a fechar em alta nesta sexta-feira, 5, após o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos informar que o país abriu vagas de emprego em maio, ao contrário do que previam analistas. Em uma semana marcada pelo otimismo com a retomada econômica pós-coronavírus, os índices acionários europeus registraram ganhos de até 10%.

O índice Stoxx 600 encerrou em alta de 2,48%, a 375,32 pontos, com avanço de 7,12% na comparação semanal.

O relatório de empregos dos EUA surpreendeu e mostrou a criação de 2,509 milhões de postos de trabalho em maio, mês em que os estados americanos começaram uma reabertura gradual, após meses de quarentena para conter o avanço da covid-19. A taxa de desemprego caiu de 14,7% em abril para 13,3% em maio.

O otimismo nos mercados financeiros, que já vinha dando o tom na semana, com apenas uma pausa ontem, cresceu. Com isso, o apetite por ativos de risco, como as ações, foi impulsionado. "Parece que, no momento, os investidores otimistas com ações venceram em relação a analistas econômicos mais severos", comentam especialistas da corretora americana LPL Financial.

Os sinais de que a economia americana possa estar começando a se recuperar da crise levaram o dólar a se fortalecer ante o euro, o que favorece ações de empresas exportadoras. Na semana, o euro vinha se mantendo em alta em relação à moeda americana, em meio ao apetite por risco e a novos estímulos do Banco Central Europeu (BCE).

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 subiu 2,25%, a 6.484,30 pontos, com alta de 6,71% na semana. Por lá, o Reino e a União Europeia acusam-se mutuamente pela falta de progresso nas negociações do Brexit.

Em Frankfurt, o DAX registrou alta de 3,36%, a 12.847,68 pontos, e subiu 10,88% na comparação semanal. As ações da Continental tiveram ganho de 7,37% e as da Lufthansa, de 6,94%. A divulgação do dado de encomendas à indústria alemã, que sofreu uma retração histórica de 25,8% de março para abril, foi apenas monitorada pelos investidores.

Na Bolsa de Paris, o CAC 40 avançou 3,71%, a 5.197,79 pontos, com ganho semanal de 10,70%. Os papéis da Airbus subiram 12,50% e os da Renault, 9,83%.

Na Bolsa de Milão, o FTSE MIB subiu 2,82%, a 20.187,51 pontos, e avançou 10,94% na semana.

Em Madri, o IBEX 35 ganhou 4,04%, a 7.872,60 pontos, também com alta semanal de 10,94%. Em Lisboa, no entanto, o PSI 20 caiu 0,26%, a 4.609,19 pontos, mas registrou alta de 6,43% na semana.



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Bolsas da Europa fecham em alta após payroll e têm ganhos semanais de até 10%


05/06/2020 | 14:40


Depois da realização de lucros desta quinta, 4, as bolsas da Europa voltaram a fechar em alta nesta sexta-feira, 5, após o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos informar que o país abriu vagas de emprego em maio, ao contrário do que previam analistas. Em uma semana marcada pelo otimismo com a retomada econômica pós-coronavírus, os índices acionários europeus registraram ganhos de até 10%.

O índice Stoxx 600 encerrou em alta de 2,48%, a 375,32 pontos, com avanço de 7,12% na comparação semanal.

O relatório de empregos dos EUA surpreendeu e mostrou a criação de 2,509 milhões de postos de trabalho em maio, mês em que os estados americanos começaram uma reabertura gradual, após meses de quarentena para conter o avanço da covid-19. A taxa de desemprego caiu de 14,7% em abril para 13,3% em maio.

O otimismo nos mercados financeiros, que já vinha dando o tom na semana, com apenas uma pausa ontem, cresceu. Com isso, o apetite por ativos de risco, como as ações, foi impulsionado. "Parece que, no momento, os investidores otimistas com ações venceram em relação a analistas econômicos mais severos", comentam especialistas da corretora americana LPL Financial.

Os sinais de que a economia americana possa estar começando a se recuperar da crise levaram o dólar a se fortalecer ante o euro, o que favorece ações de empresas exportadoras. Na semana, o euro vinha se mantendo em alta em relação à moeda americana, em meio ao apetite por risco e a novos estímulos do Banco Central Europeu (BCE).

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 subiu 2,25%, a 6.484,30 pontos, com alta de 6,71% na semana. Por lá, o Reino e a União Europeia acusam-se mutuamente pela falta de progresso nas negociações do Brexit.

Em Frankfurt, o DAX registrou alta de 3,36%, a 12.847,68 pontos, e subiu 10,88% na comparação semanal. As ações da Continental tiveram ganho de 7,37% e as da Lufthansa, de 6,94%. A divulgação do dado de encomendas à indústria alemã, que sofreu uma retração histórica de 25,8% de março para abril, foi apenas monitorada pelos investidores.

Na Bolsa de Paris, o CAC 40 avançou 3,71%, a 5.197,79 pontos, com ganho semanal de 10,70%. Os papéis da Airbus subiram 12,50% e os da Renault, 9,83%.

Na Bolsa de Milão, o FTSE MIB subiu 2,82%, a 20.187,51 pontos, e avançou 10,94% na semana.

Em Madri, o IBEX 35 ganhou 4,04%, a 7.872,60 pontos, também com alta semanal de 10,94%. Em Lisboa, no entanto, o PSI 20 caiu 0,26%, a 4.609,19 pontos, mas registrou alta de 6,43% na semana.

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