Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 9 de Julho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Prefeitos da região admitem abrir economia após liberação gradual na Capital

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Funcionamento de concessionárias e escritórios na Capital surpreendeu políticos do Grande ABC


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

04/06/2020 | 18:40


A decisão do prefeito da Capital, Bruno Covas (PSDB), em autorizar o funcionamento de concessionárias e escritórios em São Paulo a partir desta sexta-feira (5) provocou tensão entre os prefeitos do Grande ABC e alguns chefes de Executivo já admitem antecipar a reabertura desses estabelecimentos na região no fim de semana mesmo sem liberação do governo do Estado.

O Diário apurou que o presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, Gabriel Maranhão (Cidadania), também prefeito de Rio Grande da Serra, pediu reunião com o secretário estadual de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi (PSDB), para tratar do assunto e cobrar a liberação para relaxamento mínimo da quarentena imposta para tentar conter o avanço do novo coronavírus.

No Plano São Paulo, instituído pelo governo paulista para retomada da atividade econômica no Estado, o Grande ABC ficou classificado na Fase 1, vermelha, de maior restrição dentro da quarentena. Entretanto, a despeito de ser limítrofe da região, a Capital está na Fase 2, laranja, com possibilidade de abrir alguns estabelecimentos comerciais, como shoppings, concessionárias e escritórios.

Na última semana, depois desse anúncio, prefeitos da região tentam convencer o Estado a trocar as sete cidades de fase, sob argumento de que o Grande ABC tem números melhores nos critérios utilizados pelo Palácio dos Bandeirantes dentro do Plano São Paulo – como volume de leitos a cada 100 mil habitantes, quantidade de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), taxa de isolamento e testagem da população.

Apesar de figurar na Fase 2, Bruno Covas, na segunda-feira (1º), decidiu seguir com fechamento de serviços não essenciais na Capital, fato que, de certa forma, distensionou o debate. Isso porque havia expectativa de troca de faixa no Grande ABC, mas, na quarta-feira, o governador João Doria (PSDB) optou por manter a região na zona máxima de restrição. Durante entrevista a jornalistas, Bruno Covas e Doria disseram que o cenário – de fechamento total na Capital e na Região Metropolitana – seria o mesmo até o dia 15.

Os prefeitos da região foram pegos de surpresa com o anúncio de Covas na tarde desta quinta-feira. Tanto que eles conversaram por telefone para buscar alinhamento e pressionar novamente o Estado.  



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Prefeitos da região admitem abrir economia após liberação gradual na Capital

Funcionamento de concessionárias e escritórios na Capital surpreendeu políticos do Grande ABC

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

04/06/2020 | 18:40


A decisão do prefeito da Capital, Bruno Covas (PSDB), em autorizar o funcionamento de concessionárias e escritórios em São Paulo a partir desta sexta-feira (5) provocou tensão entre os prefeitos do Grande ABC e alguns chefes de Executivo já admitem antecipar a reabertura desses estabelecimentos na região no fim de semana mesmo sem liberação do governo do Estado.

O Diário apurou que o presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, Gabriel Maranhão (Cidadania), também prefeito de Rio Grande da Serra, pediu reunião com o secretário estadual de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi (PSDB), para tratar do assunto e cobrar a liberação para relaxamento mínimo da quarentena imposta para tentar conter o avanço do novo coronavírus.

No Plano São Paulo, instituído pelo governo paulista para retomada da atividade econômica no Estado, o Grande ABC ficou classificado na Fase 1, vermelha, de maior restrição dentro da quarentena. Entretanto, a despeito de ser limítrofe da região, a Capital está na Fase 2, laranja, com possibilidade de abrir alguns estabelecimentos comerciais, como shoppings, concessionárias e escritórios.

Na última semana, depois desse anúncio, prefeitos da região tentam convencer o Estado a trocar as sete cidades de fase, sob argumento de que o Grande ABC tem números melhores nos critérios utilizados pelo Palácio dos Bandeirantes dentro do Plano São Paulo – como volume de leitos a cada 100 mil habitantes, quantidade de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), taxa de isolamento e testagem da população.

Apesar de figurar na Fase 2, Bruno Covas, na segunda-feira (1º), decidiu seguir com fechamento de serviços não essenciais na Capital, fato que, de certa forma, distensionou o debate. Isso porque havia expectativa de troca de faixa no Grande ABC, mas, na quarta-feira, o governador João Doria (PSDB) optou por manter a região na zona máxima de restrição. Durante entrevista a jornalistas, Bruno Covas e Doria disseram que o cenário – de fechamento total na Capital e na Região Metropolitana – seria o mesmo até o dia 15.

Os prefeitos da região foram pegos de surpresa com o anúncio de Covas na tarde desta quinta-feira. Tanto que eles conversaram por telefone para buscar alinhamento e pressionar novamente o Estado.  

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;