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Ford já consertou mais de 200 respiradores para hospitais

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Os equipamentos, que foram reparados por 15 profissionais da área de Engenharia e Manutenção


Da Redação, com assessoria
Do Garagem360

04/06/2020 | 11:48


Com o objetivo de ajudar na batalha contra o novo coronavírus, a Ford anunciou que já consertou mais de 200 respiradores mecânicos. Os equipamentos, que foram reparados por 15 profissionais da área de Engenharia e Manutenção da marca, foram entregues a hospitais da Bahia e do Ceará.

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“Os respiradores mecânicos são um equipamento essencial para o tratamento de pacientes graves da doença. Com o aumento da procura, constatou-se que havia um grande número deles necessitando de manutenção e nos mobilizamos para ajudar”, diz Alex Machado, diretor de Desenvolvimento do Produto da Ford.

Na Bahia, a parceria da Ford com o SENAI Cimatec e a GPE já recuperou mais de 130 aparelhos, de um total de 438 recebidos. A fabricante emprestou ainda duas picapes Ranger para o transporte dos equipamentos. Já no Ceará, a Troller, o SENAI e o IST reparam 65 respiradores, de 86 recebidos.
Em âmbito nacional, Ford e Troller participam também da rede voluntária formada pelo SENAI e 21 empresas. Juntos, eles consertaram mais de mil respiradores para hospitais de todo o Brasil.

A grande variedade de marcas e modelos de respiradores é uma dificuldade adicional desse trabalho. Existem equipamentos de várias categorias, desde pequenos e portáteis, usados em ambulâncias, até aparelhos imensos que fazem diversas outras tarefas além da ventilação mecânica.

“Um dos defeitos comuns que encontramos são mangueiras de plástico e de borracha ressecadas, além de sensores danificados, principalmente os de fluxo de massa de ar. Alguns equipamentos aparentemente são modernos, mas têm mais de 10 anos de uso”, explica Alberto Ruiz, engenheiro de Modelagem e Simulação, um dos voluntários da Ford.

Outro problema frequente são as baterias, essenciais para manter o funcionamento do respirador caso falte energia, já que o suporte ventilatório não pode ser interrompido em nenhum momento. Além de consertar os equipamentos, o time da Ford ajudou a aprimorar o gerenciamento do trabalho, usando um software que permite acompanhar a situação de cada equipamento e os gargalos da operação.

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Carros de resgate 

Na galeria, conheça algumas ambulâncias e carros de resgate usados mundo afora:

 



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Ford já consertou mais de 200 respiradores para hospitais

Os equipamentos, que foram reparados por 15 profissionais da área de Engenharia e Manutenção

Da Redação, com assessoria
Do Garagem360

04/06/2020 | 11:48


Com o objetivo de ajudar na batalha contra o novo coronavírus, a Ford anunciou que já consertou mais de 200 respiradores mecânicos. Os equipamentos, que foram reparados por 15 profissionais da área de Engenharia e Manutenção da marca, foram entregues a hospitais da Bahia e do Ceará.

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“Os respiradores mecânicos são um equipamento essencial para o tratamento de pacientes graves da doença. Com o aumento da procura, constatou-se que havia um grande número deles necessitando de manutenção e nos mobilizamos para ajudar”, diz Alex Machado, diretor de Desenvolvimento do Produto da Ford.

Na Bahia, a parceria da Ford com o SENAI Cimatec e a GPE já recuperou mais de 130 aparelhos, de um total de 438 recebidos. A fabricante emprestou ainda duas picapes Ranger para o transporte dos equipamentos. Já no Ceará, a Troller, o SENAI e o IST reparam 65 respiradores, de 86 recebidos.
Em âmbito nacional, Ford e Troller participam também da rede voluntária formada pelo SENAI e 21 empresas. Juntos, eles consertaram mais de mil respiradores para hospitais de todo o Brasil.

A grande variedade de marcas e modelos de respiradores é uma dificuldade adicional desse trabalho. Existem equipamentos de várias categorias, desde pequenos e portáteis, usados em ambulâncias, até aparelhos imensos que fazem diversas outras tarefas além da ventilação mecânica.

“Um dos defeitos comuns que encontramos são mangueiras de plástico e de borracha ressecadas, além de sensores danificados, principalmente os de fluxo de massa de ar. Alguns equipamentos aparentemente são modernos, mas têm mais de 10 anos de uso”, explica Alberto Ruiz, engenheiro de Modelagem e Simulação, um dos voluntários da Ford.

Outro problema frequente são as baterias, essenciais para manter o funcionamento do respirador caso falte energia, já que o suporte ventilatório não pode ser interrompido em nenhum momento. Além de consertar os equipamentos, o time da Ford ajudou a aprimorar o gerenciamento do trabalho, usando um software que permite acompanhar a situação de cada equipamento e os gargalos da operação.

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