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Pelo conjunto da obra, Atila sequer deveria ir para o 2º turno, diz Rubinelli

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pré-candidato do PTB à Prefeitura de Mauá critica gestão do socialista e lembra de prisões


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

04/06/2020 | 00:01


Pré-candidato a prefeito de Mauá pelo PTB, o ex-deputado federal Wagner Rubinelli avaliou que, “pelo conjunto da obra”, o atual prefeito Atila Jacomussi (PSB) deveria ficar fora até do segundo turno.

Em visita à sede do Diário, o petebista criticou duramente a administração do socialista. “A cidade está malcuidada. Não dispõe de leitos de UTI para pacientes com Covid-19, não tem água em diversos pontos do município. Pelo conjunto da obra, o Atila não merece sequer ir ao segundo turno”, disparou o político, incluindo também as acusações de desvio de recursos públicos feitas pela PF (Polícia Federal) e MPF (Ministério Público Federal) contra Atila, que foi preso duas vezes.

Rubinelli, que foi secretário de Trabalho e Renda no início do governo Atila, disse que rompeu com o socialista por discordar da forma como a administração era tocada – sua exoneração aconteceu ainda em 2019. Para ele, o fato de ter apoiado o atual prefeito no passado não descredencia seu projeto eleitoral atual. “Ele (Atila) foi legitimado no voto. Quando vi as coisas que não concordava, saí e vim para disputa. O Atila foi superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá) no governo do Donisete (Braga, ex-PT, atual PDT) e foi candidato contra ele”, lembrou.

Aos 57 anos, Rubinelli foi vereador por quatro legislaturas e deputado federal quando esteve no PT. Pairou sobre ele uma máxima que, fora do petismo, não triunfaria mais em eleições. Tese que ele rechaçou. “Em 2008, fui o 14º vereador mais bem votado da cidade, não entrei pelo quociente (no PPS). Depois, a minha mulher, Cássia, e agora meu filho, Fernando (Rubinelli, PTB), se elegeram vereadores. Esse estigma não existe de fato.”

O ex-parlamentar federal garantiu que, se for eleito prefeito, tentará implementar o conceito de smart cities (cidades inteligentes) na administração. Prometeu criar aplicativo de avaliação da saúde pública e outro para o transporte coletivo, bem como abrir 1.000 postos de trabalho no primeiro ano de eventual governo. “Sei que Mauá não vai virar uma Quebec (no Canadá) do dia para a noite e que o cenário não é nada fácil. Mas eu me sinto muito preparado, motivado. Mauá se encontra totalmente abandonada e é necessário muito trabalho para retomar.” 



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Pelo conjunto da obra, Atila sequer deveria ir para o 2º turno, diz Rubinelli

Pré-candidato do PTB à Prefeitura de Mauá critica gestão do socialista e lembra de prisões

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

04/06/2020 | 00:01


Pré-candidato a prefeito de Mauá pelo PTB, o ex-deputado federal Wagner Rubinelli avaliou que, “pelo conjunto da obra”, o atual prefeito Atila Jacomussi (PSB) deveria ficar fora até do segundo turno.

Em visita à sede do Diário, o petebista criticou duramente a administração do socialista. “A cidade está malcuidada. Não dispõe de leitos de UTI para pacientes com Covid-19, não tem água em diversos pontos do município. Pelo conjunto da obra, o Atila não merece sequer ir ao segundo turno”, disparou o político, incluindo também as acusações de desvio de recursos públicos feitas pela PF (Polícia Federal) e MPF (Ministério Público Federal) contra Atila, que foi preso duas vezes.

Rubinelli, que foi secretário de Trabalho e Renda no início do governo Atila, disse que rompeu com o socialista por discordar da forma como a administração era tocada – sua exoneração aconteceu ainda em 2019. Para ele, o fato de ter apoiado o atual prefeito no passado não descredencia seu projeto eleitoral atual. “Ele (Atila) foi legitimado no voto. Quando vi as coisas que não concordava, saí e vim para disputa. O Atila foi superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá) no governo do Donisete (Braga, ex-PT, atual PDT) e foi candidato contra ele”, lembrou.

Aos 57 anos, Rubinelli foi vereador por quatro legislaturas e deputado federal quando esteve no PT. Pairou sobre ele uma máxima que, fora do petismo, não triunfaria mais em eleições. Tese que ele rechaçou. “Em 2008, fui o 14º vereador mais bem votado da cidade, não entrei pelo quociente (no PPS). Depois, a minha mulher, Cássia, e agora meu filho, Fernando (Rubinelli, PTB), se elegeram vereadores. Esse estigma não existe de fato.”

O ex-parlamentar federal garantiu que, se for eleito prefeito, tentará implementar o conceito de smart cities (cidades inteligentes) na administração. Prometeu criar aplicativo de avaliação da saúde pública e outro para o transporte coletivo, bem como abrir 1.000 postos de trabalho no primeiro ano de eventual governo. “Sei que Mauá não vai virar uma Quebec (no Canadá) do dia para a noite e que o cenário não é nada fácil. Mas eu me sinto muito preparado, motivado. Mauá se encontra totalmente abandonada e é necessário muito trabalho para retomar.” 

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