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No Rio, manifestantes fazem ato por vidas negras na porta do Palácio Guanabara



31/05/2020 | 16:12


Manifestantes se reuniram, com distanciamento um do outro, na porta do Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, para um ato em defesa das vidas negras. A manifestação da tarde deste domingo (31) ocorre em meio à onda de protestos nos Estados Unidos por causa da morte de George Floyd, sufocado pela polícia em Minneapolis, no Estado de Minnesota.

No caso do Rio, os participantes pedem o fim da morte de jovens negros nas favelas - como a do menino João Pedro, de 14 anos, morto neste mês durante operação policial no Complexo do Salgueiro, no município de São Gonçalo. Ele estava dentro de casa quando foi atingido.

Os manifestantes carregam cartazes com dizeres como "Vidas negras importam", "Estado genocida" e "Parem de nos matar". No ano passado, a polícia do Rio matou 1.810 pessoas, um recorde. O número representou um aumento de 18% em comparação com o ano anterior.

Em transmissão ao vivo do ato, o ativista Raull Santiago, do Complexo do Alemão, afirmou que eles estavam ali para "tentar sobreviver ao vírus sem ter que se esquivar do tiroteio da polícia, sem ter que carregar os corpos dos nossos irmãos e das nossas irmãs."



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No Rio, manifestantes fazem ato por vidas negras na porta do Palácio Guanabara


31/05/2020 | 16:12


Manifestantes se reuniram, com distanciamento um do outro, na porta do Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, para um ato em defesa das vidas negras. A manifestação da tarde deste domingo (31) ocorre em meio à onda de protestos nos Estados Unidos por causa da morte de George Floyd, sufocado pela polícia em Minneapolis, no Estado de Minnesota.

No caso do Rio, os participantes pedem o fim da morte de jovens negros nas favelas - como a do menino João Pedro, de 14 anos, morto neste mês durante operação policial no Complexo do Salgueiro, no município de São Gonçalo. Ele estava dentro de casa quando foi atingido.

Os manifestantes carregam cartazes com dizeres como "Vidas negras importam", "Estado genocida" e "Parem de nos matar". No ano passado, a polícia do Rio matou 1.810 pessoas, um recorde. O número representou um aumento de 18% em comparação com o ano anterior.

Em transmissão ao vivo do ato, o ativista Raull Santiago, do Complexo do Alemão, afirmou que eles estavam ali para "tentar sobreviver ao vírus sem ter que se esquivar do tiroteio da polícia, sem ter que carregar os corpos dos nossos irmãos e das nossas irmãs."

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