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Brasileiros não sabem o que fazer



22/06/2006 | 00:01


Não é apenas a fraca atuação da seleção brasileira na Copa do Mundo que está tirando o sono dos torcedores que viajaram até a Alemanha para acompanhar os jogos do Mundial. Para muitos que voaram de Varig até a Alemanha, a situação da companhia aérea é motivo de preocupação. “Não sei ainda como vou retornar ao Brasil”, disse o paulista Allan Costa.

Nas ruas de Dortmund, cidade onde o Brasil joga hoje contra o Japão, brasileiros pediam informações sobre o que está acontecendo com suas passagens. “Tudo bem se não houver vôo de volta. Só vou ter de avisar ao meu chefe que terei de ficar mais tempo na Europa”, disse Robero Leite, do Rio de Janeiro. Já um casal de Santa Catarina, que está na Europa desde abril, se apavorou com a notícia da crise na Varig. “Não temos idéia qual deve ser o procedimento caso não haja mais vôo”, disse o casal. Segundo a embaixada do Brasil em Berlim, vários brasileiros têm ligado para perguntar sobre a situação da empresa aérea.

Quarta-feira, o ministro da Defesa, Waldir Pires, afirmou que os passageiros que pretendem embarcar nos próximos dias para o exterior e tiverem problemas por causa dos cancelamentos dos vôos da Varig devem ter paciência, já que a prioridade é o “repatriamento” de quem está fora do país. Aos que pretendem viajar pelo país e estão encontrando dificuldades, o ministro adiantou: “O meu conselho é que voltem para casa e aguardem um pouquinho.”

Segundo o ministro, o plano de emergência elaborado pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para atender aos passageiros da Varig por causa do cancelamento de 70% dos vôos até sexta-feira, deverá dar prioridade às pessoas que estão no exterior e têm bilhetes emitidos pela companhia aérea para voltar ao país nesse período.

Ele não descartou a possibilidade de serem usados aviões da Força Aérea, mas disse que isso só deve ser acionado em último caso.


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Brasileiros não sabem o que fazer


22/06/2006 | 00:01


Não é apenas a fraca atuação da seleção brasileira na Copa do Mundo que está tirando o sono dos torcedores que viajaram até a Alemanha para acompanhar os jogos do Mundial. Para muitos que voaram de Varig até a Alemanha, a situação da companhia aérea é motivo de preocupação. “Não sei ainda como vou retornar ao Brasil”, disse o paulista Allan Costa.

Nas ruas de Dortmund, cidade onde o Brasil joga hoje contra o Japão, brasileiros pediam informações sobre o que está acontecendo com suas passagens. “Tudo bem se não houver vôo de volta. Só vou ter de avisar ao meu chefe que terei de ficar mais tempo na Europa”, disse Robero Leite, do Rio de Janeiro. Já um casal de Santa Catarina, que está na Europa desde abril, se apavorou com a notícia da crise na Varig. “Não temos idéia qual deve ser o procedimento caso não haja mais vôo”, disse o casal. Segundo a embaixada do Brasil em Berlim, vários brasileiros têm ligado para perguntar sobre a situação da empresa aérea.

Quarta-feira, o ministro da Defesa, Waldir Pires, afirmou que os passageiros que pretendem embarcar nos próximos dias para o exterior e tiverem problemas por causa dos cancelamentos dos vôos da Varig devem ter paciência, já que a prioridade é o “repatriamento” de quem está fora do país. Aos que pretendem viajar pelo país e estão encontrando dificuldades, o ministro adiantou: “O meu conselho é que voltem para casa e aguardem um pouquinho.”

Segundo o ministro, o plano de emergência elaborado pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para atender aos passageiros da Varig por causa do cancelamento de 70% dos vôos até sexta-feira, deverá dar prioridade às pessoas que estão no exterior e têm bilhetes emitidos pela companhia aérea para voltar ao país nesse período.

Ele não descartou a possibilidade de serem usados aviões da Força Aérea, mas disse que isso só deve ser acionado em último caso.

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