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Naomi Osaka participa de protesto em Minneapolis pela morte de George Floyd



30/05/2020 | 18:00


Uma das principais tenistas da atualidade, a japonesa Naomi Osaka foi a Minneapolis para participar de protestos pela morte de George Floyd, um homem negro de 46 anos que foi morto após um policial ajoelhar-se sobre seu pescoço durante uma abordagem.

Osaka publicou imagens em seu perfil no Instagram dos protestos em Minneapolis. Na legenda, ela escreveu: "Se você não defende nada, você falha por tudo". A japonesa, atualmente na décima posição do ranking da WTA, decidiu deixar Miami, onde mora, para estar presencialmente nas manifestações, dada a importância da causa. As manifestações pedem justiça pela morte de Floyd e alertam para a violência da polícia norte-americana contra a população negra.

O vídeo da ação policial foi divulgado na última terça-feira e ganhou repercussão internacional, causando uma onda de protestos. Nas imagens, é possível ver o policial Derik Chauvin ajoelhado sobre o pescoço de Floyd, ação que durou por mais de oito minutos e que resultou na morte do homem. O Departamento de Polícia de Minnesota informou que demitiu os quatro policiais envolvidos no caso.

Naomi Osaka faz parte de uma extensa lista de personalidades do esporte que mostraram revolta com a morte de Floyd. Stephen Jackson, campeão da NBA com o San Antonio Spurs em 2003, e um dos melhores amigos de Floyd, assumiu a liderança dos protestos. Ele reuniu o ator Jamie Foxx, vencedor do Oscar, Karl-Anthony Towns, pivô do Minnesota Timberwolves, e JR Smith, campeão da NBA pelo Cleveland Cavaliers, na luta por justiça.

Os quatro lideraram uma entrevista coletiva na cidade norte-americana nesta sexta-feira. Jackson lamentou a morte do amigo, que considerava um "irmão gêmeo", e disse que haverá justiça.

Outros astros do esporte que se posicionaram sobre o caso foram LeBron James e Lewis Hamilton. O veterano do Los Angeles Lakers fez uma série de publicações sobre o ocorrido em suas redes sociais, chamando a atenção para a violência policial contra os negros nos Estados Unidos.

O piloto britânico, seis vezes campeão mundial da Fórmula 1, criticou os excessos cometidos por policiais nos Estados Unidos e lamentou a discriminação racial. "Vocês são uma desgraça", escreveu Hamilton, se referindo aos policias.

Colin Kaepernick, ex-NFL, que se ajoelhou no gramado durante a execução do hino nacional norte-americano como forma de protesto contra a violência policial, afirmou que se dispôs a bancar os custos dos advogados dos manifestantes contra o assassinato de Floyd.

Ao longo da semana, centenas de manifestantes realizaram protestos que já atingem ao menos 17 Estados norte-americanos. Os atos violentos deixaram duas pessoas mortas - um homem, de 19 anos, em Detroit, e um policial em Oakland - além de outros feridos.



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Naomi Osaka participa de protesto em Minneapolis pela morte de George Floyd


30/05/2020 | 18:00


Uma das principais tenistas da atualidade, a japonesa Naomi Osaka foi a Minneapolis para participar de protestos pela morte de George Floyd, um homem negro de 46 anos que foi morto após um policial ajoelhar-se sobre seu pescoço durante uma abordagem.

Osaka publicou imagens em seu perfil no Instagram dos protestos em Minneapolis. Na legenda, ela escreveu: "Se você não defende nada, você falha por tudo". A japonesa, atualmente na décima posição do ranking da WTA, decidiu deixar Miami, onde mora, para estar presencialmente nas manifestações, dada a importância da causa. As manifestações pedem justiça pela morte de Floyd e alertam para a violência da polícia norte-americana contra a população negra.

O vídeo da ação policial foi divulgado na última terça-feira e ganhou repercussão internacional, causando uma onda de protestos. Nas imagens, é possível ver o policial Derik Chauvin ajoelhado sobre o pescoço de Floyd, ação que durou por mais de oito minutos e que resultou na morte do homem. O Departamento de Polícia de Minnesota informou que demitiu os quatro policiais envolvidos no caso.

Naomi Osaka faz parte de uma extensa lista de personalidades do esporte que mostraram revolta com a morte de Floyd. Stephen Jackson, campeão da NBA com o San Antonio Spurs em 2003, e um dos melhores amigos de Floyd, assumiu a liderança dos protestos. Ele reuniu o ator Jamie Foxx, vencedor do Oscar, Karl-Anthony Towns, pivô do Minnesota Timberwolves, e JR Smith, campeão da NBA pelo Cleveland Cavaliers, na luta por justiça.

Os quatro lideraram uma entrevista coletiva na cidade norte-americana nesta sexta-feira. Jackson lamentou a morte do amigo, que considerava um "irmão gêmeo", e disse que haverá justiça.

Outros astros do esporte que se posicionaram sobre o caso foram LeBron James e Lewis Hamilton. O veterano do Los Angeles Lakers fez uma série de publicações sobre o ocorrido em suas redes sociais, chamando a atenção para a violência policial contra os negros nos Estados Unidos.

O piloto britânico, seis vezes campeão mundial da Fórmula 1, criticou os excessos cometidos por policiais nos Estados Unidos e lamentou a discriminação racial. "Vocês são uma desgraça", escreveu Hamilton, se referindo aos policias.

Colin Kaepernick, ex-NFL, que se ajoelhou no gramado durante a execução do hino nacional norte-americano como forma de protesto contra a violência policial, afirmou que se dispôs a bancar os custos dos advogados dos manifestantes contra o assassinato de Floyd.

Ao longo da semana, centenas de manifestantes realizaram protestos que já atingem ao menos 17 Estados norte-americanos. Os atos violentos deixaram duas pessoas mortas - um homem, de 19 anos, em Detroit, e um policial em Oakland - além de outros feridos.

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