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Consórcio apresentará plano ao Estado após reclassificação e aguarda resposta até 4ª

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente da entidade, Gabriel Maranhão volta a criticar restrição máxima da região: 'Falta de diálogo impressiona'


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

29/05/2020 | 17:16


Após o governo do Estado anunciar a subdivisão da Região Metropolitana sem flexibilizar a quarentena na Grande São Paulo, o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC vai protocolar junto à gestão paulista estudo que, na visão da entidade, comprovam que a região poderia estar inserida na Fase 2 do Plano São Paulo, o que possibilitaria a abertura de alguns setores comerciais, como shoppings e escritórios.

Assembleia de prefeitos foi realizada na tarde desta sexta-feira (29), horas depois de o governador João Doria (PSDB) dizer que haverá tratamento apartado do Grande ABC, acolhendo um dos pedidos feitos pelo colegiado. O fato de não haver classificação automática para a Fase 2, mantendo as sete cidades com zona máxima de restrição de funcionamento do comércio, contrariou os chefes de Executivo locais.

Segundo o presidente do Consórcio Intermunicipal e prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (Cidadania), o Grande ABC dispõe de critérios melhores que os da Capital, como número de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) desocupados, menor índice de mortalidade e volume estocado de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). “Temos um plano elaborado, discutido desde março, quando teve o início a pandemia. Inclusive com suporte de quem desenhou o plano de retomada econômica no Rio Grande do Sul. O Grande ABC deveria ser classificado na Faixa 2”, considerou.

Maranhão também disse que espera, no mais tardar quarta-feira, por resposta do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Marco Vinholi (PSDB), sobre o plano apresentado. Ele criticou duramente a separação da Capital da Região Metropolitana no debate. “Infelizmente é uma atitude que tenta levar o Grande ABC para a UTI. Nem na Europa, que é um conglomerado de países, vimos uma discussão tão separada, tamanha falta de sinergia.” 



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Consórcio apresentará plano ao Estado após reclassificação e aguarda resposta até 4ª

Presidente da entidade, Gabriel Maranhão volta a criticar restrição máxima da região: 'Falta de diálogo impressiona'

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

29/05/2020 | 17:16


Após o governo do Estado anunciar a subdivisão da Região Metropolitana sem flexibilizar a quarentena na Grande São Paulo, o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC vai protocolar junto à gestão paulista estudo que, na visão da entidade, comprovam que a região poderia estar inserida na Fase 2 do Plano São Paulo, o que possibilitaria a abertura de alguns setores comerciais, como shoppings e escritórios.

Assembleia de prefeitos foi realizada na tarde desta sexta-feira (29), horas depois de o governador João Doria (PSDB) dizer que haverá tratamento apartado do Grande ABC, acolhendo um dos pedidos feitos pelo colegiado. O fato de não haver classificação automática para a Fase 2, mantendo as sete cidades com zona máxima de restrição de funcionamento do comércio, contrariou os chefes de Executivo locais.

Segundo o presidente do Consórcio Intermunicipal e prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (Cidadania), o Grande ABC dispõe de critérios melhores que os da Capital, como número de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) desocupados, menor índice de mortalidade e volume estocado de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). “Temos um plano elaborado, discutido desde março, quando teve o início a pandemia. Inclusive com suporte de quem desenhou o plano de retomada econômica no Rio Grande do Sul. O Grande ABC deveria ser classificado na Faixa 2”, considerou.

Maranhão também disse que espera, no mais tardar quarta-feira, por resposta do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Marco Vinholi (PSDB), sobre o plano apresentado. Ele criticou duramente a separação da Capital da Região Metropolitana no debate. “Infelizmente é uma atitude que tenta levar o Grande ABC para a UTI. Nem na Europa, que é um conglomerado de países, vimos uma discussão tão separada, tamanha falta de sinergia.” 

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