Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 9 de Julho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Política e realização puxam taxas futuras de juros para cima



28/05/2020 | 10:09


A tensão política entre o governo Jair Bolsonaro e o Supremo Tribunal Federal (STF), passando por ameaças feitas pelo filho do presidente, Eduardo, e um movimento de realização após a queda da véspera puxam os juros futuros para cima.

Às 10h05, o DI para janeiro de 2022 apontava 3,24%, de 3,22% ontem no ajuste. O DI para janeiro de 2027 indicava 6,99%, de 6,93% no ajuste anterior.

O mercado também avalia a taxa de desemprego no trimestre até maio, de 12,6%, no piso do intervalo das estimativas na pesquisa Projeções Broadcast, porém, sem efeito nos preços.

"O desemprego veio no piso, mas por conta de pessoas saindo do mercado de trabalho. Quem está perdendo o emprego ainda não está procurando por conta da covid-19. Quando esse estoque de pessoas passar a ofertar trabalho, o desemprego deve subir", pondera o economista-chefe do Haitong, Flávio Serrano.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Política e realização puxam taxas futuras de juros para cima


28/05/2020 | 10:09


A tensão política entre o governo Jair Bolsonaro e o Supremo Tribunal Federal (STF), passando por ameaças feitas pelo filho do presidente, Eduardo, e um movimento de realização após a queda da véspera puxam os juros futuros para cima.

Às 10h05, o DI para janeiro de 2022 apontava 3,24%, de 3,22% ontem no ajuste. O DI para janeiro de 2027 indicava 6,99%, de 6,93% no ajuste anterior.

O mercado também avalia a taxa de desemprego no trimestre até maio, de 12,6%, no piso do intervalo das estimativas na pesquisa Projeções Broadcast, porém, sem efeito nos preços.

"O desemprego veio no piso, mas por conta de pessoas saindo do mercado de trabalho. Quem está perdendo o emprego ainda não está procurando por conta da covid-19. Quando esse estoque de pessoas passar a ofertar trabalho, o desemprego deve subir", pondera o economista-chefe do Haitong, Flávio Serrano.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;