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Boeing demitirá mais de 6 mil funcionários nos EUA por crise da covid-19



27/05/2020 | 12:55


O CEO da Boeing, Dave Calhoun, informou que a empresa irá demitir 6,77 mil funcionários nos Estados Unidos esta semana, em meio à crise provocada pelo coronavírus. A gigante da aviação americana já havia concluído um programa de demissão voluntária, anunciado no mês passado, mas agora terá que dispensar parte da força de trabalho compulsoriamente. "O impacto devastador da pandemia de Covid-19 no setor de transporte aéreo significa um corte profundo no número de jatos e serviços comerciais de que nossos clientes precisarão nos próximos anos, o que, por sua vez, significa menos empregos em nossas linhas de produção e escritórios", ressaltou, em carta enviada trabalhadores.

Calhoun enfatizou que há indícios de que o momento mais crítico da crise foi superado, com alguns clientes reportando que o ritmo de reservas de passagens já tem sido maior que o de cancelamentos pela primeira vez desde o início da pandemia.

O executivo também destacou que alguns segmentos da companhia, notadamente o de defesa, continuará contratando para honrar os compromissos com o mercado.

Segundo ele, a fabricante segue com os planos de retomar a produção do modelo 737 Max em Renton, no Estado americano de Washington, embora não tenha indicado uma data. "Mas esses sinais de eventual recuperação não significam que as crises de saúde e de economia terminaram. Nossa indústria voltará, mas levará alguns anos para retornar ao que era apenas dois meses atrás", ponderou.



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Boeing demitirá mais de 6 mil funcionários nos EUA por crise da covid-19


27/05/2020 | 12:55


O CEO da Boeing, Dave Calhoun, informou que a empresa irá demitir 6,77 mil funcionários nos Estados Unidos esta semana, em meio à crise provocada pelo coronavírus. A gigante da aviação americana já havia concluído um programa de demissão voluntária, anunciado no mês passado, mas agora terá que dispensar parte da força de trabalho compulsoriamente. "O impacto devastador da pandemia de Covid-19 no setor de transporte aéreo significa um corte profundo no número de jatos e serviços comerciais de que nossos clientes precisarão nos próximos anos, o que, por sua vez, significa menos empregos em nossas linhas de produção e escritórios", ressaltou, em carta enviada trabalhadores.

Calhoun enfatizou que há indícios de que o momento mais crítico da crise foi superado, com alguns clientes reportando que o ritmo de reservas de passagens já tem sido maior que o de cancelamentos pela primeira vez desde o início da pandemia.

O executivo também destacou que alguns segmentos da companhia, notadamente o de defesa, continuará contratando para honrar os compromissos com o mercado.

Segundo ele, a fabricante segue com os planos de retomar a produção do modelo 737 Max em Renton, no Estado americano de Washington, embora não tenha indicado uma data. "Mas esses sinais de eventual recuperação não significam que as crises de saúde e de economia terminaram. Nossa indústria voltará, mas levará alguns anos para retornar ao que era apenas dois meses atrás", ponderou.

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