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Quem fiscaliza Mauá?


Do Diário do Grande Abc

26/05/2020 | 09:00


Mauá é uma das cidades brasileiras sobre as quais recaem suspeitas sobre a lisura com que está gastando dinheiro público nas ações de combate à pandemia. A contratação de empresa sem sede para a construção do hospital de campanha no município, até hoje inexplicada, escancarou a já notória falta de zelo da administração do prefeito Atila Jacomussi (PSB) com o erário. E é exatamente esta a única localidade do Grande ABC em que os vereadores, cuja função constitucional é vigiar os passos do Executivo, estão sem realizar sessões legislativas há quase 50 dias! Coincidência?

Todas as câmaras dos outros seis municípios da região encontraram maneira de seguir trabalhando a despeito das restrições à aglomeração determinadas pelas políticas de combate ao novo coronavírus. Os vereadores de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra seguem se reunindo virtualmente para exercer a função para a qual foram eleitos, entre elas a de fiscalizar os prefeitos.

O trabalho legislativo se tornou ainda mais importante no momento em que o Executivo atua com a flexibilização da legislação que norteia os gastos públicos – medida necessária, desde que bem empregada, para responder com agilidade às demandas geradas pela pandemia. A atuação dos fiscais da sociedade é, portanto, imprescindível. Os vereadores mauaenses precisam urgentemente achar um modo de manter suas prerrogativas, assim como fizeram os colegas das outras seis cidades do Grande ABC.

Enquanto as desconfianças sobre uso irregular de dinheiro em Mauá ganham espaço na imprensa nacional, manchando ainda mais o nome da cidade cujos interesses juraram defender ao tomar posse, em 1º de janeiro de 2017, os parlamentares simplesmente aguardam, em casa ou em seus gabinetes, o vírus passar. Está na hora de trabalhar. Até porque, como bem lembra reportagem a propósito do assunto publicada nesta edição do Diário, nenhum dos 23 vereadores mauaenses deixou de receber, integralmente, o salário de R$ 12 mil.
 



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Quem fiscaliza Mauá?

Do Diário do Grande Abc

26/05/2020 | 09:00


Mauá é uma das cidades brasileiras sobre as quais recaem suspeitas sobre a lisura com que está gastando dinheiro público nas ações de combate à pandemia. A contratação de empresa sem sede para a construção do hospital de campanha no município, até hoje inexplicada, escancarou a já notória falta de zelo da administração do prefeito Atila Jacomussi (PSB) com o erário. E é exatamente esta a única localidade do Grande ABC em que os vereadores, cuja função constitucional é vigiar os passos do Executivo, estão sem realizar sessões legislativas há quase 50 dias! Coincidência?

Todas as câmaras dos outros seis municípios da região encontraram maneira de seguir trabalhando a despeito das restrições à aglomeração determinadas pelas políticas de combate ao novo coronavírus. Os vereadores de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra seguem se reunindo virtualmente para exercer a função para a qual foram eleitos, entre elas a de fiscalizar os prefeitos.

O trabalho legislativo se tornou ainda mais importante no momento em que o Executivo atua com a flexibilização da legislação que norteia os gastos públicos – medida necessária, desde que bem empregada, para responder com agilidade às demandas geradas pela pandemia. A atuação dos fiscais da sociedade é, portanto, imprescindível. Os vereadores mauaenses precisam urgentemente achar um modo de manter suas prerrogativas, assim como fizeram os colegas das outras seis cidades do Grande ABC.

Enquanto as desconfianças sobre uso irregular de dinheiro em Mauá ganham espaço na imprensa nacional, manchando ainda mais o nome da cidade cujos interesses juraram defender ao tomar posse, em 1º de janeiro de 2017, os parlamentares simplesmente aguardam, em casa ou em seus gabinetes, o vírus passar. Está na hora de trabalhar. Até porque, como bem lembra reportagem a propósito do assunto publicada nesta edição do Diário, nenhum dos 23 vereadores mauaenses deixou de receber, integralmente, o salário de R$ 12 mil.
 

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