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Márcio evita aderir agora à campanha de Pretinho à Prefeitura de Diadema

Nario Barbosa/15/04/2019 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Para deputado, momento não é propício para fechar candidato de Lauro


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

23/05/2020 | 23:01


O deputado estadual Márcio da Farmácia (Podemos) evitou embarcar de vez na pré-campanha do presidente da Câmara de Diadema, Pretinho do Água Santa (DEM), nome escolhido pela cúpula do governo do prefeito Lauro Michels (PV) para defender o Paço na eleição deste ano.
Ao Diário, Márcio disse que “não é momento deste diálogo”, garantiu não ter participado de nenhuma reunião para bater o martelo no candidato à sucessão e avisou que vai consultar seu partido sobre o processo eleitoral.

“Estamos em uma pandemia. Tenho doença coronária, até por isso tenho buscado isolamento para não correr risco de ter a saúde prejudicada. Mas essa conversa ainda não aconteceu. A princípio, os partidos foram montados, Cidadania, o DEM do próprio Pretinho, PSB do Marcos (Michels). No Podemos, nós também montamos, com chapa completa, 32 nomes, só que não fizemos encontro para decidir sobre candidatura. Por enquanto, a nossa preocupação se deu em torno de projetar fazer cadeiras no Legislativo, qualificar nossos candidatos”, discorreu o parlamentar. “Não temos certeza sequer se haverá eleição neste ano (diante da pandemia do novo coronavírus). Mesmo assim, buscamos neste momento fortalecer (o grupo). Não nos aproximamos (para avançar sobre a pauta majoritária).”

Vice-prefeito eleito em 2016 junto com Lauro, Márcio conquistou uma das 94 cadeiras na Assembleia Legislativa em 2018. Segundo Lauro, o triunfo do aliado serviu para cacifar ainda mais Márcio como candidato à sucessão. Entretanto, o deputado rejeitou encabeçar o projeto, argumentando querer cumprir o mandato no Parlamento paulista e pelos motivos de saúde – passou até por cirurgia cardíaca.

Diante da desistência de Márcio, Lauro abriu leque de possíveis candidatos: o vereador Marcos Michels, a secretária de Habitação, Regina Gonçalves (PV), e Pretinho. Decidiu pelo democrata há duas semanas, como mostrou o Diário. A cúpula do governo Lauro tenta, desde então, um aceno público de Márcio a favor de Pretinho. Buscou reuniões para que uma foto institucional fosse feita. Não obteve sucesso nessa articulação.

“Não é o momento deste diálogo (eleitoral). Por isso, não procuramos para tratar sobre o assunto, embora o governo sempre se colocou de portar abertas para (a discussão). Mas não houve a conversa. Quando encerrarmos o processo de debate partidário, aí sim iniciaremos esse debate. E não respondo por completo, não ando sozinho, política é grupo. Sou coletivo. Montei o partido, temos 32 pré-candidatos (a vereador). Devo responsabilidade, é um time, ninguém joga sozinho. Então, primeiramente, vamos exaurir a discussão interna, do Podemos, depois iremos fazer a conversa externa”, avisou o deputado. 



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Márcio evita aderir agora à campanha de Pretinho à Prefeitura de Diadema

Para deputado, momento não é propício para fechar candidato de Lauro

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

23/05/2020 | 23:01


O deputado estadual Márcio da Farmácia (Podemos) evitou embarcar de vez na pré-campanha do presidente da Câmara de Diadema, Pretinho do Água Santa (DEM), nome escolhido pela cúpula do governo do prefeito Lauro Michels (PV) para defender o Paço na eleição deste ano.
Ao Diário, Márcio disse que “não é momento deste diálogo”, garantiu não ter participado de nenhuma reunião para bater o martelo no candidato à sucessão e avisou que vai consultar seu partido sobre o processo eleitoral.

“Estamos em uma pandemia. Tenho doença coronária, até por isso tenho buscado isolamento para não correr risco de ter a saúde prejudicada. Mas essa conversa ainda não aconteceu. A princípio, os partidos foram montados, Cidadania, o DEM do próprio Pretinho, PSB do Marcos (Michels). No Podemos, nós também montamos, com chapa completa, 32 nomes, só que não fizemos encontro para decidir sobre candidatura. Por enquanto, a nossa preocupação se deu em torno de projetar fazer cadeiras no Legislativo, qualificar nossos candidatos”, discorreu o parlamentar. “Não temos certeza sequer se haverá eleição neste ano (diante da pandemia do novo coronavírus). Mesmo assim, buscamos neste momento fortalecer (o grupo). Não nos aproximamos (para avançar sobre a pauta majoritária).”

Vice-prefeito eleito em 2016 junto com Lauro, Márcio conquistou uma das 94 cadeiras na Assembleia Legislativa em 2018. Segundo Lauro, o triunfo do aliado serviu para cacifar ainda mais Márcio como candidato à sucessão. Entretanto, o deputado rejeitou encabeçar o projeto, argumentando querer cumprir o mandato no Parlamento paulista e pelos motivos de saúde – passou até por cirurgia cardíaca.

Diante da desistência de Márcio, Lauro abriu leque de possíveis candidatos: o vereador Marcos Michels, a secretária de Habitação, Regina Gonçalves (PV), e Pretinho. Decidiu pelo democrata há duas semanas, como mostrou o Diário. A cúpula do governo Lauro tenta, desde então, um aceno público de Márcio a favor de Pretinho. Buscou reuniões para que uma foto institucional fosse feita. Não obteve sucesso nessa articulação.

“Não é o momento deste diálogo (eleitoral). Por isso, não procuramos para tratar sobre o assunto, embora o governo sempre se colocou de portar abertas para (a discussão). Mas não houve a conversa. Quando encerrarmos o processo de debate partidário, aí sim iniciaremos esse debate. E não respondo por completo, não ando sozinho, política é grupo. Sou coletivo. Montei o partido, temos 32 pré-candidatos (a vereador). Devo responsabilidade, é um time, ninguém joga sozinho. Então, primeiramente, vamos exaurir a discussão interna, do Podemos, depois iremos fazer a conversa externa”, avisou o deputado. 

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