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Franquias cobram ajuda da CVC

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Donos de lojas que comercializam pacotes de turismo pedem socorro financeiro à empresa andreense para superar crise causada por pandemia


Evaldo Novelini
Do Diário do Grande ABC

16/05/2020 | 22:40


A queda nas vendas de pacotes de turismo, provocada pela pandemia do novo coronavírus, ameaça dizimar parte significativa da rede de franquias da CVC, operadora de viagens no varejo com sede em Santo André. Segundo fontes do mercado, 280 dos 1.400 pontos de vendas espalhados pelo Brasil já estariam em situação de insolvência e perto de encerrar as atividades. Em tentativa de evitar quebradeira, associação do setor enviou pedido de socorro formal à companhia.

A equipe do Diário passou a última semana conversando com franqueados da CVC para entender como a crise afetou os negócios, e descobriu lojistas “à beira de um ataque de nervos”, conforme definiu um deles. Todos aceitaram falar com o jornal sob anonimato. Muitos não têm dinheiro para pagar funcionários, aluguel dos imóveis e taxas condominiais cobradas pelos shoppings onde estão instalados.

Manter as portas abertas de uma franquia da CVC custa de R$ 10 mil, quando se trata de loja de rua, até R$ 120 mil, quando o ponto está em shopping. Com o faturamento próximo de zero em março e abril, devido às restrições impostas ao comércio pela quarentena, as dívidas foram se acumulando. Além de não fazer novos negócios, as taxas de cancelamento de pacotes já fechados ultrapassou a casa dos 85%.

A maior parte dos franqueados está tirando dinheiro do próprio bolso para pagar as contas mais imediatas, mas o fôlego financeiro está perto do fim. “Duzentos e oitenta pontos de vendas físicos correm o risco de fechar as portas se a CVC não der algum tipo de auxílio”, estima um dos grandes empresários do setor.

Para obter capital de giro, a ABDTur (Associação Brasileira das Franqueadas e dos Distribuidores de Serviços de Turismo) enviou ofício à CVC solicitando “ações de ajuda emergenciais”. O documento, datado de 26 de março de 2020 e assinado pela presidente da entidade, Isabel Christine de Mello Tavora, segue sem resposta quase dois meses depois.

“A situação é deveras calamitosa, nos atingindo de forma imediata e devastadora, motivo pelo qual observamos que há a necessidade iminente de uma colaboração por parte da franqueadora CVC Brasil”, diz Isabel, “em nome dos associados”. Ela lembra no documento que muitos franqueados já se encontram “em situação de insolvência”.

Os associados solicitam a possibilidade de a CVC liberar crédito para a rede de franqueados. Como garantia, oferecem as próprias lojas. Pedem, ainda, que a operadora adie o pagamento de dívidas e da franquia. E argumentam que a falta de auxílio pode colocar em risco a sobrevivência do negócio. “Não poderemos sobreviver sozinhos, tampouco assumir o risco para a manutenção da rede de lojas CVC”, diz outro texto do documento, obtido pelo Diário.

A falta de resposta da franqueadora ao pedido preocupa os lojistas. A equipe de reportagem questionou a CVC sobre o documento enviado pela ABDTur e quis saber se a companhia realmente ignorou o pleitos dos empresários. Em resposta, a assessoria de imprensa da operadora não respondeu à questão.

VIA JUDICIAL -- Se não obtiver respaldo da CVC, ao menos uma franqueada ouvida pelo jornal fala em recorrer à Justiça com ação para recuperar perdas e danos. “Na teoria, o discurso sempre é muito bonito, mas na prática ninguém fez nada. Cada um, agora, vai tomar as atitudes que forem necessárias”, diz. Perguntada sobre a hipótese, a operadora garante que “não foi acionada juridicamente por nenhum franqueado”. A companhia também diz que “não procede” a informação sobre o número de lojas que podem fechar por causa da crise deflagrada pela pandemia.

Lojistas criticam aposta nas vendas on-line

Um calafrio de apreensão percorre a espinha de parte dos franqueados da CVC toda vez que o novo CEO da companhia andreense, Leonel Andrade, fala sobre os planos da operadora. Eles entendem que o executivo chegou ao comando da companhia, em 1º de abril, para conduzir o processo de migração de vendas de pacotes turísticos para o ambiente digital, estratégia que feriria de morte as lojas físicas.

“Pode perceber, ele só tem um discurso, o de transformar a CVC em empresa digital, minimizando e desprezando literalmente as lojas”, relata, solicitando que seu nome seja mantido em sigilo, um dos franqueados da operadora de turismo fundada em Santo André em 1972 e que deve sua consolidação como a maior do setor no Brasil às vendas em ambientes físicos. “Vai trair sua história.”

A CVC confirma ao Diário que o direcionamento dos negócios para o universo virtual é ponto importante na estratégia de crescimento da operadora, mas nega que a estratégia coloque em risco as operações tradicionais. “A digitalização não significa fazer vendas on-line em detrimento à loja física”, explica a operadora, em nota.

Segundo a companhia, o mergulho no ambiente digital vai, na verdade, fortalecer os pontos de vendas físicos, na medida em que busca compreender melhor o “ciclo do consumidor”, “assim como suas preferências”. “Isso traz maior efetividade na personalização e comercialização dos serviços da CVC e sua rede de franqueados”, informa.

Em recente entrevista a O Estado de S. Paulo, Andrade assegura que, ao conhecer melhor as preferências do turista, processo que a digitalização da companhia ajudaria a consolidar, pode desenvolver pacotes mais adequados aos desejos e necessidades dos consumidores: “O mais importante é oferecer uma viagem para Salvador a um cliente que sabemos que gosta de ir para o Nordeste, que prefere ir de ônibus e que gosta de hotéis de determinado estilo”.

O tom otimista do novo CEO não é suficiente para devolver o ânimo aos franqueados, que enfrentam a maior crise nos 48 anos da companhia fundada pelo empresário Guilherme de Jesus Paulus. Alguns estimam que 280 dos 1.400 pontos de vendas físicos existentes no País não vão reabrir após o fim da pandemia – para efetivar o fechamento, lojistas devem preencher formulário disponibilizado pelo departamento de extensão da CVC.

A operadora minimiza a apreensão dos parceiros. Ao ser questionada sobre os números nacionais, a companhia preferiu regionalizá-los. “Não existe nenhum pedido de fechamento de loja na região do Grande ABC”, diz trecho da nota enviada pela assessoria de imprensa.

RETOMADA -- Andrade, na já mencionada entrevista ao jornal paulista, diz acreditar que os negócios devem começar a voltar ao normal no último trimestre de 2020. De acordo com a CVC, que se baseia em pesquisas e demandas que clientes fazem em seus pontos de atendimento, a retomada do setor vai se dar pelo mercado interno, com destaque para as regiões Nordeste e Sul do Brasil. “Na nossa visão, a tendência será o turismo doméstico, para destinos próximos, de baixa aglomeração e espaços abertos como praia e campo”, estima a companhia no comunicado enviado ao Diário.

Operadora se exime: ‘Gestão depende de cada empresário’

A CVC diz possuir plano de ações para apoiar franqueados que estejam passando por dificuldades financeiras por causa da crise deflagrada pelo novo coronavírus no mercado de turismo. No entanto, em nota enviada ao Diário, a companhia informa que não tem responsabilidade sobre a manutenção das lojas que formam a sua rede: “Depende de cada empresário fazer a administração de seus negócios”.

“A CVC Corp compartilha com seus franqueados todo o conhecimento e informações para gestão de franquias, sendo que depende de cada empresário fazer a administração de seus negócios”, posicionou-se a companhia em relação à série de questionamentos formulados pelo jornal – entre eles, se entendia estar dialogando de forma correta com os lojistas durante a crise.

Assim que a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que a disseminação do novo coronavírus havia se tornado pandêmica, em 11 de março, a CVC garante ter iniciado imediatamente o que chama de “plano de ações de apoio” para os franqueados.

Sobre uma das principais reclamações dos parceiros, a falta de auxílio financeiro para as lojas, a CVC informa que atua junto a bancos, associações e instituições para que forneçam capital de giro. “Para que pequenos e médios empreendedores tenham maior acesso a crédito”, exemplifica a operadora.

A CVC também assegura que apoia os franqueados nas negociações com locatários buscando a isenção ou diminuição do valor dos aluguéis. A empresa ainda diz que negocia com as 20 maiores administradoras de shoppings e hipermercados do Brasil para auxiliar os lojistas.

Um escritório de advocacia foi colocado, segundo a CVC, à disposição dos franqueados para esclarecer como eles podem utilizar as medidas recentemente tomadas pelo governo federal para aliviar o peso dos encargos trabalhistas.

A operadora também criou hotsite para auxiliar os parceiros a buscar caminhos que lhes permitam enfrentar o impacto nos negócios causado pela pandemia do novo coronavírus. 

“A página compila medidas e iniciativas do governo que podem ajudá-los a passar por esse momento atípico da melhor forma possível”, diz a nota.

Há informações sobre linhas de financiamento, medidas tributárias e MPs (Medidas Provisórias) editadas com a finalidade de manter emprego e renda dos funcionários – estima-se que as 1.400 lojas da marca espalhadas pelo Brasil empreguem 7.000 pessoas.

Por fim, a CVC garante que os franqueados podem acessar plataforma de treinamento a distância criada para capacitação de colaboradores. Na programação, “agenda diária de cursos, lives e treinamento gratuitos para o negócio da franquia e/ou desenvolvimento profissional e técnico relacionado a viagens”.



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Franquias cobram ajuda da CVC

Donos de lojas que comercializam pacotes de turismo pedem socorro financeiro à empresa andreense para superar crise causada por pandemia

Evaldo Novelini
Do Diário do Grande ABC

16/05/2020 | 22:40


A queda nas vendas de pacotes de turismo, provocada pela pandemia do novo coronavírus, ameaça dizimar parte significativa da rede de franquias da CVC, operadora de viagens no varejo com sede em Santo André. Segundo fontes do mercado, 280 dos 1.400 pontos de vendas espalhados pelo Brasil já estariam em situação de insolvência e perto de encerrar as atividades. Em tentativa de evitar quebradeira, associação do setor enviou pedido de socorro formal à companhia.

A equipe do Diário passou a última semana conversando com franqueados da CVC para entender como a crise afetou os negócios, e descobriu lojistas “à beira de um ataque de nervos”, conforme definiu um deles. Todos aceitaram falar com o jornal sob anonimato. Muitos não têm dinheiro para pagar funcionários, aluguel dos imóveis e taxas condominiais cobradas pelos shoppings onde estão instalados.

Manter as portas abertas de uma franquia da CVC custa de R$ 10 mil, quando se trata de loja de rua, até R$ 120 mil, quando o ponto está em shopping. Com o faturamento próximo de zero em março e abril, devido às restrições impostas ao comércio pela quarentena, as dívidas foram se acumulando. Além de não fazer novos negócios, as taxas de cancelamento de pacotes já fechados ultrapassou a casa dos 85%.

A maior parte dos franqueados está tirando dinheiro do próprio bolso para pagar as contas mais imediatas, mas o fôlego financeiro está perto do fim. “Duzentos e oitenta pontos de vendas físicos correm o risco de fechar as portas se a CVC não der algum tipo de auxílio”, estima um dos grandes empresários do setor.

Para obter capital de giro, a ABDTur (Associação Brasileira das Franqueadas e dos Distribuidores de Serviços de Turismo) enviou ofício à CVC solicitando “ações de ajuda emergenciais”. O documento, datado de 26 de março de 2020 e assinado pela presidente da entidade, Isabel Christine de Mello Tavora, segue sem resposta quase dois meses depois.

“A situação é deveras calamitosa, nos atingindo de forma imediata e devastadora, motivo pelo qual observamos que há a necessidade iminente de uma colaboração por parte da franqueadora CVC Brasil”, diz Isabel, “em nome dos associados”. Ela lembra no documento que muitos franqueados já se encontram “em situação de insolvência”.

Os associados solicitam a possibilidade de a CVC liberar crédito para a rede de franqueados. Como garantia, oferecem as próprias lojas. Pedem, ainda, que a operadora adie o pagamento de dívidas e da franquia. E argumentam que a falta de auxílio pode colocar em risco a sobrevivência do negócio. “Não poderemos sobreviver sozinhos, tampouco assumir o risco para a manutenção da rede de lojas CVC”, diz outro texto do documento, obtido pelo Diário.

A falta de resposta da franqueadora ao pedido preocupa os lojistas. A equipe de reportagem questionou a CVC sobre o documento enviado pela ABDTur e quis saber se a companhia realmente ignorou o pleitos dos empresários. Em resposta, a assessoria de imprensa da operadora não respondeu à questão.

VIA JUDICIAL -- Se não obtiver respaldo da CVC, ao menos uma franqueada ouvida pelo jornal fala em recorrer à Justiça com ação para recuperar perdas e danos. “Na teoria, o discurso sempre é muito bonito, mas na prática ninguém fez nada. Cada um, agora, vai tomar as atitudes que forem necessárias”, diz. Perguntada sobre a hipótese, a operadora garante que “não foi acionada juridicamente por nenhum franqueado”. A companhia também diz que “não procede” a informação sobre o número de lojas que podem fechar por causa da crise deflagrada pela pandemia.

Lojistas criticam aposta nas vendas on-line

Um calafrio de apreensão percorre a espinha de parte dos franqueados da CVC toda vez que o novo CEO da companhia andreense, Leonel Andrade, fala sobre os planos da operadora. Eles entendem que o executivo chegou ao comando da companhia, em 1º de abril, para conduzir o processo de migração de vendas de pacotes turísticos para o ambiente digital, estratégia que feriria de morte as lojas físicas.

“Pode perceber, ele só tem um discurso, o de transformar a CVC em empresa digital, minimizando e desprezando literalmente as lojas”, relata, solicitando que seu nome seja mantido em sigilo, um dos franqueados da operadora de turismo fundada em Santo André em 1972 e que deve sua consolidação como a maior do setor no Brasil às vendas em ambientes físicos. “Vai trair sua história.”

A CVC confirma ao Diário que o direcionamento dos negócios para o universo virtual é ponto importante na estratégia de crescimento da operadora, mas nega que a estratégia coloque em risco as operações tradicionais. “A digitalização não significa fazer vendas on-line em detrimento à loja física”, explica a operadora, em nota.

Segundo a companhia, o mergulho no ambiente digital vai, na verdade, fortalecer os pontos de vendas físicos, na medida em que busca compreender melhor o “ciclo do consumidor”, “assim como suas preferências”. “Isso traz maior efetividade na personalização e comercialização dos serviços da CVC e sua rede de franqueados”, informa.

Em recente entrevista a O Estado de S. Paulo, Andrade assegura que, ao conhecer melhor as preferências do turista, processo que a digitalização da companhia ajudaria a consolidar, pode desenvolver pacotes mais adequados aos desejos e necessidades dos consumidores: “O mais importante é oferecer uma viagem para Salvador a um cliente que sabemos que gosta de ir para o Nordeste, que prefere ir de ônibus e que gosta de hotéis de determinado estilo”.

O tom otimista do novo CEO não é suficiente para devolver o ânimo aos franqueados, que enfrentam a maior crise nos 48 anos da companhia fundada pelo empresário Guilherme de Jesus Paulus. Alguns estimam que 280 dos 1.400 pontos de vendas físicos existentes no País não vão reabrir após o fim da pandemia – para efetivar o fechamento, lojistas devem preencher formulário disponibilizado pelo departamento de extensão da CVC.

A operadora minimiza a apreensão dos parceiros. Ao ser questionada sobre os números nacionais, a companhia preferiu regionalizá-los. “Não existe nenhum pedido de fechamento de loja na região do Grande ABC”, diz trecho da nota enviada pela assessoria de imprensa.

RETOMADA -- Andrade, na já mencionada entrevista ao jornal paulista, diz acreditar que os negócios devem começar a voltar ao normal no último trimestre de 2020. De acordo com a CVC, que se baseia em pesquisas e demandas que clientes fazem em seus pontos de atendimento, a retomada do setor vai se dar pelo mercado interno, com destaque para as regiões Nordeste e Sul do Brasil. “Na nossa visão, a tendência será o turismo doméstico, para destinos próximos, de baixa aglomeração e espaços abertos como praia e campo”, estima a companhia no comunicado enviado ao Diário.

Operadora se exime: ‘Gestão depende de cada empresário’

A CVC diz possuir plano de ações para apoiar franqueados que estejam passando por dificuldades financeiras por causa da crise deflagrada pelo novo coronavírus no mercado de turismo. No entanto, em nota enviada ao Diário, a companhia informa que não tem responsabilidade sobre a manutenção das lojas que formam a sua rede: “Depende de cada empresário fazer a administração de seus negócios”.

“A CVC Corp compartilha com seus franqueados todo o conhecimento e informações para gestão de franquias, sendo que depende de cada empresário fazer a administração de seus negócios”, posicionou-se a companhia em relação à série de questionamentos formulados pelo jornal – entre eles, se entendia estar dialogando de forma correta com os lojistas durante a crise.

Assim que a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que a disseminação do novo coronavírus havia se tornado pandêmica, em 11 de março, a CVC garante ter iniciado imediatamente o que chama de “plano de ações de apoio” para os franqueados.

Sobre uma das principais reclamações dos parceiros, a falta de auxílio financeiro para as lojas, a CVC informa que atua junto a bancos, associações e instituições para que forneçam capital de giro. “Para que pequenos e médios empreendedores tenham maior acesso a crédito”, exemplifica a operadora.

A CVC também assegura que apoia os franqueados nas negociações com locatários buscando a isenção ou diminuição do valor dos aluguéis. A empresa ainda diz que negocia com as 20 maiores administradoras de shoppings e hipermercados do Brasil para auxiliar os lojistas.

Um escritório de advocacia foi colocado, segundo a CVC, à disposição dos franqueados para esclarecer como eles podem utilizar as medidas recentemente tomadas pelo governo federal para aliviar o peso dos encargos trabalhistas.

A operadora também criou hotsite para auxiliar os parceiros a buscar caminhos que lhes permitam enfrentar o impacto nos negócios causado pela pandemia do novo coronavírus. 

“A página compila medidas e iniciativas do governo que podem ajudá-los a passar por esse momento atípico da melhor forma possível”, diz a nota.

Há informações sobre linhas de financiamento, medidas tributárias e MPs (Medidas Provisórias) editadas com a finalidade de manter emprego e renda dos funcionários – estima-se que as 1.400 lojas da marca espalhadas pelo Brasil empreguem 7.000 pessoas.

Por fim, a CVC garante que os franqueados podem acessar plataforma de treinamento a distância criada para capacitação de colaboradores. Na programação, “agenda diária de cursos, lives e treinamento gratuitos para o negócio da franquia e/ou desenvolvimento profissional e técnico relacionado a viagens”.

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