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62° natalício deste Diário


Do Diário do Grande Abc

11/05/2020 | 12:34


O dia em curso é especial, porque no dia 11 de maio de 1958, o pai deste Diário saiu do prelo pela primeira vez e foi entregue – de casa em casa – por eficientes ‘newsellerianos’, em edição que no início era semanal. Alguns anos depois, tornou-se influente jornal regional sem concorrentes do mesmo naipe. Quando a primeira edição saiu do prelo, fazia sete meses e cinco dias, que o primeiro satélite artificial, o Sputnik I, foi lançado no espaço sideral pelos soviéticos e entrou em órbita, deste maltratado e fascinante mundo que vivemos, deixando os norte-americanos à beira de ataque de nervos, porque não saíram na frente na corrida espacial, e a Guerra Fria (1940-1991) se intensificou, quando este agora reles escrevinhador outonal e insulso professor e coordenador pedagógico aposentado tinha 5 anos e:
a Igreja Matriz de Santo André não tinha a escadaria frontal.
o armazém da família Nakano, localizado no segundo largo da Vila Assunção, atendia com muita cordialidade os fregueses e, se minha combalida memória não falha, vendia fiado para os assíduos fregueses adimplementes. Saudades da dona Neusa Nakano.
a porteira da Estação de Santo André fazia alarido inesquecível ao abrir e fechar as cancelas, que separava o lado de cá do lado de lá da minha cidade de nascença.
o Cine Carlos Gomes tinha um funcionário que recolhia os ingressos e ficava com a face sempre rubra quando entregávamos os ingressos (a minha amiga, beata zelosa, a dona Miquelina Pinto Pacca, disse que o ‘carlosgomesiano’ ficava rubro porque tomava três taças de vinho antes de almoçar), para assistir às sempre lotadas matinês, na companhia das minhas irmãs mais velhas, películas como, por exemplo, Chofer de Praça.
tinha um portador de necessidades especiais que subia e descia a Rua Coronel Oliveira Lima conduzindo carrocinha de mão a proferir em voz alta:


‘Bom dia dona Maria, bom dia patrão’.


Eu esperava ansiosamente o Dia de Finados, para que meu saudoso pai, o senhor Benedito de Oliveira (1919-1996) – mais conhecido como Pirapora, porque nasceu em Piraporinha, e era parceiro de oficio do renomado motorista Jamegão no Ponto de Táxi do Cine Carlos Gomes, que na década de 1960 passou a se chamar Senador, porque foi transferido para a Senador Flaquer –, comprasse picolé da Kibon, que era vendido nas proximidades do Cemitério-Museu de Vila Euclides, em veículo amarelo, localizado na mesma rua do ‘campo santo’, como dizia minha avó materna, a senhora Belmira Pedroso Pinheiro (1900-1985), que também nasceu em Piraporinha.

Fico cá a divagar, mas jamais saberei as notícias virtuais do filho do News Seller no natalício do centenário do pai deste Diário. Saudações ‘newssellerianas’ e ‘diarionetes’.

João Paulo de Oliveira é aposentado

Palavra do Leitor


Lockdown
Gostaria de sugerir a este Diário que, quando for usar palavra em inglês, como, por exemplo, lockdown, coloque o seu significado entre parênteses. Tenho 90 anos e na minha época de escola não ensinavam outra língua a não ser o Português. Não tenho interesse em fazer curso de inglês para entender o que este jornal escreve. Fica a dica!
Armando Piva
Santo André

Só o ‘venha a nós’ – 1
A notícia de que os vereadores da região não estão querendo discutir o corte dos salários para auxílio no combate ao coronavírus (Política, dia 6) faz-me lembrar ao leitor do seguinte: quando querem trocar a frota de veículos para seu conforto, votar reajuste do próprio provento, aumentar seus ganhos com 13º, engordar a conta bancária com outros benefícios ‘mamando’ no dinheiro público eles discutem, aprovam, festejam, se alegram. Eles não se negam a serem os beneficiados dos próprios absurdos. Neste momento penso que o coronavírus veio também para mostrar a nós, eleitores, que há algo muito poderoso em nosso poder: o voto. Vamos fazer como esses políticos: negar. Vamos negar voto em todos eles. Basta entrar no site da Câmara e da Prefeitura da sua cidade e decorar os nomes dos que aí estão e, claro, esquecê-los na eleição, bani-los. Chegou a hora de ensiná-los de que não somos adestrados, recuperamos a memória, não somos mais reféns de suas malditas promessas.
Abedias Barbato
São Caetano

Só o ‘venha a nós’ – 2
Há poucos dias li neste Diário sobre vereador de Santo André que tentou invadir hospital de campanha no Estádio Bruno Daniel (Política, dia 2). Queria aparecer, fazer graça, ter 15 minutos de fama, virar personalidade, porque o hospital acabara de inaugurar, não tinha ninguém mesmo. Disse que estava ‘preocupado com a saúde da população’. Daí, li neste mesmo Diário que vereadores não estão querendo doar parte do salário para ajudar contra a pandemia do coronavírus (dia 6)! Certeza que ele está no ‘bolo’ dos que estão se lixando para as necessidades do povo. Por que ele não aparece agora e, diferentemente de seus pares, doa todo o salário à causa? Seria bem-visto e a ajuda, bem-vinda. Ele seria entrevistado na TV, no rádio, pelos jornais e, com certeza, teria muito mais do que 15 minutos de fama e não ficaria com a imagem arranhada, como está agora.
Lucimara Laurindo
Santo André

Velha política
Bolsonaro, no desespero por causa da enorme possibilidade de sofrer o impeachment – o que torço todos os dias para que aconteça –, negocia cargos em troca de apoio do Centrão, o mesmo que conta com Roberto Jefferson e Valdemar Costa Neto, dois condenados por corrupção e que já cumpriram pena de prisão. O Centrão foi fundado em 2014 e teve no comando Eduardo Cunha, do Rio de Janeiro, também preso por corrupção na Operação Lava Jato. As perguntas, então, são: durante a campanha Bolsonaro não chamava isso de ‘velha política’? Não dizia que seria diferente com ele no poder? Prega o ditado que se pode enganar muita gente ao mesmo tempo, mas não se pode enganar todo mundo o tempo todo. Os fanáticos seguidores de Bolsonaro precisam acordar para a vida.
Márcio Ednaldo Tombola
São Bernardo

Pandemia
Vida que segue! Esse é o nosso desafio! Vamos todos juntos resgatar a confiança popular que está nos faltando. E que tanta falta nos faz esse novo ideal. Após a turbulência, virá dias melhores, teremos mais afinidades entre as pessoas, mais princípios éticos entre os que regem a Nação, porque o sofrimento nos faz aprender mais rápido e melhor. Juntos, lado a lado, a esperança irá renascer nos novos dias.
Audecir de Souza
São Bernardo

Só observo!
Sou fã desta coluna Palavra do Leitor. É minha primeira leitura assim que pego meu Diário diariamente. Todos podem se manifestar, é democrática. E noto que se o missivista diz ‘não votei em ninguém’, ou ‘não votei em Bolsonaro’, ou até ‘estou torcendo para o presidente dar certo’, ele votou, sim, em Bolsonaro. Senão não precisava justificar. Tem um, inclusive, que volta e meia chama outros de ‘viúvas de Lula’. Este com certeza votou em Bolsonaro, durante um tempo tentou defendê-lo, relutou, foi criticado, viu que estava na contramão e, ainda bem, pareceu arrependido em sua última missiva. Que bom! Tem outra, de Mauá, minha cidade, que era adoradora de Atila Jacomussi, depois passou a amar Alaíde Damo e odiar Atila. Agora é fã de Bolsonaro. Quando melhor se informar vai mudar de ideia. Vamos esperar suas próximas palavras. Obrigado, Diário, por este nobre espaço.
Jorge Sabino
Mauá

Adélio Bispo
Até agora não consegui digerir a suposta facada que o ‘mito’ teria levado em comício em Minas Gerais e acho que isso é mais uma das mentiras. Nascia naquele dia o gabinete do ódio montado pelos filhos do presidente. Vejam bem: bolsonaristas agrediram profissionais da saúde que homenageavam outros da mesma categoria. Também partiram para o ataque contra profissionais da imprensa que cobriam mais uma das insanas manifestações a favor do ‘mito’ e contra a democracia. Só que não fizeram nada contra Adélio Bispo, o suposto esfaqueador, no dia da fictícia’ agressão? Não será surpresa se Adélio misteriosamente desaparecer, ‘cair do 15º andar’, ‘cair no banheiro, bater a cabeça e perder a memória’, for ‘abduzido’. Seria Adélio parte da manobra? Por que nunca revelou a mando de quem agiu? Estranho! Muito estranho!
Irênio Tavares 



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62° natalício deste Diário

Do Diário do Grande Abc

11/05/2020 | 12:34


O dia em curso é especial, porque no dia 11 de maio de 1958, o pai deste Diário saiu do prelo pela primeira vez e foi entregue – de casa em casa – por eficientes ‘newsellerianos’, em edição que no início era semanal. Alguns anos depois, tornou-se influente jornal regional sem concorrentes do mesmo naipe. Quando a primeira edição saiu do prelo, fazia sete meses e cinco dias, que o primeiro satélite artificial, o Sputnik I, foi lançado no espaço sideral pelos soviéticos e entrou em órbita, deste maltratado e fascinante mundo que vivemos, deixando os norte-americanos à beira de ataque de nervos, porque não saíram na frente na corrida espacial, e a Guerra Fria (1940-1991) se intensificou, quando este agora reles escrevinhador outonal e insulso professor e coordenador pedagógico aposentado tinha 5 anos e:
a Igreja Matriz de Santo André não tinha a escadaria frontal.
o armazém da família Nakano, localizado no segundo largo da Vila Assunção, atendia com muita cordialidade os fregueses e, se minha combalida memória não falha, vendia fiado para os assíduos fregueses adimplementes. Saudades da dona Neusa Nakano.
a porteira da Estação de Santo André fazia alarido inesquecível ao abrir e fechar as cancelas, que separava o lado de cá do lado de lá da minha cidade de nascença.
o Cine Carlos Gomes tinha um funcionário que recolhia os ingressos e ficava com a face sempre rubra quando entregávamos os ingressos (a minha amiga, beata zelosa, a dona Miquelina Pinto Pacca, disse que o ‘carlosgomesiano’ ficava rubro porque tomava três taças de vinho antes de almoçar), para assistir às sempre lotadas matinês, na companhia das minhas irmãs mais velhas, películas como, por exemplo, Chofer de Praça.
tinha um portador de necessidades especiais que subia e descia a Rua Coronel Oliveira Lima conduzindo carrocinha de mão a proferir em voz alta:


‘Bom dia dona Maria, bom dia patrão’.


Eu esperava ansiosamente o Dia de Finados, para que meu saudoso pai, o senhor Benedito de Oliveira (1919-1996) – mais conhecido como Pirapora, porque nasceu em Piraporinha, e era parceiro de oficio do renomado motorista Jamegão no Ponto de Táxi do Cine Carlos Gomes, que na década de 1960 passou a se chamar Senador, porque foi transferido para a Senador Flaquer –, comprasse picolé da Kibon, que era vendido nas proximidades do Cemitério-Museu de Vila Euclides, em veículo amarelo, localizado na mesma rua do ‘campo santo’, como dizia minha avó materna, a senhora Belmira Pedroso Pinheiro (1900-1985), que também nasceu em Piraporinha.

Fico cá a divagar, mas jamais saberei as notícias virtuais do filho do News Seller no natalício do centenário do pai deste Diário. Saudações ‘newssellerianas’ e ‘diarionetes’.

João Paulo de Oliveira é aposentado

Palavra do Leitor


Lockdown
Gostaria de sugerir a este Diário que, quando for usar palavra em inglês, como, por exemplo, lockdown, coloque o seu significado entre parênteses. Tenho 90 anos e na minha época de escola não ensinavam outra língua a não ser o Português. Não tenho interesse em fazer curso de inglês para entender o que este jornal escreve. Fica a dica!
Armando Piva
Santo André

Só o ‘venha a nós’ – 1
A notícia de que os vereadores da região não estão querendo discutir o corte dos salários para auxílio no combate ao coronavírus (Política, dia 6) faz-me lembrar ao leitor do seguinte: quando querem trocar a frota de veículos para seu conforto, votar reajuste do próprio provento, aumentar seus ganhos com 13º, engordar a conta bancária com outros benefícios ‘mamando’ no dinheiro público eles discutem, aprovam, festejam, se alegram. Eles não se negam a serem os beneficiados dos próprios absurdos. Neste momento penso que o coronavírus veio também para mostrar a nós, eleitores, que há algo muito poderoso em nosso poder: o voto. Vamos fazer como esses políticos: negar. Vamos negar voto em todos eles. Basta entrar no site da Câmara e da Prefeitura da sua cidade e decorar os nomes dos que aí estão e, claro, esquecê-los na eleição, bani-los. Chegou a hora de ensiná-los de que não somos adestrados, recuperamos a memória, não somos mais reféns de suas malditas promessas.
Abedias Barbato
São Caetano

Só o ‘venha a nós’ – 2
Há poucos dias li neste Diário sobre vereador de Santo André que tentou invadir hospital de campanha no Estádio Bruno Daniel (Política, dia 2). Queria aparecer, fazer graça, ter 15 minutos de fama, virar personalidade, porque o hospital acabara de inaugurar, não tinha ninguém mesmo. Disse que estava ‘preocupado com a saúde da população’. Daí, li neste mesmo Diário que vereadores não estão querendo doar parte do salário para ajudar contra a pandemia do coronavírus (dia 6)! Certeza que ele está no ‘bolo’ dos que estão se lixando para as necessidades do povo. Por que ele não aparece agora e, diferentemente de seus pares, doa todo o salário à causa? Seria bem-visto e a ajuda, bem-vinda. Ele seria entrevistado na TV, no rádio, pelos jornais e, com certeza, teria muito mais do que 15 minutos de fama e não ficaria com a imagem arranhada, como está agora.
Lucimara Laurindo
Santo André

Velha política
Bolsonaro, no desespero por causa da enorme possibilidade de sofrer o impeachment – o que torço todos os dias para que aconteça –, negocia cargos em troca de apoio do Centrão, o mesmo que conta com Roberto Jefferson e Valdemar Costa Neto, dois condenados por corrupção e que já cumpriram pena de prisão. O Centrão foi fundado em 2014 e teve no comando Eduardo Cunha, do Rio de Janeiro, também preso por corrupção na Operação Lava Jato. As perguntas, então, são: durante a campanha Bolsonaro não chamava isso de ‘velha política’? Não dizia que seria diferente com ele no poder? Prega o ditado que se pode enganar muita gente ao mesmo tempo, mas não se pode enganar todo mundo o tempo todo. Os fanáticos seguidores de Bolsonaro precisam acordar para a vida.
Márcio Ednaldo Tombola
São Bernardo

Pandemia
Vida que segue! Esse é o nosso desafio! Vamos todos juntos resgatar a confiança popular que está nos faltando. E que tanta falta nos faz esse novo ideal. Após a turbulência, virá dias melhores, teremos mais afinidades entre as pessoas, mais princípios éticos entre os que regem a Nação, porque o sofrimento nos faz aprender mais rápido e melhor. Juntos, lado a lado, a esperança irá renascer nos novos dias.
Audecir de Souza
São Bernardo

Só observo!
Sou fã desta coluna Palavra do Leitor. É minha primeira leitura assim que pego meu Diário diariamente. Todos podem se manifestar, é democrática. E noto que se o missivista diz ‘não votei em ninguém’, ou ‘não votei em Bolsonaro’, ou até ‘estou torcendo para o presidente dar certo’, ele votou, sim, em Bolsonaro. Senão não precisava justificar. Tem um, inclusive, que volta e meia chama outros de ‘viúvas de Lula’. Este com certeza votou em Bolsonaro, durante um tempo tentou defendê-lo, relutou, foi criticado, viu que estava na contramão e, ainda bem, pareceu arrependido em sua última missiva. Que bom! Tem outra, de Mauá, minha cidade, que era adoradora de Atila Jacomussi, depois passou a amar Alaíde Damo e odiar Atila. Agora é fã de Bolsonaro. Quando melhor se informar vai mudar de ideia. Vamos esperar suas próximas palavras. Obrigado, Diário, por este nobre espaço.
Jorge Sabino
Mauá

Adélio Bispo
Até agora não consegui digerir a suposta facada que o ‘mito’ teria levado em comício em Minas Gerais e acho que isso é mais uma das mentiras. Nascia naquele dia o gabinete do ódio montado pelos filhos do presidente. Vejam bem: bolsonaristas agrediram profissionais da saúde que homenageavam outros da mesma categoria. Também partiram para o ataque contra profissionais da imprensa que cobriam mais uma das insanas manifestações a favor do ‘mito’ e contra a democracia. Só que não fizeram nada contra Adélio Bispo, o suposto esfaqueador, no dia da fictícia’ agressão? Não será surpresa se Adélio misteriosamente desaparecer, ‘cair do 15º andar’, ‘cair no banheiro, bater a cabeça e perder a memória’, for ‘abduzido’. Seria Adélio parte da manobra? Por que nunca revelou a mando de quem agiu? Estranho! Muito estranho!
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