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Aliados do PT dizem ‘não’ a Gilson


Leandro Baldini
Da Sucursal de Diadema

23/12/2007 | 07:43


Nome mais forte para ser o vice na chapa petista de Diadema para a disputa das próximas eleições, o ex-prefeito Gilson Menezes (PSC) registra hoje grande rejeição em alguns partidos da atual base de apoio ao governo.

Duas das principais legendas, PCdoB e PV, já se manifestaram contrárias e prometem provocar discussão sobre a escolha de Gilson para vice da chapa, encabeçada pelo deputado estadual Mário Reali (PT). As demais siglas (PMDB, PTB e PSC) estão indefinidas.

Neste processo, está descartado somente o PMN, que terá candidatura própria do vereador Ricardo Yoshio.

Argumento - As opiniões se dividem para o veto em relação à nomeação do ex-prefeito.

Para o vereador Laércio Soares (PCdoB), falta compatibilidade na ideologia política. “O PSC não tem qualquer tradição no campo da esquerda. Fica difícil apoiar essa possível conjuntura, pois existe muita distância entre as ideologias partidárias”, afirma.

Já a vereadora Regina Gonçalves (PV) apontou diferença de perfil entre Reali e Gilson. “O Mário é jovem, surge como renovação e o Gilson representa um passado, Não tenho nada contra ele. Trabalhamos juntos na administração e a sua forma de trabalho é aquilo que não queremos mais”, afirma Regina, que foi vice-prefeita entre 1997 e 2000, período em que Gilson Menezes era o chefe do Executivo da cidade.

No PMDB, a vereadora Cida Ferreira transferiu a responsabilidade para o partido. “Precisa de uma análise para haver um consenso democrático”, diz.

No entanto, o presidente municipal da legenda, Jorge Chedid, afirma que a tendência interna é favorável à proposta. “Dentro do nosso bloco fizemos uma enquete e 70% dos entrevistados apóiam Gilson”, garante.

Resposta - Segundo o candidato petista e deputado estadual Mário Reali, o momento é prematuro para fazer qualquer avaliação. “Esse posto de vice ganhou uma discussão muito grande e muito cedo. Haverá tempo para amadurecer esse processo. O prazo termina em junho, e até lá esperamos agregar o máximo de apoio possível. Dessa forma fortalecemos essa nomeação”, garante.

Sobre a questão, Gilson Menezes responde apenas que é candidato a prefeito e até o momento não foi procurado para compor na chapa petista. “Sou candidato e estou trabalhando para garantir meus apoios. Não recebi nenhum convite”, explica.


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