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Rautenberg é o 1º a renunciar sem motivo político

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Outros vereadores abriram mão de mandato, mas por voos maiores na carreira eleitoral


Fabio Martins
Do Diário do Grand ABC

04/05/2020 | 00:10


A renúncia do mandato, há duas semanas, fez de Roberto Rautenberg (Avante), de Santo André, o primeiro vereador a abdicar do mandato sem motivos políticos na história recente do Grande ABC.

Mais bem votado da região em 2016, com 7.863 adesões, Rautenberg vinha tirando licenças consecutivas da função desde o fim de 2017, primeiro ano de seu segundo mandato – havia sido eleito em 2012 pela primeira vez. No último dia 22, porém, protocolou junto à mesa diretora da Câmara andreense sua desistência formal do mandato. A aliados, declarou que optou pelos negócios – é empresário do ramo de academias.

Outras figuras da região já haviam renunciado ao mandato nos legislativos, mas sempre por alçarem voos maiores na carreira política.

Em Santo André mesmo Vanderlei Siraque, então no PT, era vereador quando se elegeu deputado estadual pela primeira vez, em 1998. Em São Bernardo, o hoje prefeito Orlando Morando (PSDB), o atual deputado federal Alex Manente (Cidadania) e a ex-parlamentar estadual Ana do Carmo (PT) eram vereadores quando conquistaram as cadeiras na Assembleia Legislativa. O mesmo aconteceu, por exemplo, com Vanessa Damo (MDB), em Mauá, em 2006.

Outra situação que já havia acontecido é a de renúncia de vice-prefeito para ocupar cargo em outros parlamentos. Em 2018, Márcio da Farmácia (Podemos), eleito número dois na chapa do prefeito diademense Lauro Michels (PV), optou pelo mandato de deputado estadual. Em 2013, Helcio Silva (PT), de Mauá, abriu mão do posto de expectativa do então prefeito Donisete Braga (ex-PT, atual PDT) para finalizar a legislatura de deputado federal no ano seguinte – não se reelegeu em 2014 e ficou sem cargo eletivo.

Nas vagas de deputados, ao menos cinco nomes da região seguiram caminho do Legislativo para o Paço e renunciaram mandato: Mário Reali (PT-Diadema), em 2008; Carlos Grana (PT-Santo André) e Donisete em 2012; e Atila Jacomussi (PSB-Mauá) e Morando, ambos em 2016. Como parlamentar federal, quem percorreu percurso inverso foi o músico Frank Aguiar (então no PTB), que abdicou do cargo em Brasília para ser vice-prefeito de São Bernardo.

Rautenberg deu lugar a Jorge Kina (PSDB) na Câmara de Santo André.
 



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Rautenberg é o 1º a renunciar sem motivo político

Outros vereadores abriram mão de mandato, mas por voos maiores na carreira eleitoral

Fabio Martins
Do Diário do Grand ABC

04/05/2020 | 00:10


A renúncia do mandato, há duas semanas, fez de Roberto Rautenberg (Avante), de Santo André, o primeiro vereador a abdicar do mandato sem motivos políticos na história recente do Grande ABC.

Mais bem votado da região em 2016, com 7.863 adesões, Rautenberg vinha tirando licenças consecutivas da função desde o fim de 2017, primeiro ano de seu segundo mandato – havia sido eleito em 2012 pela primeira vez. No último dia 22, porém, protocolou junto à mesa diretora da Câmara andreense sua desistência formal do mandato. A aliados, declarou que optou pelos negócios – é empresário do ramo de academias.

Outras figuras da região já haviam renunciado ao mandato nos legislativos, mas sempre por alçarem voos maiores na carreira política.

Em Santo André mesmo Vanderlei Siraque, então no PT, era vereador quando se elegeu deputado estadual pela primeira vez, em 1998. Em São Bernardo, o hoje prefeito Orlando Morando (PSDB), o atual deputado federal Alex Manente (Cidadania) e a ex-parlamentar estadual Ana do Carmo (PT) eram vereadores quando conquistaram as cadeiras na Assembleia Legislativa. O mesmo aconteceu, por exemplo, com Vanessa Damo (MDB), em Mauá, em 2006.

Outra situação que já havia acontecido é a de renúncia de vice-prefeito para ocupar cargo em outros parlamentos. Em 2018, Márcio da Farmácia (Podemos), eleito número dois na chapa do prefeito diademense Lauro Michels (PV), optou pelo mandato de deputado estadual. Em 2013, Helcio Silva (PT), de Mauá, abriu mão do posto de expectativa do então prefeito Donisete Braga (ex-PT, atual PDT) para finalizar a legislatura de deputado federal no ano seguinte – não se reelegeu em 2014 e ficou sem cargo eletivo.

Nas vagas de deputados, ao menos cinco nomes da região seguiram caminho do Legislativo para o Paço e renunciaram mandato: Mário Reali (PT-Diadema), em 2008; Carlos Grana (PT-Santo André) e Donisete em 2012; e Atila Jacomussi (PSB-Mauá) e Morando, ambos em 2016. Como parlamentar federal, quem percorreu percurso inverso foi o músico Frank Aguiar (então no PTB), que abdicou do cargo em Brasília para ser vice-prefeito de São Bernardo.

Rautenberg deu lugar a Jorge Kina (PSDB) na Câmara de Santo André.
 

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